-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
UE pede resposta 'mais contundente' ao desequilíbrio comercial com a China
A União Europeia precisa agir com mais firmeza para reequilibrar sua relação comercial com a China, afirmou o braço Executivo do bloco, nesta sexta-feira (29), após conversas sobre a proteção de setores críticos da concorrência chinesa.
"A China é um parceiro fundamental e o diálogo e o engajamento continuarão. Ao mesmo tempo, o estado atual da relação comercial e de investimentos não é sustentável", declarou a Comissão Europeia.
"À medida que os interesses econômicos e de segurança se entrelaçam cada vez mais, ambas as dimensões exigirão uma resposta mais contundente", acrescentou.
A UE está cada vez mais preocupada com seu déficit comercial com a China, que atingiu 419 bilhões de dólares (cerca de 2,1 trilhões de reais) no ano passado.
Os comissários europeus se reuniram para discutir quais medidas o bloco poderia tomar.
O Executivo europeu afirmou que sua "abordagem geral continua sendo a redução de riscos, não a desvinculação", já que o bloco de 27 membros deseja manter as relações comerciais com a China, mas reduzir sua dependência.
A Comissão Europeia indicou que o debate "orientará os trabalhos nas próximas semanas", antes de novas conversas sobre a China e os desequilíbrios comerciais na cúpula do G7, que reunirá chefes de Estado na França de 15 a 17 de junho, e em um encontro de líderes europeus em Bruxelas, de 18 a 19 de junho.
Nos últimos meses, Bruxelas aumentou significativamente seus planos de apoio à indústria, cuja sobrevivência está ameaçada pela supercapacidade de seus concorrentes chineses, financiados por Pequim.
Essas medidas incluem a duplicação, a partir de julho, das tarifas europeias sobre as importações de aço e a iniciativa "Made in Europe" (Feito na Europa) em contratos públicos, apresentada em março.
O bloco europeu também foi afetado pelas restrições impostas no ano passado por Pequim ao fornecimento de elementos de terras raras e componentes eletrônicos, que desencadearam crises que evidenciaram sua extrema dependência da China.
Isso levou Bruxelas a diversificar suas trocas comerciais por meio da assinatura acelerada de acordos de livre comércio, da Índia e México à Indonésia e ao Mercosul.
X.Brito--PC