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Ataque russo a campo de treinamento deixa 3 mortos e 18 feridos na Ucrânia
Três soldados ucranianos morreram e 18 ficaram feridos em um bombardeio russo contra um campo de treinamento militar, anunciou o Exército da Ucrânia nesta quarta-feira (30), um dia após ofensivas noturnas russas deixarem 25 mortos.
Os bombardeios ocorreram depois que o presidente dos Estados Unidos deu ao líder russo um prazo de "10 ou 12 dias", em vez de 50, para pôr fim à guerra na Ucrânia, sob a ameaça de sanções.
"O inimigo lançou um ataque com mísseis contra o território de uma das unidades de treinamento das forças terrestres", informou o Exército ucraniano no Facebook. "Três soldados morreram e 18 ficaram feridos", acrescentou, sem especificar o local do ataque, que ocorreu nesta terça-feira.
Horas antes, a Rússia havia lançado seis mísseis e realizado "1.229 ataques" com drones contra uma prisão na região sul de Zaporizhzhia, segundo o Exército ucraniano. Vinte e cinco civis, incluindo uma gestante, e mais de uma dezena de presos morreram nesses ataques, que deixaram mais de 70 feridos, segundo autoridades ucranianas.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, chamou o bombardeio russo de "ataque deliberado, intencional". Já o Kremlin negou que "alvos civis" estejam sendo atacados e afirmou que o Exército russo somente ataca "infraestrutura militar ou ligada ao Exército".
Imagens divulgadas pelo Ministério da Justiça ucraniano mostram escombros e tijolos espalhados pelo chão ao redor de um edifício na colônia penitenciária de Bilenkivska, cujas janelas foram destruídas. O ministério afirmou que não há risco de fuga dos detentos, uma vez que o perímetro do centro não foi danificado.
- Ataque em Rostov -
Nadiïa, 74, que vive em Bilenke, teve sua casa danificada pelo ataque. "Às 5h50, um vizinho me ligou e disse: 'Venha rápido, seu telhado desapareceu'. Não sobrou uma única janela intacta", contou.
Jornalistas da AFP observaram prédios em ruínas, tijolos espalhados pelo chão e quartos com tetos destruídos.
"O regime de Putin, que também faz ameaças aos Estados Unidos através de seus porta-vozes, deve enfrentar medidas econômicas e militares que o prive de sua capacidade de fazer guerra", disse o chefe da administração presidencial ucraniana, Andriy Yermak, na rede social X.
Um alto funcionário ucraniano disse à AFP que, no momento do ataque, havia 274 detentos, todos ucranianos, e 30 funcionários. Também confirmou que não havia prisioneiros de guerra russos.
A Missão de Monitoramento de Direitos Humanos da ONU na Ucrânia lembrou em um comunicado que as prisões não são infraestruturas militares e que os prisioneiros são civis que "devem ser protegidos pelo direito humanitário internacional".
Na Rússia, uma pessoa morreu na região de Rostov em um ataque com drones ucranianos, anunciou o governador regional, Yuri Sliusar.
Apesar dos novos ataques, o Kremlin garantiu hoje que mantém seu "compromisso com um processo de paz" e afirmou que tomou conhecimento do ultimato de Trump.
E.Borba--PC