-
Colômbia nega ter recusado ajuda pós-terremoto por motivos ideológicos
-
EUA anuncia ações militares conjuntas com Colômbia na luta antidrogas
-
Real Madrid vence La Coruña com gol de Brahim Díaz (1-0) e conquista Teresa Herrera
-
Libertadores coloca à prova Corinthians sem Depay contra Rosario Central de Di María
-
Líbano aprova lei de anistia geral para presos e foragidos
-
Bruno Guimarães estreia pelo Arsenal em amistoso contra o Como
-
PSG vence Aston Villa (2-1) e é campeão da Supercopa da Uefa
-
Sem Sinner e Alcaraz, Djokovic assume protagonismo no Masters 1000 de Cincinnati
-
Eclipse solar presenteia milhões de europeus com noite fugaz em pleno entardecer
-
Eclipse deixa parte da Espanha na escuridão
-
Filho de Rob Reiner nega acusações de homicídio apresentadas por júri nos EUA
-
Cadillac, última colocada no Mundial de F1, muda de chefe de equipe
-
Xavi Hernández é o novo técnico da seleção holandesa
-
OMS espera reverter em 3 meses tendência da epidemia de ebola na RDCongo
-
O coquetel letal que causou tantos desabamentos no duplo terremoto na Venezuela
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após forte terremoto
-
Eclipse solar escurece Ártico russo e Islândia e segue para a Espanha
-
Protestam na Venezuela contra sigilo nas negociações entre governo interino e oposição
-
Dezenas de países condenam execuções de manifestantes no Irã
-
Brasil ordena suspensão de "lives" no Discord após suicídio de adolescente
-
Erupção do Etna atrai multidão de turistas na Itália
-
Eclipse solar escurece os confins da Rússia e segue em direção à Espanha
-
Goleiro argentino Gerónimo Rulli assina com o Manchester City
-
"Nós a tínhamos procurado tanto", diz mãe de jovem resgatada após terremoto na Colômbia
-
Lukaku deixa o Napoli e assina com o Fenerbahçe
-
Ministro da Defesa diz que tropas israelenses permanecerão no Líbano, Síria e Gaza
-
Começa julgamento contra Meta por suposta dependência de menores
-
Los Angeles Lakers será vendido por US$ 12,5 bilhões, segundo ESPN
-
Trump é processado por vender acesso preferencial a publicações da Truth Social
-
Óculos para observar eclipse apresentam 'irregularidades' na França
-
Brasil ordena suspensão de 'lives' na plataforma Discord após suicídio de adolescente
-
UE adota novas regras contra 'químicos eternos' e embalagens plásticas
-
Lateral argentino Nahuel Molina troca Atlético de Madrid pela Roma
-
Chelsea anuncia contratação do lateral espanhol Pep Chavarría
-
Acidente com balsa em lago no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Noite em pleno entardecer: Espanha aguarda eclipse total do Sol
-
Messi diz ter 'muitas dúvidas' sobre continuar jogando por 'muito mais tempo'
-
Cuba celebra centenário de Fidel diante de uma das maiores crises da revolução
-
EUA: inflação registra leve desaceleração em julho
-
Ofensiva de Trump contra vacinas contradiz evidências científicas, diz OMS
-
Acidente de balsa no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Socorristas trabalham sem trégua para encontrar sobreviventes do terremoto na Colômbia
-
Arte ou medicina? O debate que divide o Japão sobre a tatuagem cosmética
-
'Motoboys' recebem aumento salarial significativo na Austrália
-
Brasil perde cobertura de vegetação nativa e enfrenta risco de impacto maior do El Niño
-
Ex-primeiro-ministro reformista chinês Zhu Rongji morre aos 97 anos
-
Uma pessoa morta e 172 resgatadas em segunda balsa incendiada em poucos dias na Indonésia
-
Rod Stewart cancela shows na América do Norte após cirurgia cardíaca
-
Putin ameaça interceptar navios ocidentais como medida de retaliação
-
Europeus se preparam para o eclipse solar total
Rússia diz que deve participar do diálogo sobre garantias de segurança à Ucrânia
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou, nesta quarta-feira (20), que um diálogo sobre garantias de segurança para a Ucrânia sem a participação de seu país "não levará a lugar nenhum", antes de uma reunião de chefes militares da Otan.
Os chefes do Estado-Maior dos exércitos da Otan devem se reunir por videoconferência nesta quarta-feira para discutir possíveis garantias de segurança para a Ucrânia, como parte dos intensos esforços diplomáticos para encerrar o conflito.
A reunião ocorre em meio ao frenesi diplomático impulsionado pela cúpula do Alasca entre o presidente americano, Donald Trump, e o presidente russo, Vladimir Putin, na semana passada.
Na terça-feira, Trump declarou sua disposição de fornecer apoio aéreo como garantia de segurança para a Ucrânia em caso de acordo com a Rússia, mas descartou o envio de tropas terrestres, missão que caberia aos aliados europeus.
"Eles estão dispostos a enviar pessoas para o terreno", disse o magnata republicano à Fox News, referindo-se aos líderes europeus que recebeu na Casa Branca durante seu encontro com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.
Além das questões territoriais, as garantias de segurança que a Ucrânia exige para dissuadir a Rússia são uma questão central nas negociações diplomáticas para abrir caminho para a paz.
Nos últimos meses, europeus e americanos levantaram diversas possibilidades, que vão de garantias semelhantes às desfrutadas pelos membros da Otan ao envio de um contingente militar para a Ucrânia ou apoio ao treinamento militar.
A Rússia rejeita categoricamente a maioria dessas possibilidades, já que considera a expansão da Otan em direção às suas fronteiras uma das "causas profundas" do conflito.
Lavrov afirmou que falar de garantias de segurança sem a Rússia "é utópico e não levará a lugar nenhum".
A Rússia já alertou que qualquer acordo de paz deve garantir a sua própria "segurança" e a das pessoas que falam russo na Ucrânia, argumento que utilizou para iniciar a ofensiva em 24 de fevereiro de 2022.
- "Escalada" -
Todos os participantes do encontro na Casa Branca celebraram os avanços nas garantias de segurança para Kiev, um tema crucial, e declararam que o presidente russo aceitou comparecer a uma reunião de cúpula com Zelensky nas próximas semanas.
Trump indicou, na segunda-feira, que, se a reunião bilateral fosse bem-sucedida, poderia acontecer depois um encontro trilateral com a sua participação.
O chanceler russo acusou os líderes europeus que acompanharam Zelensky em Washington de provocar uma "escalada agressiva da situação" ao tentar influenciar "de forma inadequada" Trump a continuar armando a Ucrânia.
Quase 30 aliados de Kiev, reunidos na "coalizão de voluntários", conversaram na terça-feira por videoconferência - um evento convocado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, e pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer - para se informar sobre as conversas em Washington.
As equipes de planejamento europeias e americanas devem entrar em contato nos "próximos dias para preparar a mobilização de uma força de segurança caso as hostilidades cheguem ao fim", indicou um porta-voz de Starmer.
Kiev acredita que, mesmo com o anúncio de um acordo de paz, Moscou tentará novamente uma ofensiva.
- Concessões territoriais -
A questão das concessões territoriais exigidas pela Rússia continua sendo uma grande incógnita, enquanto suas tropas ocupam quase 20% do território da Ucrânia.
Assim como os europeus, os Estados Unidos afirmam que o tema deve ser solucionado diretamente entre Rússia e Ucrânia, que até agora se recusa a ceder seu território.
Para o chefe de Governo alemão, Friedrich Merz, Kiev não deveria ser obrigada a fazer concessões territoriais.
Trump, no entanto, pediu "flexibilidade" a Zelensky e afirmou que a Ucrânia terá que se resignar, em particular com a região do Donbass, integrada por Donetsk e Luhansk, fronteiriças com a Rússia.
A.Motta--PC