-
KGM acelua expansão com investimento chinês e novos modelos
-
Especialista analisa estratégia da China e fragilidade da UE no contexto global
-
Floresta da Tijuca: Santuário diverso para evangélicos, umbandistas e druidas
-
Melhores tablets para jogos em 2026: Guia completo de 9 modelos
-
Quanto ganha um motorista de Uber em 2026? Estimativas por capital
-
Pesquisa da UFRJ aponta quase 3 mil anúncios falsos com a imagem de Drauzio Varella
-
Islândia em suspense após fechamento das urnas em referendo sobre possível adesão à UE
-
Sem Julián Álvarez, Atlético vence Sevilla e dorme na liderança do Espanhol
-
Lens perde na visita ao Strasbourg e cede liderança do Francês ao Lille
-
Juventus vence, mas não convence; Fiorentina perde em casa em seu centenário
-
Rybakina dissipa temores sobre sua lesão antes do US Open
-
Junta militar do Níger afirma ter recuperado "controle" após confrontos com amotinados
-
Leipzig e Dortmund vencem na estreia no Alemão; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3 mil desaparecidos após tragédia
-
Liverpool empata com Forest em casa; Newcastle derruba Tottenham
-
Djokovic desafiará a lógica mais uma vez em sua 20ª participação no US Open
-
Gemini Notebook adotará limites baseados no custo computacional das tarefas
-
Entidades denunciam ações da Meta diante de escolas de São Paulo
-
Galaxy A57 de 256 GB recebe desconto de 42% na Amazon
-
Nepal pede apoio internacional após enxurrada deixar 680 mortos
-
Número de mortos em explosão perto de Kiev sobe para 37
-
Perseguição policial termina com três feridos e detenção em Algés
-
Português detido pelo ICE será deportado para Lisboa
-
Berlim rejeita resgate de dois milhões de euros exigido por hackers
-
Despiste mata mulher em Cebolais de Cima, no concelho de Castelo Branco
-
Santa Clara marca no fim e mantém Alverca sem vitórias na I Liga
-
Arouca vira sobre o Marítimo e alcança terceiro lugar provisório
-
Padilha visita novo Super Centro de Saúde de Niterói
-
Bruninho Samudio é reintegrado ao sub-17 do Botafogo
-
Ataque a depósito militar perto de Kiev mata ao menos 37 pessoas
-
Homem morre após ser atingido por trem de carga em Barra Mansa
-
Harry Kane negocia renovação e admite encerrar carreira no Bayern
-
Júlio Rocha lança campanha à reeleição em ato em Guapimirim
-
Disparos mobilizam policiamento entre Tijuca e Andaraí
-
Fluminense supera Bangu no Carioca Sub-20 em Xerém
-
Motoristas britânicos ainda desligam recursos de assistência à condução
-
Doutor Destino leva vantagem sobre Thanos nos quadrinhos da Marvel
-
Lava-louças reduz consumo de água, mas insumos pesam no custo mensal
-
Recursos de inteligência artificial prolongam vida útil de PCs para jogos
-
Integração do Gemini com dados do Workspace pode ser desativada por administradores
-
Lavar roupa à noite só reduz a conta em horários baratos da Tarifa Branca
-
Googlebooks apostam em hardware premium e IA local além dos Chromebooks
-
Antonio Bernardo relaciona criação às marcas deixadas pelo tempo
-
Rock in Rio esgota ingressos para noite de Elton John
-
Teste com Claude apaga 700 GB de arquivos de desenvolvedor
-
Paredes considera punição da Fifa por incidentes na final da Copa 'exagerada'
-
Nepal alerta para ameaça da mudança climática após tragédia
-
Toyota apresenta GR Corolla reestilizado no Brasil com torque maior
-
Brasil ocupa segundo lugar mundial em importações de carros chineses
-
GWM Ora 5 lidera seleção de elétricos de até R$ 200 mil em 2026
Surgem dois republicanos para presidir Congresso dos EUA afundado no caos
Os congressistas republicanos Jim Jordan e Austin Scott se apresentaram, nesta sexta-feira (13), como candidatos a presidir a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, no meio de uma crise no partido conservador que paralisou Washington.
O Congresso americano tem duas casas: o Senado, onde os democratas do presidente Joe Biden têm maioria, e a Câmara dos Representantes, controlada pelos republicanos e afundada em um caos sem precedentes.
O último presidente da Câmara, Kevin McCarthy, foi destituído por um grupo de partidários do ex-presidente Donald Trump. Naquele momento, acreditava-se que Steve Scalise poderia substitui-lo para mitigar as divisões.
Mas Scalise se retirou da disputa nesta quinta-feira, apenas 36 horas depois que o partido o escolhera em uma votação informal. Ele tomou tal decisão porque sabia que não conseguiria os 217 votos necessários em sessão plenária no hemiciclo para conseguir o cargo.
Nesta sexta-feira, os republicanos terão que escolher um novo candidato entre Jordan, o trumpista que havia perdido contra Scalise na primeira votação interna, e Scott, um conservador tradicional contrário ao aborto, ao controle de armas e ao casamento entre homossexuais, e simpatizante de Trump.
"É um cenário difícil", declarou Scott aos jornalistas na quinta-feira, antes de anunciar sua candidatura, detalhando que nem todos estão se esforçando para encontrar una solução.
"Tem gente ali, você sabe, que gosta de aparecer na televisão" e não negocia seriamente, afirmou. "Faz com que a gente pareça um monte de idiotas."
- 'O mesmo problema' -
Mais tarde, quando lançou sua candidatura nas redes sociais, Scott escreveu que queria "dirigir uma Câmara que funcione em benefício do povo americano".
Ao contrário de McCarthy e Scalise, Jordan conta com a confiança da ala mais conservadora do partido, já que passou a maior parte de sua carreira como um político independente de direita antes de chegar à presidência do poderoso comitê judicial.
Mas ele não agrada aos moderados, que lembram sua participação na queda do presidente anterior da Câmara e na paralisação governamental mais longa da história americana, em 2018.
Contando com o respaldo de Trump, Jordan obteve apenas 99 votos contra Scalise, e precisaria do apoio de outros 118 republicanos para ganhar a votação no plenário da Câmara, caso vença Scott e consiga a indicação.
Alguns congressistas já descartaram qualquer apoio a Jordan, o que complica os cálculos em uma Câmara com maioria republicana muito estreita.
"Vamos ter o mesmo problema com Jordan que tivemos com Scalise", prevê Mike García, congressista pela Califórnia.
A saída de Scalise mergulhou o Congresso em um novo caos, pois, sem a escolha de um presidente, nenhum texto pode ir à votação, nem mesmo para evitar a ameaça de paralisação do governo que se aproxima ou para apoiar um dos aliados mais próximos dos Estados Unidos, Israel, depois do ataque sem precedentes do grupo islamista palestino Hamas.
Com muitos democratas e republicanos fora da capital, uma votação em sessão plenária nesta sexta parece improvável, mas pode acontecer durante o fim de semana se os congressistas receberem um aviso com 24 horas de antecedência.
O.Gaspar--PC