-
EUA e Coreia do Sul concluem exercícios militares
-
Imprensa britânica afirma que Tottenham contratou o brasileiro Savinho
-
ONU tem nova 'votação indicativa' para o cargo de secretário-geral
-
Hong Kong condena ativistas pró-democracia por 'incitação à subversão'
-
No retorno de Memphis, Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
LDU elimina Mirassol nos pênaltis e vai enfrentar o Palmeiras nas quartas da Libertadores
-
Miguel Borja, ex-Palmeiras e Grêmio, é anunciado pelo América de México
-
Rybakina desiste do WTA 1000 de Cincinnati e não será número 1 do mundo
-
Torcedores alemães preparam campanha de protestos contra o VAR
-
'Ouvi dizer que sentiram minha falta', diz Melania Trump ao reaparecer depois de um mês
-
Milhares de pessoas protestam na Argentina por endividamento dos lares
-
Fórmula 1 retorna das férias de verão no GP dos Países Baixos
-
Ex-candidato presidencial venezuelano impulsiona pacto nacional seguindo linha traçada por EUA
-
EUA e Canadá retomam diálogo para concluir acordo comercial
-
Pegula vence Anisimova e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Líder curdo diz que processo de integração com o Estado sírio foi concluído
-
Inter anuncia contratação do atacante paraguaio Antonio Sanabria
-
Ronaldinho retorna ao futebol na 3ª divisão italiana em busca do gol 300
-
Amazon Prime Video anuncia investimento bilionário em produções latino-americanas
-
Coalizão mundial de torcedores pede saída de Infantino da Fifa
-
EUA realiza operações militares contra tráfico de drogas no norte do Equador
-
EUA anuncia novas sanções contra Cuba
-
Carlos Alcaraz anuncia retorno às quadras 10 dias antes do US Open
-
Universidade belga suspende acadêmico após acusações a falecido ex-professor de Cambridge
-
Shows previstos de Kanye West provocam alvoroço na Rússia
-
EUA exige que aliados e China apoiem sua guerra econômica contra o Irã
-
Canadá e EUA retomam diálogo para concluir acordo comercial
-
Unidade do Exército dos EUA oferece folga para jogar 'GTA VI' em troca de alistamento
-
EUA denuncia detenção arbitrária de americano na China
-
Brasil reforça proteção às mulheres contra a violência de gênero
-
Descoberta a estrela mais rápida da nossa galáxia
-
Com a 'cumbia do falafel', palestino constrói nova vida no México
-
Maracanã receberá partida de abertura e final da Copa do Mundo Feminina em 2027
-
Coreia do Norte lança mísseis balísticos após Trump afirmar que se reunirá com Kim
-
Incertezas sobre o retorno do príncipe Harry e família ao Reino Unido
-
O que se sabe sobre os supostos vazamentos de 'GTA VI'
-
Em Gaza, um banco de sementes renasce entre as ruínas da guerra
-
Em plena campanha eleitoral, Netanyahu escolhe Turquia como rival
-
China condena fundador da Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 16 pessoas na região de Kiev
-
Irã executa cidadão afegão por protestos, segundo grupo de direitos humanos
-
Trump anuncia 'guerra econômica' contra o Irã, que ironiza 'política fracassada'
-
Dívida soberana dos EUA supera US$ 40 trilhões
-
Verstappen acaba com boatos e renova contrato com a Red Bull até 2030
-
China condena fundador do grupo Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 13 na região de Kiev
-
Irã chama pressão econômica de Trump de 'política fracassada'
-
Sabalenka, número um da WTA, eliminada nas oitavas de Cincinnati
-
Messi marca um gol pela primeira vez desde o falecimento de seu pai
Biden pede perdão por atrocidades cometidas em internatos para nativos americanos
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez um pedido histórico de desculpas, nesta sexta-feira (25), pelas atrocidades cometidas durante mais de um século com o sequestro de milhares de crianças indígenas, que foram colocadas pelo Estado em internatos onde sofreram maus-tratos e apagamento cultural.
"Formalmente me desculpo, como presidente dos Estados Unidos, pelo que fizemos", disse Biden ao se referir a um dos "capítulos mais sombrios" do país durante um discurso na comunidade indígena Gila River em Laveen Village, no estado do Arizona.
Entre o começo dos anos 1800 e a década de 1970, os Estados Unidos administraram centenas de internatos em todo o país para que as crianças indígenas passassem por uma adaptação forçada à cultura dos colonos europeus, incluindo sua conversão ao cristianismo.
Esses internatos são "um pecado em nossas almas", afirmou o presidente.
Um informe governamental recente revelou casos de abusos psicológicos, físicos e sexuais, incluindo a morte de cerca de mil menores.
"Sei que nenhum pedido de desculpas pode ou poderá compensar o que se perdeu durante a mais obscura política de internatos federais", disse Biden. Mas "hoje finalmente avançamos para a luz".
O presidente esteve acompanhado da secretária do Interior, Deb Haaland, a primeira indígena americana a assumir o comando de uma secretaria, o equivalente a um ministério.
As autoridades federais "fracassaram em aniquilar nossas línguas, nossas tradições, nossos modos de vida", disse Haaland. Apesar "de tudo o que aconteceu, continuamos aqui".
Durante mais de 150 anos, foram registradas mais de 400 escolas, frequentemente dirigidas pela Igreja, nos 37 estados ou territórios que integravam os Estados Unidos.
O governo Biden fez investimentos significativos em comunidades indígenas americanas para ampliar a autonomia dos povos e a designação de monumentos para proteger locais sagrados ancestrais.
O pedido de desculpas do Estado americano ocorre depois de declarações formais no Canadá, onde milhares de crianças morreram em internatos similares, e de cada vez mais países reconhecerem os abusos cometidos contra populações indígenas.
F.Santana--PC