-
Trump anuncia 'guerra econômica' contra o Irã, que ironiza 'política fracassada'
-
Dívida soberana dos EUA supera US$ 40 trilhões
-
Verstappen acaba com boatos e renova contrato com a Red Bull até 2030
-
China condena fundador do grupo Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 13 na região de Kiev
-
Irã chama pressão econômica de Trump de 'política fracassada'
-
Sabalenka, número um da WTA, eliminada nas oitavas de Cincinnati
-
Messi marca um gol pela primeira vez desde o falecimento de seu pai
-
Flamengo vence Cruzeiro (2-1) e vai às quartas de final da Libertadores
-
Reino Unido convoca diplomata de Israel por projeto de assentamento
-
Trump anuncia "guerra econômica" contra Irã e ameaça parceiros com represálias
-
CK Hutchison exige indenização do Panamá por cancelamento de concessão portuária
-
Chefe da DEA destaca atuação argentina no combate ao narcotráfico
-
Palmeiras vence Cerro Porteño (1-0) em Assunção e avança às quartas da Libertadores
-
Trump apresenta novo heliporto da Casa Branca
-
Zverev, cabeça de chave número 1, é eliminado por Tommy Paul nas oitavas de Cincinnati
-
Nasa anuncia fracasso de missão para resgatar telescópio
-
Dez mortos em bombardeios israelenses em Gaza, segundo fontes palestinas
-
Príncipe Harry e sua esposa Meghan voltarão a morar no Reino Unido
-
Algumas ferramentas de segurança da Meta foram "projetadas para falhar", diz ex-funcionário em julgamento
-
Diego Moreira, da seleção belga, deixa o Strasbourg e se transfere para o Milan
-
Atlético de Madrid estreia no Campeonato Espanhol com vitória por 2-0 sobre o Málaga
-
Arsenal luta pelo bicampeonato da Premier League diante de rivais em reconstrução
-
Netanyahu diz que Israel enviou "mensagem clara" à Turquia sobre a Síria
-
Corinthians busca vaga nas quartas da Libertadores após encerrar novela Memphis
-
Nova temporada, mesma ambição para o PSG
-
Tirante é o 1º argentino a chegar às quartas em Cincinnati desde Del Potro
-
Estreia do PSG no Francês é transferida do Parque dos Príncipes para casa do Rennes
-
Oito mortos em ataques na Ucrânia e na Rússia
-
Mais de 100 países debatem na Argentina estratégias contra o tráfico de drogas
-
Primeiro-ministro britânico vai doar parte do salário para os sem-teto
-
Acidente de helicóptero no Quênia deixa sete mortos, incluindo chefe de inteligência do Equador
-
Reijnders deixa o Manchester City rumo à Arábia Saudita
-
ONU, Alemanha e França condenam declarações "desumanas" de ministro israelense sobre Gaza
-
Chanceleres da OEA vão debater medidas contra a Nicarágua por eliminação de eleições
-
Honduras declara alerta em quase 80% de seu território devido ao El Niño
-
Moderna e Merck anunciam resultados promissores de tratamento contra câncer de pele
-
Presidente de honra do Bayern diz que disfunção neurológica de Musiala é um "drama"
-
Swiatek avança às quartas do WTA 1000 de Cincinnati e espera por Rybakina
-
França investiga novas agressões de ex-cirurgião pedófilo condenado
-
Mais de 5 mil casos de ebola registrados na RDC
-
Carlos Sainz renova contrato com a Williams
-
Irã ameaça países do Golfo que ajudam o Exército dos Estados Unidos
-
Lawson substituirá Hadjar, lesionado, no GP dos Países Baixos de F1
-
Trump diz que se reunirá com líder norte-coreano Kim Jong Un este ano
-
Esquerda consegue vitória surpreendente na Flórida, enquanto candidatos de Trump tropeçam
-
Emirados cancelam shows de Shakira e Christina Aguilera
-
OEA aprova reunião de chanceleres para discutir medidas contra a Nicarágua
-
Arsenal chega a acordo com Aston Villa para contratar zagueiro Ezri Konsa
-
Facções brasileiras expandem seu poder com violência nas fronteiras da Bolívia
Rússia promete 'responder' a novos disparos ucranianos de mísseis americanos
A Rússia prometeu, nesta terça-feira (26), “responder” aos novos disparos de mísseis dos EUA contra seu território, em meio às crescentes tensões entre o Kremlin e os países ocidentais.
De acordo com o Ministério da Defesa russo, as forças ucranianas atacaram, nos últimos dias, "instalações" na região fronteiriça russa de Kursk, perto do vilarejo de Lotarevka, 37 quilômetros a noroeste da cidade de Kursk, parcialmente ocupada pelo Exército ucraniano desde agosto.
Os ataques ocorreram em 23 de novembro perto da cidade de Lotarevka, 37 quilômetros ao noroeste da cidade de Kursk, e em 25 de novembro, no aeródromo Kursk-Vostochny, segundo a mesma fonte.
Em um gesto incomum, o ministério admitiu que vários mísseis "atingiram os seus alvos" e relatou dois soldados russos feridos e um radar danificado.
Em 23 de novembro, três dos cinco mísseis americanos do tipo ATACMS disparados foram derrubados pela defesa antiaérea russa e no dia 25 de novembro, sete de oito foram interceptados.
"O Ministério da Defesa da Federação Russa está monitorando a situação e preparando uma resposta", disse em um comunicado, acompanhando sua mensagem com fotografias que parecem mostrar restos de mísseis, cuja autenticidade não foi possível confirmar de forma independente.
O primeiro ataque ucraniano contra a Rússia com mísseis ATACMS ocorreu em 19 de novembro. Em 21 de novembro, as forças de Kiev dispararam mísseis Storm Shadow de fabricação britânica.
Os EUA e o Reino Unido deram sinal verde para o uso de seus mísseis em território russo em resposta ao envio de soldados norte-coreanos para lutar ao lado da Rússia.
O Kremlin respondeu com o disparo de um míssil balístico de alcance intermediário (5.500 km) em 21 de novembro contra uma fábrica militar na cidade de Dnipro, no centro-leste da Ucrânia.
O míssil, chamado de Orechnik e até agora desconhecido, é um modelo hipersônico experimental, de acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, e foi projetado para carregar ogivas nucleares, o que não foi o caso durante esse ataque.
- Reunião Otan-Ucrânia -
Na semana passada, Putin alertou que o conflito na Ucrânia assumiu um “caráter global” e ameaçou os ocidentais: “Temos o direito de usar nossas armas contra as instalações militares de países que autorizam o uso de suas armas contra nossas instalações”.
Nesse contexto, os embaixadores da Otan e da Ucrânia devem se reunir em Bruxelas nesta terça-feira e espera-se que os embaixadores ocidentais reafirmem seu apoio a Kiev.
O Kremlin, por meio de seu porta-voz, Dmitri Peskov, disse que “é improvável que decisões importantes sejam tomadas” durante a reunião.
Essa tensão ocorre em um momento em que os europeus e Kiev temem que o retorno de Donald Trump à Casa Branca signifique o fim do apoio militar dos EUA à Ucrânia e um possível acordo de paz em detrimento da Ucrânia.
A intensificação dos ataques russos parece ser uma tentativa de Moscou de fortalecer sua posição antes de possíveis negociações.
A Rússia também foi reforçada por milhares de tropas norte-coreanas que, de acordo com Washington, devem combater as forças ucranianas “em breve”.
A assistência militar de Washington é crucial para a Ucrânia, cujo Exército esgotado vem perdendo terreno para as tropas maiores e melhor armadas da Rússia há meses.
Há meses, a Rússia vem realizando uma campanha de ataques às instalações de energia ucranianas, deixando milhões de ucranianos no escuro, uma tática que Kiev diz ter como objetivo aterrorizar a população civil.
F.Carias--PC