-
EUA lança novos ataques contra o Irã, os primeiros em um mês
-
Monaco de Filipe Luís vence Olympique de Marselha e se isola na liderança do Francês
-
Medvedev e Pegula estreiam com vitória e avançam no US Open
-
Inter de Milão assume liderança do Italiano; Napoli perde em casa
-
Monaco vence Olympique de Marselha e se isola na liderança do Francês
-
Jorge Sampaoli é demitido do Talleres da Argentina
-
Freiburg goleia Werder Bremen com hat-trick de Suzuki
-
Naufrágio no Chipre do Norte deixa oito mortos e 17 desaparecidos
-
Real Madrid goleia Málaga e assume liderança do Espanhol
-
Por que os grandes herbívoros africanos estão a desaparecer? A resposta está na evolução
-
Flávio Bolsonaro elogia modelo de segurança de Bukele após reunião com ministro salvadorenho
-
Ataque a tiros em festa rave na Suíça deixa mulher morta e cinco feridos
-
Federação Holandesa de Futebol propõe cúpula sem Infantino para discutir futuro da Fifa
-
'Dibu' Martínez sofre 3 gols, mas vence em sua estreia no Chelsea
-
Google Maps muda nome do Lago Ontário para 'Lago América' nos EUA
-
Oposição a centros de dados agita eleições de meio de mandato nos EUA
-
Galatasaray anuncia contratação do atacante português Rafael Leão
-
Gonzalo Plata chega ao Dínamo Moscou
-
Naufrágio no Chipre do Norte deixa sete mortos e 23 desaparecidos
-
Islândia rejeita retomar negociações de adesão à União Europeia
-
Rei Haakon da Noruega participa das homenagens ao falecido pai
-
Em meio à lama e à destruição, sobreviventes retornam às suas aldeias no Nepal
-
Nasa lança o telescópio Roman, que criará um novo 'Atlas do Universo'
-
Islândia se recusa a retomar negociações de adesão à União Europeia
-
Venezuela afirma que mantém sua soberania petrolífera após acordo com EUA
-
Operações de resgate no Himalaia avançam com extrema dificuldade
-
Ataque a tiros em festa rave na Suíça deixa um morto e cinco feridos
-
Amazon lança campanha de produtos reacondicionados com descontos até 10 de setembro
-
KGM acelua expansão com investimento chinês e novos modelos
-
Especialista analisa estratégia da China e fragilidade da UE no contexto global
-
Floresta da Tijuca: Santuário diverso para evangélicos, umbandistas e druidas
-
Melhores tablets para jogos em 2026: Guia completo de 9 modelos
-
Quanto ganha um motorista de Uber em 2026? Estimativas por capital
-
Pesquisa da UFRJ aponta quase 3 mil anúncios falsos com a imagem de Drauzio Varella
-
Islândia em suspense após fechamento das urnas em referendo sobre possível adesão à UE
-
Sem Julián Álvarez, Atlético vence Sevilla e dorme na liderança do Espanhol
-
Lens perde na visita ao Strasbourg e cede liderança do Francês ao Lille
-
Juventus vence, mas não convence; Fiorentina perde em casa em seu centenário
-
Rybakina dissipa temores sobre sua lesão antes do US Open
-
Junta militar do Níger afirma ter recuperado "controle" após confrontos com amotinados
-
Leipzig e Dortmund vencem na estreia no Alemão; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3 mil desaparecidos após tragédia
-
Liverpool empata com Forest em casa; Newcastle derruba Tottenham
-
Djokovic desafiará a lógica mais uma vez em sua 20ª participação no US Open
-
Galaxy A57 de 256 GB recebe desconto de 42% na Amazon
-
Perseguição policial termina com três feridos e detenção em Algés
-
Número de mortos em explosão perto de Kiev sobe para 37
-
Nepal pede apoio internacional após enxurrada deixar 680 mortos
-
Entidades denunciam ações da Meta diante de escolas de São Paulo
-
Gemini Notebook adotará limites baseados no custo computacional das tarefas
Força internacional de segurança para o Haiti deve sair do papel
Vários países propuseram contribuir para enviar uma força internacional liderada pelo Quênia ao Haiti, um país assolado pela violência das gangues, anunciaram, nesta sexta-feira (22), os Estados Unidos, que prometeram dar apoio logístico.
"De 10 a 12 países fizeram propostas concretas para esta missão", disse a secretária de Estado adjunta dos Estados Unidos, Victoria Nuland, durante uma reunião ministerial centrada no Haiti, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
A autoridade americana não especificou quais países estão dispostos a participar, embora Jamaica, Bahamas e Antígua e Barbuda tenham indicado que o farão. O Quênia, que se propôs a liderar a força, está disposto a contribuir com 1.000 membros das forças de segurança.
Os Estados Unidos pretendem fornecer apoio logístico, como transporte aéreo, comunicações, acomodação e pessoal médico, mas inicialmente não enviarão militares.
- Mais de 2.000 mortos -
A violência das gangues, que controlam e impõem terror na maior parte deste país pobre, deixou mais de 2.400 mortos desde o início do ano, segundo a ONU.
Ao abrir a reunião, que contou com a presença do primeiro-ministro haitiano, Ariel Henry, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que a missão de apoio "não substituirá os avanços políticos no terreno" e espera que a força possa ser implantada "dentro de alguns meses", pois "não há tempo a perder".
Representantes do Quênia, França, Equador, Canadá e de países do Caribe participaram da reunião.
Blinken também anunciou que o governo de Joe Biden pedirá ao Congresso US$ 100 milhões (R$ 490 milhões) para financiar a operação, destinada a apoiar a polícia haitiana no combate às gangues.
- Força fora da ONU -
Falta apenas a luz verde do Conselho de Segurança da ONU para a sua implementação, embora a força não estará sob a égide da entidade.
A primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, declarou esta semana na Assembleia Geral que espera que os membros do Conselho de Segurança "não usem o Haiti como peão", já que os haitianos "sofrem nas mãos de muitos países há tempo demais", sem dar mais detalhes.
O projeto de resolução promovido pelos Estados Unidos e pelo Equador deve ser finalizado na próxima semana na ONU, segundo Nuland, que observou que o texto conta com um "forte apoio".
Na tribuna da ONU na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, instou o Conselho de Segurança a "autorizar" o envio de uma força multinacional para o Haiti, uma vez que o povo haitiano "não pode esperar mais".
Seu homólogo queniano, William Ruto, também pressionou na quinta-feira, afirmando que não se pode abandonar a população haitiana, aterrorizada pelas gangues.
Há quase um ano, o primeiro-ministro haitiano Henry, enfraquecido politicamente em um país que não realiza eleições desde 2016, pede o envio de uma força desse tipo.
No entanto, a comunidade internacional teve dificuldades em encontrar um voluntário para liderar a força policial devido a experiências passadas e aos riscos de se envolver em uma situação complicada.
Washington também anunciou na sexta-feira a imposição de novas sanções contra antigos e atuais funcionários haitianos envolvidos no tráfico ilegal de armas e drogas, sem nomeá-los.
B.Godinho--PC