-
Sébastien Pocognoli é o novo técnico da seleção da Escócia
-
Vitórias e estreia de estrelas em amistosos de Real Madrid e Barcelona
-
Ao menos 19 mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Mais de 31 mil pessoas pedem investigação sobre suposto assédio a ex-acadêmico de Cambridge
-
Cristiano Ronaldo indica aposentadoria: "Provavelmente meu último ano"
-
Rybakina avança em Cincinnati e pressiona Sabalenka
-
Arsenal atropela City (3-0) e conquista Supercopa da Inglaterra
-
Com poucas esperanças, Colômbia continua remoção de escombros de terremoto
-
Os escândalos que rondam as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro
-
Milhares de afetados aguardam ajuda após terremoto na Indonésia
-
Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas campanhas eleitorais em meio ao desencanto dos brasileiros
-
Colômbia busca desaparecidos e pede aos EUA suspensão de tarifas após terremoto
-
Djokovic cai em sua estreia na 2ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
PSG anuncia contratação do atacante belga Mika Godts
-
Milan de Rúben Amorim vence Manchester United em amistoso na Polônia
-
Morre mulher que ficou por mais tempo sob os escombros do terremoto na Colômbia
-
Lateral inglês Djed Spence deixa o Tottenham e assina com a Inter de Milão
-
PSG visita o Lens em busca da segunda Supercopa da semana
-
Milhares de fãs de Bonnie Tyler acompanham seu caixão no País de Gales
-
Filipe Luís quer convencer no Monaco para se consolidar como técnico na Europa
-
Onze mortos em bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Mais de 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Ex-professor de Cambridge envolvido em escândalo de plágio é encontrado morto
-
Atlético de Madrid anuncia contratação do zagueiro argentino Cristian Romero
-
Ferran Torres deixa o Barcelona e assina com o PSG até 2031
-
Incêndios florestais não dão trégua na Europa
-
Ao menos 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Talibãs comemoram cinco anos no poder no Afeganistão
-
Teerã responde a Trump: Estreito de Ormuz é iraniano
-
Petrobras descobre indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos dois mortos na Indonésia
-
Petrobras descobre indícios de presença de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Venezuela anuncia libertação de 131 presos políticos em meio a diálogo com oposição
-
Netanyahu chama Reino Unido de 'república islâmica' e Londres protesta
-
Timberwolves vão aposentar camisa de Kevin Garnett em jogo contra o Boston Celtics
-
Inter de Milão empresta Davide Frattesi à Lazio
-
Inter de Messi mira liderança da MLS após decepção na Leagues Cup
-
Cristian Romero se despede do Tottenham e pode estar a caminho do Atlético de Madrid
-
EUA informa que retirou 19 milhões de ovos do mercado por risco letal
-
Ciro Immobile anuncia sua aposentadoria aos 36 anos
-
Temporada 2026/27 de LaLiga começa sem Real Madrid e Barcelona
-
Trump diz que vai declarar "em breve" Estreito de Ormuz como "território dos Estados Unidos"
-
Venus Williams é eliminada em Cincinnati pela colombiana Emiliana Arango
-
Palestinos da Cisjordânia denunciam estar "cercados" por colônias de israelenses
-
Trump nega que condições a bordo de porta-aviões sejam preocupantes
-
Netanyahu chama Reino Unido de 'república islâmica da Grã-Bretanha'
-
Cubanos dormem em terraços e espaços públicos devido ao calor e aos apagões
-
Peru vai subsidiar combustíveis diante de protestos contra presidente Fujimori
-
Colômbia ainda busca centenas de desaparecidos após forte terremoto
-
Jeff Bezos entra como acionista minoritário no Liverpool
OEA se prepara para eleger chanceler do Suriname como seu secretário-geral
O chanceler do Suriname, Albert Ramdin, tem as cartas na mão para se tornar o novo secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) nesta segunda-feira (10), durante uma assembleia geral extraordinária em Washington.
A menos que aconteça uma mudança de direção, ele se tornará o primeiro caribenho a liderar a organização, criada em 1948 para promover a cooperação e uma agenda regional comum sobre direitos humanos, segurança, desenvolvimento e defesa da democracia.
O diplomata sucederá o uruguaio Luis Almagro, cujo mandato termina em 25 de maio após uma década no cargo.
Dos 34 países com direito a voto, o surinamês conta com o apoio da Comunidade do Caribe (Caricom), Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Uruguai, Costa Rica, Equador e República Dominicana.
Isso garante mais do que os 18 votos necessários para liderar a organização pelos próximos cinco anos, mas nada impede que um adversário surja de última hora.
O silêncio dos Estados Unidos, um dos principais contribuintes financeiros da OEA, é preocupante em meio ao turbilhão reformista que se instalou desde que o republicano Donald Trump retornou à Casa Branca em 20 de janeiro.
O nervosismo é palpável desde a retirada, na semana passada, da candidatura do outro concorrente, o chanceler paraguaio Rubén Ramírez, devido, segundo o presidente Santiago Peña, à mudança "abrupta e inexplicável" de posição dos "países amigos".
Trump retirou os Estados Unidos de organizações internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e pediu ao seu conselheiro Elon Musk, o homem mais rico do mundo, que cortasse drasticamente os gastos federais.
Ramdin, de 67 anos, conhece bem os meandros da OEA, tendo atuado como secretário-adjunto de 2005 a 2015, uma experiência que o ajudou a ganhar apoio.
Ele espera voltar com tudo com as ideias reformistas para enfrentar tempos "muito desafiadores" de uma organização que já foi acusada de inércia.
- "Livre de guerras" -
"A OEA tem um papel significativo, relevante e útil a desempenhar" nas crises que abalam o continente em termos de eleições, segurança, migração e mudança climática, Randim disse recentemente ao centro de estudos Atlantic Council, com sede em Washington.
"Não queremos (...) nos enredar em uma situação geopolítica global", mas sim garantir que o continente "permaneça pacífico, livre de guerras, livre de conflitos", acrescentou.
Nos últimos anos, houve divergências sobre como lidar com as crises globais, como a guerra na Ucrânia, e até mesmo regionais, já que alguns países preferem se distanciar e permanecer neutros.
Almagro foi algumas vezes acusado de se alinhar demais aos Estados Unidos. Sua oposição frontal ao presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, e ao da Venezuela, Nicolás Maduro, rendeu-lhe críticas e elogios.
Segundo Ramdin, os Estados-membros "veem um futuro em que a OEA possa desempenhar um papel, sem se tornar um espectador (...) mas também que não seja uma força que toma partido". "Um mediador honrado não pode tomar partido e não queremos estar nessa posição", disse ele ao Atlantic Council.
Nas Américas, há três casos críticos: a Nicarágua, que saiu da OEA; a Venezuela, que, assim como Cuba, não participa da organização, e o Haiti.
"A ideia de que temos um conjunto homogêneo de países é absolutamente falsa", reconheceu Ramdin, mas pediu "mais efetividade" a nível institucional e transmitir à sociedade o valor da OEA.
F.Santana--PC