-
Incertezas sobre o retorno do príncipe Harry e família ao Reino Unido
-
O que se sabe sobre os supostos vazamentos de 'GTA VI'
-
Em Gaza, um banco de sementes renasce entre as ruínas da guerra
-
Em plena campanha eleitoral, Netanyahu escolhe Turquia como rival
-
China condena fundador da Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 16 pessoas na região de Kiev
-
Irã executa cidadão afegão por protestos, segundo grupo de direitos humanos
-
Trump anuncia 'guerra econômica' contra o Irã, que ironiza 'política fracassada'
-
Dívida soberana dos EUA supera US$ 40 trilhões
-
Verstappen acaba com boatos e renova contrato com a Red Bull até 2030
-
China condena fundador do grupo Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 13 na região de Kiev
-
Irã chama pressão econômica de Trump de 'política fracassada'
-
Sabalenka, número um da WTA, eliminada nas oitavas de Cincinnati
-
Messi marca um gol pela primeira vez desde o falecimento de seu pai
-
Flamengo vence Cruzeiro (2-1) e vai às quartas de final da Libertadores
-
Reino Unido convoca diplomata de Israel por projeto de assentamento
-
Trump anuncia "guerra econômica" contra Irã e ameaça parceiros com represálias
-
CK Hutchison exige indenização do Panamá por cancelamento de concessão portuária
-
Chefe da DEA destaca atuação argentina no combate ao narcotráfico
-
Palmeiras vence Cerro Porteño (1-0) em Assunção e avança às quartas da Libertadores
-
Trump apresenta novo heliporto da Casa Branca
-
Zverev, cabeça de chave número 1, é eliminado por Tommy Paul nas oitavas de Cincinnati
-
Nasa anuncia fracasso de missão para resgatar telescópio
-
Dez mortos em bombardeios israelenses em Gaza, segundo fontes palestinas
-
Príncipe Harry e sua esposa Meghan voltarão a morar no Reino Unido
-
Algumas ferramentas de segurança da Meta foram "projetadas para falhar", diz ex-funcionário em julgamento
-
Diego Moreira, da seleção belga, deixa o Strasbourg e se transfere para o Milan
-
Atlético de Madrid estreia no Campeonato Espanhol com vitória por 2-0 sobre o Málaga
-
Arsenal luta pelo bicampeonato da Premier League diante de rivais em reconstrução
-
Netanyahu diz que Israel enviou "mensagem clara" à Turquia sobre a Síria
-
Corinthians busca vaga nas quartas da Libertadores após encerrar novela Memphis
-
Nova temporada, mesma ambição para o PSG
-
Tirante é o 1º argentino a chegar às quartas em Cincinnati desde Del Potro
-
Estreia do PSG no Francês é transferida do Parque dos Príncipes para casa do Rennes
-
Oito mortos em ataques na Ucrânia e na Rússia
-
Mais de 100 países debatem na Argentina estratégias contra o tráfico de drogas
-
Primeiro-ministro britânico vai doar parte do salário para os sem-teto
-
Acidente de helicóptero no Quênia deixa sete mortos, incluindo chefe de inteligência do Equador
-
Reijnders deixa o Manchester City rumo à Arábia Saudita
-
ONU, Alemanha e França condenam declarações "desumanas" de ministro israelense sobre Gaza
-
Chanceleres da OEA vão debater medidas contra a Nicarágua por eliminação de eleições
-
Honduras declara alerta em quase 80% de seu território devido ao El Niño
-
Moderna e Merck anunciam resultados promissores de tratamento contra câncer de pele
-
Presidente de honra do Bayern diz que disfunção neurológica de Musiala é um "drama"
-
Swiatek avança às quartas do WTA 1000 de Cincinnati e espera por Rybakina
-
França investiga novas agressões de ex-cirurgião pedófilo condenado
-
Mais de 5 mil casos de ebola registrados na RDC
-
Carlos Sainz renova contrato com a Williams
-
Irã ameaça países do Golfo que ajudam o Exército dos Estados Unidos
Romênia elege presidente sob a sombra da extrema direita
Os romenos votam, neste domingo (24), no primeiro turno das eleições presidenciais que poderiam impulsionar o candidato da extrema direita e representar uma guinada nacionalista no país, fronteiriço com a Ucrânia e membro da União Europeia e da Otan.
Entre os 13 candidatos está George Simion, líder do partido de extrema direita AUR (Aliança pela Unidade dos Romenos), que capitalizou a irritação dos romenos empobrecidos por uma inflação recorde (10% em 2023, 5,5% previstos em 2024).
As pesquisas lhe atribuem entre 15% e 19% dos votos, o que poderia qualificá-lo para disputar o segundo turno, em 8 de dezembro. A chegada ao segundo turno deste homem, de 38 anos, que costuma dar discursos com tons místicos e conspiratórios, representaria uma reviravolta para o país.
A Romênia, com 19 milhões de habitantes, tem resistido até agora às posturas nacionalistas de países como a Hungria e a Eslováquia. Neste sentido, as eleições são chave, embora o cargo de presidente seja sobretudo protocolar.
O favorito, no entanto, continua sendo o atual primeiro-ministro, o social-democrata Marcel Ciolacu, de 56 anos. As pesquisas lhe atribuem 25% dos votos.
As seções eleitorais abriram às 07h locais (04h de Brasília) e vão fechar às 21h, quando serão publicadas as primeiras pesquisas de boca de urna.
- Fã de Trump -
Após dez anos de governo de Klaus Iohannis, fervoroso partidário de Kiev e incansável defensor dos valores europeu, há muito em jogo nestas eleições.
A Romênia, que compartilha 650 km de fronteiras com a Ucrânia e margeia o Mar Negro, tem um papel estratégico para a Otan (abriga mais de 5.000 soldados) e para o trânsito de cereais ucranianos, ressalta o 'think tank' New Strategy Center.
"A democracia romena está em risco pela primeira vez desde a queda do comunismo, em 1989", disse à AFP o cientista político Cristian Parvulescu. "A situação se complicou ainda mais" desde a vitória de Donald Trump nas eleições americanas.
Simion, que às vezes usa um boné vermelho com o nome de Trump, não esconde sua admiração pelo bilionário americano e espera aproveitar o vento favorável aos ultraconservadores.
O político, que defende uma Romênia "mais patriótica", preenche todas as lacunas de uma política nacionalista. É contra a ajuda militar a Kiev, tacha Bruxelas de "bolha corrupta" e se opõe aos direitos LGBTQIAPN+.
Se tiver bons resultados, seu partido, AUR, deveria se beneficiar de "um efeito de contágio" nas eleições legislativas de 1º de dezembro, realizadas entre os dois turnos das presidenciais, prevê Parvulescu.
- Polêmicas e ataques pessoais -
A campanha presidencial é realizada em um contexto tenso e foi marcada por uma série de polêmicas e ataques pessoais.
O líder da extrema direita foi acusado de ter se reunido com espiões russos, o que ele nega, enquanto o primeiro-ministro está na alça de mira por polêmicos voos em jatos particulares.
Mas, apesar de sua baixa popularidade, Marcel Ciolacu, que quer projetar a imagem de um homem humilde e autodidata, espera convencer as pessoas com sua mensagem de "estabilidade".
Seu partido, herdeiro do antigo Partido Comunista, marca a vida política do país há mais de três décadas, apesar de sofrer com vários escândalos de corrupção. Atualmente, governa em coalizão com os liberais do PNL.
Na terceira posição aparece Elena Lasconi, uma ex-jornalista de 52 anos e prefeita de centro direita de uma pequena cidade, que poderia surpreender.
E.Ramalho--PC