-
Alavés vence Villarreal (1-0) e assume liderança provisória do Espanhol
-
Marquinhos marca nos acréscimos e PSG arranca empate contra o Lille (2-2) pela 2ª rodada da Ligue 1
-
Manchester City goleia na visita ao Crystal Palace (4-1) com gols de Haaland e Cherki
-
A caótica saga dos shows de Kanye West na Rússia
-
Queda de parapente deixa homem gravemente ferido em São Conrado
-
Haaland e Cherki comandam vitória do Manchester City sobre o Crystal Palace
-
Di Ferrero defende permanência de Abel Ferreira no Palmeiras por toda a carreira
-
Jon Secada destaca vínculo com fãs brasileiros antes de apresentação no Rio
-
Ancelotti observará três partidas europeias antes de convocar a Seleção
-
Safonov sofre choque no aquecimento, mas é liberado para defender o PSG
-
Garotinho contesta restrições impostas pelo TRE-RJ à campanha
-
São Gonçalo abre inscrições para formação gratuita em esporte adaptado
-
Rock in Rio terá 7.680 agentes e equipes contra furtos de celulares
-
Tatiana Queiroz propõe reforço de efetivo e integração na segurança do Rio
-
Garotinho afirma que manterá campanha após decisão preliminar do TRE-RJ
-
OSB apresenta concerto dedicado a Rossini no Teatro Carlos Gomes
-
Rock in Rio terá operação com mais de 7 mil agentes e sistema antidrone
-
Zé Felipe reage a provocação com foto de Virginia e Vini Jr. em Barretos
-
Badarik González relata demissão e afastamento dos filhos após separação
-
Professor é atacado com nove facadas durante aula particular em Manaus
-
Dora e André vivem primeira noite juntos em “Quem Ama Cuida”
-
Lula defende filho e promete não interferir em investigação da Polícia Federal
-
Chevrolet confirma produção do Captiva PHEV no Ceará em 2026
-
Fiat reduz Toro 2027 em até R$ 42.500 com troca por picape usada
-
Gonçalo Ramos marca e Milan vence Unione Venezia (2-0) pela 2ª rodada do Italiano
-
Bayern de Munique goleia Stuttgart (5-1) na abertura da Bundesliga
-
Desaparecidos em avalanche entre Nepal e China passam de 2.400
-
Para Sabalenka, recuperar seu melhor nível é "questão de tempo"
-
"É um desafio voltar no US Open, mas estou pronto", garante Alcaraz
-
Trump anuncia criação da Academia Espacial dos EUA
-
Grupos de direitos civis protestam nos EUA contra mudanças de Trump em regras eleitorais
-
Exército israelense diz ter matado "três terroristas" em bombardeio na Cisjordânia
-
Xabi Alonso levanta dúvidas sobre futuro de Enzo Fernández no Chelsea
-
Groenlândia propõe comissão de reconciliação sobre contracepção forçada de inuítes
-
Presidente da República promulga proibição de smartphones até ao 9.º ano
-
Novo Toyota MR2 chega em 2028 com tração integral e sem logótipo da marca
-
Canal de Jamie Vardy no YouTube transmitirá várias partidas da Bundesliga
-
Morata jogará por empréstimo no Leganés, da segunda divisão espanhola
-
Emery confirma saída de Watkins e chegada de Jackson ao Aston Villa
-
Atacante turco Kenan Yildiz passará por cirurgia e desfalcará Juventus por vários meses
-
Colar de diamantes da realeza egípcia roubado em museu de Viena
-
Sérvia anuncia funeral com honras de Estado para Ratko Mladić
-
Apple TV+ aumenta preços no Brasil e nos EUA; assinatura mensal passa a custar R$ 34,90
-
Morte do criminoso de guerra Ratko Mladic expõe feridas ainda abertas na Bósnia
-
Ingrid Guimarães e Mônica Martelli celebram 'Minha Melhor Amiga' e o legado das duplas de humor no Brasil
-
Projeto de lei propõe 'luz do obrigado' para agradecimentos no trânsito
-
GWM anuncia que toda linha de carros híbridos com motor a combustão será flex no Brasil
-
Antes ameaçadas, baleias-jubarte abundam no litoral brasileiro
-
Nepal enfrenta ameaça de novas inundações após avalanche que matou mais de 580 pessoas
-
Céline Dion chega à França para retornar aos palcos
Espinhosas negociações à vista sobre militares israelenses reféns em Gaza
A questão dos soldados reféns em Gaza emerge como uma das mais complicadas nas negociações entre o Hamas e Israel, onde praticamente em cada família há um militar em serviço ativo ou um reservista.
Em seu ataque contra Israel em 7 de outubro, o movimento islamista Hamas sequestrou cerca de 240 pessoas e as levou para a Faixa de Gaza, de acordo com as autoridades israelenses.
As famílias dos reféns, apoiadas por grande parte da opinião pública israelense, exigem a libertação de cada um deles. Os soldados, porém, constituem um caso à parte.
"Cada família tem um irmão, uma irmã, um primo" que serve como soldado, destaca David Khalfa, codiretor do Observatório da África do Norte e do Oriente Médio para a fundação francesa Jean Jaurès.
Khalfa descreve uma "relação quase inquebrantável entre a sociedade civil, o Estado e o Exército, com laços morais, emocionais e afetivos muito estreitos".
Dos 240 reféns, pelo menos 11 são soldados, incluindo quatro mulheres, e cerca de 40 homens em idade de serem reservistas, segundo um levantamento da AFP. Não há dados oficiais precisos sobre o número de soldados reféns.
- Moeda de troca -
O ataque do movimento islamista no sul de Israel deixou 1.200 mortos, em sua maioria civis, de acordo com as autoridades.
A questão dos reféns militares encontra ecos dolorosos na história de Israel. Em 2014, o país libertou cerca de 450 prisioneiros palestinos em troca de um empresário israelense e dos corpos de três soldados.
E em 2011, após cinco anos de cativeiro em Gaza, o soldado Gilad Shalit foi libertado em troca de 1.027 prisioneiros palestinos.
Entre eles estava Yahya Sinuar, o líder do Hamas em Gaza, considerado um dos responsáveis pelo ataque de 7 de outubro.
O caso de Shalit foi marcante, pois foi a primeira vez em quase três décadas que um militar israelense foi libertado. Mas ao mesmo tempo desencadeou um debate - que continua vivo hoje - sobre as concessões aceitáveis para libertar os soldados.
O ataque de 7 de outubro mudou a situação e evidenciou o fracasso do Estado, do Exército e dos serviços de Inteligência em manter a segurança da população.
Tanto o Hamas quanto a Jihad Islâmica, outro grande movimento islamista na Faixa que mantém reféns, são conscientes de que os militares são uma forte moeda de troca.
Para eles, qualquer homem adulto é um reservista e, portanto, um soldado. Os dois grupos querem trocá-los pela totalidade dos prisioneiros palestinos (cerca de 7.000).
No entanto, para Avi Melamed, ex-funcionário da Inteligência israelense, isso é uma concessão "que nenhum governo israelense poderá aceitar nunca".
- "Vivo ou morto" -
Há também a questão dos soldados capturados que morreram. A pressão para que seus corpos sejam recuperados e enterrados com as devidas honras é forte.
"Conservar (...) os corpos dos soldados é sádico", mas será difícil que as partes cheguem a um acordo sobre seu valor, diz Avi Melamed.
O Hamas afirma que mais de 15.000 pessoas, em sua maioria civis, morreram nos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza.
Israel prometeu fazer tudo o que estiver ao seu alcance para repatriar os corpos de seus soldados mortos.
A pressão da opinião pública será forte para que os restos mortais que permanecem em Gaza sejam devolvidos a Israel, analisa Eva Kuluriotis, uma especialista independente. É importante "sepultar os corpos de maneira adequada, respeitando os rituais", acrescentou.
Além disso, "o governo considera também que tem um dever para com o cidadão israelense, esteja ele vivo ou morto", assinalou.
P.L.Madureira--PC