-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
Rede social W, concorrente europeia do X, lança sua versão pública
A rede social W, que pretende ser uma alternativa europeia ao X, a plataforma de Elon Musk, deu um grande salto, nesta quarta-feira (17), ao disponibilizar sua primeira versão pública.
Anunciada em janeiro durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, a W, cujo nome foi escolhido em alusão ao X (a letra seguinte do alfabeto), espera rivalizar com a rede americana, capitalizando a confiança dos internautas.
A iniciativa recebeu o apoio de várias personalidades europeias, entre elas o presidente do Conselho Europeu, António Costa, que publicou sua primeira mensagem na W, ao elogiar "uma plataforma na qual os dados são alojados integralmente na Europa".
Na W, acrescentou Costa, "a luta contra a desinformação é uma prioridade e todos os usuários são seres humanos verificados".
A nova rede, sediada na Suécia, obriga seus membros a demonstrarem sua identidade no momento da inscrição (escaneando o passaporte ou o documento de identidade através de um aplicativo independente), a fim de garantir de que são realmente humanos, embora em seguida possam usar um pseudônimo para se comunicar.
Seja com a W, o eYou e o Eurosky, uma plataforma de acesso a redes sociais independentes lançada em meados de abril, as iniciativas europeias florescem.
A Bulle, que se apresenta como uma "rede social sadia", surgiu em janeiro, enquanto a Monnett, uma alternativa entre TikTok e Instagram, deve lançar sua versão definitiva no começo de julho.
Na Europa, o setor é amplamente dominado pelas gigantes americanas e asiáticas.
Facebook e Instagram, filiais do grupo Meta, contam com 259 milhões de usuários na UE, à frente do TikTok (135,9 milhões) e do X (115,1 milhões), segundo suas declarações à Comissão Europeia.
"As redes sociais procedem de países situados fora da Europa. Damos a elas nosso dinheiro, nossos dados e nossa atenção", disse Anna Zeiter, encarregada da W, ao apresentar esta nova ferramenta.
R.J.Fidalgo--PC