-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
Presidente sul-coreano celebra aliança com EUA no Congresso americano
O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, celebrou "a aliança" de Seul com Washington, a qual considerou "mais forte do que nunca", em uma reunião conjunta do Congresso nesta quinta (27), durante uma visita de Estado que busca dissuadir a ameaça nuclear da Coreia da Norte.
Yoon se encontra nos Estados Unidos desde terça-feira (25) para comemorar as sete décadas de amizade e cooperação entre os dois países, tendo como plano de fundo as tensões com seus vizinhos de Pyongyang, a guerra na Ucrânia e outros desafios globais.
"Nossa aliança se instituiu há 70 anos para defender a liberdade da Coreia. A aliança agora se converteu em uma aliança global para defender a liberdade e a paz em todo o mundo", disse.
Após saudar os legisladores das duas câmaras, o mandatário sul-coreano assegurou que existem "muitas razões para celebrar" esses laços. "Não tínhamos garantias de sucesso quando começou, mas, hoje, nossa aliança está mais forte do que nunca", acrescentou.
Os líderes em ambas as câmaras convidaram Yoon para fazer um discurso no Capitólio - sede do Congresso - em uma missiva que destaca a "grande importância e significado" da relação entre os dois aliados.
Yoon Suk Yeol é o terceiro governante estrangeiro que participa de uma reunião conjunta do Congresso desde que Joe Biden assumiu a Presidência, depois dos convites, no ano passado, ao primeiro-ministro grego, Kiriakos Mitsotakis, e ao presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.
Yoon esteve em uma reunião com Biden quarta-feira na Casa Branca, após a qual advertiram a Coreia do Norte de que enfrentaria uma resposta nuclear que representaria seu "fim" se Pyongyang usar seu arsenal.
Os dois presidentes assinaram o que se denominou "Declaração de Washington", reforçando o guarda-chuva nuclear americano sobre a Coreia do Sul, que está cada vez mais nervosa com a hostilidade de seu vizinho comunista.
"Necessitamos acelerar a cooperação de segurança tripartite entre Coreia, Estados Unidos e Japão para combater a crescente ameaça nuclear da Coreia do Norte", advertiu Yoon na presença dos legisladores, prometendo trabalhar pela desnuclearização de Pyongyang.
"Devemos aumentar a consciência mundial sobre (a) terrível situação dos direitos humanos na Coreia do Norte. Não devemos fugir do nosso dever de promover a liberdade dos norte-coreanos", acrescentou.
T.Vitorino--PC