-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
Três acusados vão a julgamento por atentado contra ex-presidente argentina
A Justiça argentina decidiu avançar, nesta segunda-feira (12), para a fase de julgamento no processo em curso contra três acusados pela tentativa de assassinato da ex-presidente e atual vice Cristina Kirchner, que era contrária a essa movimentação e pedia a reunião de mais provas.
A entrada na fase de julgamento implica o encerramento do inquérito e foi pedida pelo promotor Carlos Rívolo em 30 de maio. A defesa dos três acusados não apresentou nenhuma objeção a essa movimentação, assim a magistrada María Eugenia Capuchetti deu continuidade ao processo, segundo a resolução publicada pela imprensa argentina.
Em sua denúncia, os representantes de Cristina exigiam que se investigasse a possível presença de autores intelectuais e financiadores do ataque. Ainda assim, eles vão participar como parte acusadora no julgamento, disse o advogado José Manuel Ubeira.
"Levar o caso a julgamento por partes é uma prática incorreta e prejudica a descoberta da verdade", advertiu Ubeira quando o promotor solicitou a conclusão do inquérito.
O ataque ocorreu em 1º de setembro de 2022, em frente à residência de Cristina Kirchner, quando um dos detidos, Fernando Sabag Montiel, armado com uma pistola, misturou-se a um grupo de simpatizantes, aproximou-se da vice-presidente e apertou várias vezes o gatilho, mas a arma não disparou.
Naquele momento, um tribunal julgava a ex-presidente por um caso de corrupção e depois a condenou a seis anos de prisão e à inabilitação política. Cristina recorreu da sentença e atribuiu a mesma a uma perseguição política. Depois disso, ela acabou desistindo de concorrer nas próximas eleições de outubro.
Sabag Montiel, de 35 anos, e sua namorada Brenda Uliarte, de 23, foram denunciados como coautores. Nicolás Carrizo, de 27 anos, e que empregava o casal como vendedores ambulantes, foi acusado como "partícipe necessário".
A caso foi classificado pelo promotor como "homicídio duplamente qualificado por aleivosia e por cooperação premeditada entre duas ou mais pessoas, agravado pelo uso de arma de fogo, em grau de tentativa".
Em sua decisão, a juíza lembrou que o promotor considerou que, do inquérito, "não surgiu qualquer vínculo dos citados com qualquer grupo ou pessoa" que tivesse lhes oferecido assistência para cometer o crime. O promotor também descartou a existência de elementos que comprovassem "a colaboração de terceiros com dinheiro para o atentado".
Ao saber da decisão da Justiça, Cristina Kirchner ressaltou que "todo inquérito se caracterizou por evitar que se descubra a verdade. Está repleto de testemunhas que apagaram [os dados de] seus telefones, provas que foram destruídas sem que suas causas e motivações fossem investigadas, e uma tentativa evidente e desesperada de evitar encontrar a possível participação de terceiros, financiadores e instigadores".
J.Oliveira--PC