-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
Putin enfrenta uma economia frágil no 'Davos russo' sob a ameaça de drones ucranianos
O presidente russo, Vladimir Putin, fará um discurso nesta sexta-feira (5) em um importante fórum de investimentos em São Petersburgo, em meio a uma crise econômica causada pela guerra na Ucrânia e dias após ataques com drones em sua cidade natal.
Na quarta-feira, na abertura do Fórum Econômico SPIEF, na antiga Leningrado soviética, os participantes foram recebidos por fumaça preta proveniente de ataques com drones ucranianos a uma instalação petrolífera e uma base militar próximas.
Mais de quatro anos após o início da guerra, a economia russa encontra-se em uma situação precária devido às sanções ocidentais, à alta inflação, aos custos proibitivos de endividamento e à escassez de mão de obra.
"Seus recursos estão diminuindo consideravelmente. Não terá dinheiro ou capital político suficiente para continuar comprando a lealdade dos russos como fez nos últimos 26 anos", disse o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, a Putin na véspera.
Em uma carta aberta a Putin, o presidente também propôs uma reunião presencial entre os dois e reiterou sua proposta de um "cessar-fogo total" enquanto negociam um possível fim para a guerra.
"Zelensky pode vir a Moscou a qualquer momento", respondeu o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
Com a situação na linha de frente praticamente paralisada, a Ucrânia intensifica seus ataques a depósitos de petróleo, refinarias e oleodutos russos para privar Moscou dessa fonte de renda.
O Ministério da Defesa russo afirmou ter derrubado 123 drones ucranianos na madrugada desta sexta-feira, alguns sobre a região de Moscou, mas nenhum perto de São Petersburgo.
As autoridades ucranianas relataram três mortes por bombardeios russos nas regiões de Zaporizhzhia, Kherson e Dnipropetrovsk, e outras quatro na capital Kiev, também causadas por ataques de drones russos.
- Economia estagnada -
Até o momento, Putin minimizou as dificuldades econômicas e prefere exaltar a resiliência do país diante das sanções ocidentais.
A Rússia é um dos países desenvolvidos menos endividados do mundo (cerca de 15% do PIB no final de 2025) e possui um fundo soberano de aproximadamente 156 bilhões de euros (cerca de 912 bilhões de reais).
Além disso, suas exportações de hidrocarbonetos registraram um aumento considerável desde o início da guerra no Oriente Médio.
No entanto, nos primeiros três meses de 2026, seu PIB contraiu 0,2%, a primeira queda trimestral em três anos, segundo estatísticas oficiais.
E o Estado apresentou um déficit orçamentário de 80 bilhões de dólares (403 bilhões de reais) durante os primeiros quatro meses de 2026, equivalente a 2,5% do PIB anual e superior à projeção para o ano todo.
"A economia russa está entrando em uma fase de estagnação, marcada por altas taxas de juros e forte pressão inflacionária", disse Alexandre Koliandre, economista russo radicado em Londres, na quinta-feira.
O Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF), anteriormente conhecido como o "Davos russo", também reflete o novo lugar da Rússia no mundo.
Embora antes atraísse investidores para fechar negócios e interagir com a elite do país, os convidados agora vêm da China e da Arábia Saudita, com pouca presença dos Estados Unidos e da Europa.
Entre os participantes notáveis deste ano estão o ex-ator de Hollywood Steven Seagal, a teórica da conspiração americana Candace Owens e membros do partido de extrema direita alemão AfD.
J.V.Jacinto--PC