-
Médicos deveriam ter 'mudado a abordagem' em relação aos sintomas de Maradona, diz perito
-
Incêndio florestal obriga evacuação por mar de quase 500 turistas na Grécia
-
Bombardeios israelenses deixam dois mortos em Gaza
-
Rússia e Japão reacendem disputa territorial após visita de Putin às Ilhas Curilas
-
Supercopa da Europa 'foi a minha Copa do Mundo', escreve árbitro somali
-
Sobreviventes reencontram animais de estimação após terremoto na Colômbia
-
PSG chega a princípio de acordo com Barça para contratar Ferran Torres
-
Inflação na Argentina acelera levemente em julho
-
Florent Manaudou, lenda da natação francesa, anuncia aposentadoria
-
Astros sul-americanos sem clube buscam aquela que pode ser sua 'última dança'
-
EUA executa dois presos, um terceiro aguarda no corredor da morte
-
EUA planeja ataques 'em terra' contra traficantes com parceiros latino-americanos
-
Atacante sérvio Dusan Vlahovic deixa Juventus e assina com Besiktas
-
Putin visita ilhas disputadas com Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Barthez se junta à comissão técnica de Zidane na seleção francesa
-
Supercopa da Espanha de 2027 será disputada na Turquia
-
Explosão é registrada em fábrica de munições perto de Roma
-
Colômbia esgota prazo crucial para encontrar sobreviventes de terremoto
-
Israel envia tropas a uma cidade da Cisjordânia em meio a críticas dos EUA
-
Corte dos EUA indefere ação do governo Trump contra Harvard por antissemitismo
-
Turistas são evacuados no norte da Grécia por incêndio perto de Tessalônica
-
Rebeldes houthis reivindicam ataque contra refinaria saudita
-
México diz que Colômbia vetou envio de socorristas por falta de certificação
-
EUA afirma que 40 países servem de base para reenvio de produtos chineses
-
Porsche prevê parar de produzir o Taycan, seu único modelo 100% elétrico, até 2030
-
Raúl Castro reaparece em público em homenagem ao irmão, Fidel, em Havana
-
Futuro de Infantino deve ser decidido nas eleições, diz dirigente do futebol africano
-
Sindicato sueco encerra greve na Tesla após quase três anos
-
Manchester City renova com Jérémy Doku por mais cinco anos
-
Irã exige compensações por maré negra no Estreito de Ormuz
-
Bomba soviética de 500 kg é encontrada em jardim no Afeganistão
-
Irã afirma que controla o Estreito de Ormuz e contradiz Trump
-
Após 72 horas, Colômbia corre para encontrar sobreviventes após terremoto
-
Matthew McConaughey e seu doce retorno ao cinema com 'The Rivals of Amziah King'
-
IA tira trabalho de videntes cegos na Coreia do Sul
-
Fluminense demite técnico Zubeldía após oito partidas sem vitórias
-
Embaixador americano em Israel denuncia cerco de colonos a famílias palestinas na Cisjordânia
-
Vítimas de sequestro na Nigéria escapam de cativeiro infernal, espancadas e desnutridas
-
Parisienses ricos encontram sua Riviera às margens do Sena para escapar do calor
-
Número de civis mortos em julho na Ucrânia foi o mais elevado desde maio de 2022, informa ONU
-
Farage, líder do partido anti-imigração britânico, enfrenta teste eleitoral
-
Putin visita ilhas disputadas com o Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Governo e oposição da Venezuela anunciam esforços para reforma judicial e para recuperar ouro bloqueado
-
Swiatek vence Svitolina e enfrentará Rybakina na final do WTA 1000 de Toronto
-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
-
Ben Shelton vence Tien e vai enfrentar Nakashima na final do Masters 1000 de Montreal
-
Flamengo e Cruzeiro empatam no Mineirão (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
Congresso dos EUA aprova megaprojeto de lei orçamentária de Trump
O presidente americano, Donald Trump, obteve uma grande vitória política, nesta quinta-feira (3), com a aprovação pelo Congresso, por uma estreita, de seu megaprojeto de lei orçamentária, que consolida sua agenda radical para o segundo mandato e aumenta os fundos para sua campanha anti-imigração.
O projeto de lei pôs em destaque o controle do presidente sobre o Partido Republicano, que esteve dividido sobre um texto que aumentará enormemente a dívida nacional e cortará o apoio do governo à saúde e à assistência social.
Um pequeno grupo de opositores ao projeto dentro do partido no poder acabou se alinhando depois que o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, trabalhou durante a noite para reunir os dissidentes em torno da "Lei Grande e Bela" de Trump.
O megaprojeto de lei orçamentária foi aprovado por estreita margem na votação final na Câmara por 218 votos contra 214. A Casa Branca informou que Trump irá promulgá-lo em 4 de julho, feriado do Dia da Independência dos Estados Unidos.
"Um dos projetos de lei mais importantes da história", vangloriou-se Trump nas redes sociais uma hora antes.
O momento da votação foi atrasado quando o líder da minoria democrata, Hakeem Jeffries, criticou o texto por quase nove horas para retardar os procedimentos.
- Deportações em massa, cortes fiscais -
Com a aprovação, Trump obteve uma nova vitória, que consolida sua visão da política americana, depois das decisões a seu favor da Suprema Corte de Justiça e dos ataques dos Estados Unidos, que levaram a uma trégua no conflito entre Israel e Irã.
Seu extenso projeto de lei já tinha sido aprovado no Senado na terça-feira e precisou voltar à Câmara baixa para uma ratificação das alterações feitas pelos senadores.
O pacote cumpre muitas das promessas de campanha de Trump, como um aumento nos gastos militares, o financiamento de uma campanha de deportação em massa de migrantes e destina 4,5 trilhões de dólares (24,5 trilhões de reais) para estender seus cortes tributários do primeiro mandato (2017-2021).
"Hoje estamos colocando uma pedra angular crucial da nova Idade de Ouro dos Estados Unidos", disse Johnson.
Mas espera-se que a norma adicione 3,4 trilhões de dólares (18,5 trilhões de reais) em uma década ao déficit fiscal do país, enquanto reduz o programa federal de cupons de alimentos para a população vulnerável e gera os maiores cortes no seguro médico Medicaid para americanos de baixa renda desde seu lançamento, nos anos 1960.
Segundo algumas estimativas, o total de beneficiários que vão perder sua cobertura no seguro com o projeto será de 17 milhões. Também se espera o fechamento de muitos hospitais rurais.
Enquanto os moderados na Câmara estão preocupados que os cortes possam prejudicar suas perspectivas de reeleição, os 'falcões fiscais' - os mais ortodoxos - reclamam que as economias estão muito abaixo do prometido, segundo eles.
- Projeto "grande e feio" -
Johnson teve que negociar em margens estreitas e só era permitida a perda de alguns poucos votos dos legisladores na votação final, entre mais de duas dezenas que haviam dito anteriormente que poderiam rejeitar o texto de Trump, de 869 páginas.
O presidente passou semanas dando telefonemas e organizando reuniões na Casa Branca para convencer os legisladores divididos entre desagradar os beneficiários da assistência social em seus estados ou enfrentar a ira do chefe do Executivo.
Os democratas esperam que a oposição pública ao projeto de lei os ajude a retomar o controle da Câmara baixa nas eleições de meio de mandato, em 2026, com o argumento de que a iniciativa do presidente representa uma enorme redistribuição de riqueza dos americanos mais pobres para os mais ricos.
Antes da votação final, Hakeem Jeffries ocupou o púlpito por mais de três horas em nome dos democratas, relatando histórias de americanos comuns que, segundo ele, seriam prejudicados pela legislação de Trump.
"Este projeto de lei, este projeto de lei grande e feio - este orçamento imprudente dos republicanos, esta abominação repugnante - não trata de melhorar a qualidade de vida do povo americano", declarou.
B.Godinho--PC