-
Zagueiro Antonio Rüdiger anuncia aposentadoria da seleção alemã
-
Rede elétrica insuficiente freia auge dos 'data centers' no México
-
Explosão de carro-bomba deixa um morto e 11 feridos na Colômbia
-
Com menos consumo, economia brasileira desacelera no 2º trimestre
-
Flaco López renova com o Palmeiras até 2030
-
Avalanche entre Nepal e China deixa mais de 1.000 mortos
-
Flamengo anuncia equatoriano Anthony Valencia e argentino Joaquín Freitas
-
Irã estende a mão aos EUA e agradece à Rússia por seu posicionamento na guerra
-
'Não me incomoda', diz Gabriel Jesus sobre ser 'plano B' de Julián Álvarez
-
Funcionário do Serviço Postal acusa governo Trump de colocar em risco o voto por correio
-
UE não digere convite dos EUA para ministro russo ao G20
-
Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado
-
Petição solicita que Javier Milei seja declarado 'persona non grata' em Paris
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington e agradece posição de Putin durante a guerra
-
Barcelona oficializa contratação de Gabriel Jesus
-
Ativistas do Tibete acusam China de subestimar número de mortos em desastre
-
Bombardeio mais letal em anos mata 20 guerrilheiros na Colômbia
-
Mural de desaparecidos mantém esperança de famílias após desastre no Nepal
-
Shein tem estreia discreta na Bolsa de Hong Kong
-
Haakon VIII jura lealdade à Constituição da Noruega
-
Vítimas da guerra no Afeganistão seguem sem obter justiça, afirma ONU
-
Avalanche no Himalaia deixou mais de 1.000 mortos
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington antes de reunião com Putin
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa 12 mortos na região de Kiev
-
Carney sai reforçado das eleições parciais no Canadá em plena guerra comercial com EUA
-
Avalanche entre Nepal e China deixou mais de 1.000 mortos
-
Ataque russo deixa quatro mortos na região de Kiev
-
Ex-líder de gangue é condenado pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
Esfaqueamento na Times Square, em NY, resulta em duas mortes
-
Júri começa deliberações no julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
EUA convida ministro russo para reunião do G20 e irrita europeus
-
"Atacante top", diz técnico do Barcelona sobre Gabriel Jesus
-
Raphinha e Yamal comandam goleada do líder Barça sobre Rayo Vallecano
-
Quatro menores morrem em primeiros bombardeios do novo governo da Colômbia
-
Sem brilho, Arsenal vence Aston Villa e se mantém 100% no Inglês
-
Javier Milei pede à FIA retorno da Fórmula 1 à Argentina
-
Número de vítimas aumenta no Nepal em meio a desastre "inimaginável"
-
Brasil e EUA retomam diálogo sobre tarifas após conversa entre Lula e Trump
-
Lionel Messi, herói das maiores alegrias da Argentina
-
Alcaraz estreia no US Open com vitória tranquila em retorno após lesão
-
União Europeia suspende importações de carne brasileira a partir de 5ª feira
-
Trump ameaça atingir Irã 'com força' após escalada de ataques
-
Roma goleia Lecce e retoma liderança do Campeonato Italiano
-
Santos anuncia contratação do volante Arthur após aporte da empresa do pai de Neymar
-
Ataques israelenses matam cinco pessoas em Gaza, afirmam autoridades locais
-
Epidemia de ebola na RD Congo supera 6 mil casos confirmados
-
China e Rússia reforçam aliança durante cúpula no Quirguistão
-
Trump critica oposição nos EUA contrária aos centros de dados
-
Benzema deixa Al-Hilal seis meses após chegada ao clube
-
Sabalenka despacha colombiana María Osorio em sua estreia no US Open
Lula afirma que 'o mundo precisa ajudar' o Brasil a preservar a Amazônia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assegurou, nesta quarta-feira (2), que "o mundo precisa ajudar" o Brasil a preservar a Amazônia, a menos de uma semana de uma cúpula amazônica que o país sediará em Belém.
"Sabemos da responsabilidade (...) que é convencer o mundo de que fazer investimento é barato se a gente conseguir impedir que a floresta continue sendo destruída", disse Lula durante um café da manhã com correspondentes da imprensa internacional no Brasil, entre eles a AFP, no Palácio do Planalto.
"O mundo precisa ajudar a gente a fazer o desenvolvimento na Amazônia", respondeu Lula, de 77 anos, a uma pergunta da AFP sobre como compatibilizará o desenvolvimento econômico da região com a preservação.
Os oito países-membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) se reunirão, pela primeira vez desde 2009, na semana que vem, para discutir e promover políticas públicas para preservar a maior floresta tropical do planeta.
Nesta quarta, Lula reiterou que seu governo "será muito duro" no combate ao desmatamento.
A destruição da Amazônia brasileira caiu 33,6% entre janeiro e junho de 2023, o primeiro semestre do governo Lula, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo números oficiais divulgados em julho.
O presidente disse que, com os líderes dos outros sete países amazônicos, pretende "compartilhar com a ciência do mundo a pesquisa sobre a biodiversidade da Amazônia" e buscar caminhos para que seja possível "trabalhar sem precisar destruir" o bioma.
Em outra parte do café com os jornalistas, Lula insistiu que o Brasil, que tentou se colocar como negociador na guerra da Ucrânia, "vai continuar tentando encontrar a paz".
"Os dois [Putin e Zelensky] estão na fase do 'vou ganhar'. E, enquanto isso, as pessoas estão morrendo", argumentou Lula.
Lula também mostrou seu entusiasmo pela próxima cúpula dos Brics, que ocorrerá na África do Sul entre 22 e 24 de agosto.
O presidente brasileiro voltou a defender a ideia de que os Brics tenham uma moeda própria para o comércio, ao mesmo que defendeu a entrada de novos países na organização.
"Do ponto de vista mundial, os Brics podem ter um papel excepcional. Todo mundo sabe que eu defendo que a gente tenha uma moeda própria para fazer comércio entre os países. Por que o Brasil precisa de dólares para fazer comércio com a Argentina?", questionou.
Lula ainda defendeu que o Banco dos Brics "seja mais generoso do que o FMI" e colabore "para ajudar a salvar" economicamente os países e não "para ajudar a afundar o país".
Por último, o presidente instou que o grupo de países discuta em sua próxima reunião uma ampliação para incorporar outras nações que "cumpram com os requisitos" da organização, e deu como exemplos de possíveis aspirantes a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e a Argentina.
S.Pimentel--PC