-
Gamescom 2026 começa nesta terça na Alemanha sem 'GTA VI'
-
Primeiro-ministro do Nepal poderá continuar usando seus óculos escuros no Parlamento
-
'Geladeira para humanos' alivia trabalhadores japoneses durante onda de calor
-
Luto sem fim pelas crianças mortas em uma escola no primeiro dia da guerra no Irã
-
Um milhão de crianças podem morrer de desnutrição no Afeganistão, alerta Unicef
-
Iniciativas de Trump dobrarão emissões de carbono do setor elétrico até 2035, aponta análise
-
Tottenham oficializa contratação de Savinho
-
Síria celebra retirada da lista de países que promovem o terrorismo
-
Canadá anunciará resposta às novas tarifas de Trump
-
Venezuela reporta mais de 6,5 mil mortos após terremotos
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar de ameaças russas
-
Federer retorna ao US Open para jogo exibição e despedida
-
Com gol de João Pedro, Chelsea estreia no Inglês com vitória sobre Fulham
-
Sérvia pede libertação de criminoso de guerra Mladic por motivo de saúde
-
Com hat-trick de Malen, Roma goleia Fiorentina em sua estreia no Italiano
-
João Fonseca desiste do US Open devido a lesão no abdômen
-
Chefe do Exército do Paquistão se reúne com presidente do Irã
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia
-
Lazio de Gattuso estreia no Italiano com vitória sobre o Bologna
-
"Até onde o corpo aguentar": dois meses dos terremotos na Venezuela
-
Palmeiras renova com Gustavo Gómez até 2030
-
Palmeiras chega a acordo para venda de Allan ao Manchester City
-
Fabinho assina com Trabzonspor e reencontra Salah na Turquia
-
EUA promete asfixiar economicamente o Irã
-
Arábia Saudita investirá US$ 7 bilhões em parques temáticos perto de Paris
-
Ucrânia concederá acesso ao Reino Unido a dados de IA sobre campo de batalha
-
Netanyahu afirma que Irã tentou matar um de seus filhos
-
Trump anuncia que aumentará para 50% as tarifas sobre carros e aço do Canadá
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de imigrantes em situação irregular
-
Julián Álvarez vive encruzilhada no Atlético de Madrid
-
Guterres propõe ONU como 'facilitadora' do transporte de fertilizantes em Ormuz
-
Sheinbaum descarta volta ao cargo de governador acusado de tráfico pelos EUA
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar das ameaças russas
-
Presidente colombiano anuncia início da reconstrução após terremoto
-
Príncipe Harry deixa ONG africana envolvida em escândalo
-
Tenista tcheca Marketa Vondrousova recorre na CAS contra suspensão por recusar teste antidoping
-
Escaladores do Empire State se beijam em frente a tribunal
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de migrantes em situação irregular
-
Liverpool precisa melhorar após temporada 'inaceitável', diz Van Dijk
-
França busca assinar acordo sobre parque temático de 'Dragon Ball' durante visita de príncipe saudita
-
Samuel Eto'o declara apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino
-
Justiça da Noruega analisa licenças petroleiras questionadas por ambientalistas
-
Trump anuncia que vai aumentar em 50% tarifas sobre carros e aço do Canadá em 2027
-
Trump afirma que Irã está em colapso após ameaça do 'Dia D econômico'
-
Noosha Aubel: Hur mycket administrativt misslyckande tål Potsdam till?
-
Noosha Aubel: Πόση διοικητική αποτυχία μπορεί να αντέξει ακόμα το Πότσδαμ?
-
Ataques contra Cruz Vermelha na RD Congo 'dificultam' luta contra o ebola
-
Reino Unido reafirma apoio à Ucrânia antes de reunião dos aliados em Kiev
-
Primeiro-ministro da Austrália quer proibir centros de dados perto de escolas
-
Noosha Aubel: Kolik administrativních selhání ještě Potsdam snese?
EUA repatria americanos e europeus de campo de prisioneiros jihadistas na Síria
Os Estados Unidos anunciaram, nesta terça-feira (7), a repatriação de mais de 20 americanos e europeus que estavam em um campo de prisioneiros para famílias jihadistas vinculadas ao grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, país onde ainda permanecem centenas de cidadãos ocidentais.
A operação complexa permitiu repatriar 11 americanos, entre eles 5 menores de idade. Também viajou um menino de 9 anos que não tem essa cidadania, mas que é irmão de um americano, informou o secretário de Estado, Antony Blinken.
O grupo de repatriados inclui seis canadenses, quatro holandeses e um finlandês, entre eles oito menores de idade, acrescentou o secretário.
Cinco anos após a queda do "califado" autoproclamado pelo EI no Iraque e na Síria, cerca de 56 mil pessoas, principalmente mulheres e crianças ligadas aos grupos radicais islamitas, permanecem detidas pelas forças curdo-sírias aliadas dos Estados Unidos nesses campos do nordeste da Síria, em meio a violência e privações.
A operação anunciada hoje, classificada como a mais numerosa já feita pelos Estados Unidos, envolveu agências do governo americano, o Executivo do Kuwait e combatentes curdos, detalhou Blinken.
"A única solução duradoura para a crise humanitária e de segurança das pessoas deslocadas nos acampamentos e centros de detenção do norte da Síria é a repatriação por parte de seus países, junto a sua reabilitação, reintegração, quando for o caso, com as medidas necessárias para que respondam por suas más ações", apontou o secretário de Estado.
As Forças Democráticas Sírias, lideradas pelos curdos, administram os campos de prisioneiros e confirmaram a repatriação. No entanto, o funcionário curdo Faner al-Kaait disse que os esforços de repatriação feitos pelos países são insuficientes e pediu que a comunidade internacional busque "soluções integrais" para as dezenas de milhares de pessoas ainda detidas.
Os Estados Unidos pedem insistentemente aos países europeus que repatriem seus cidadãos que viajaram para o Oriente Médio com o objetivo de se somar ao EI, assim como seus filhos.
Muitos países europeus fizeram seus cidadãos retornarem, mas o processo tem sido lento, especialmente em países que sofreram ataques jihadistas, como a França e o Reino Unido.
Nos Estados Unidos, as repatriações também geraram polêmica. Durante o governo do magnata republicano Donald Trump (2017-2021), houve o caso de uma mulher que solicitou o retorno, mas não foi mais reconhecida como americana.
Segundo um relatório da Anistia Internacional (AI), cerca de 29.000 crianças estão detidas nos dois maiores campos, o que representa “a maior concentração de crianças privadas arbitrariamente de liberdade em qualquer parte do mundo”.
Tanto a AI quanto a Human Rights Watch alertaram para a deterioração das condições dos detidos e questionaram a legalidade da prisão prolongada sem acusação formal.
A.Magalhes--PC