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ONU aprova retirada das forças de paz do Líbano em 2027
O Conselho de Segurança da ONU aprovou, nesta quinta-feira (28), a prorrogação pela última vez do mandato das forças de manutenção de paz no sul do Líbano (Unifil) e, programou sua retirada para 2027, sob pressão dos Estados Unidos e de Israel.
Imediatamente, Israel e Estados Unidos classificaram a decisão de "histórica".
"Por uma vez temos alguma boa notícia da ONU", declarou o embaixador israelense, Danny Danon, ao acusar a Unifil de não ter conseguido impedir que Hezbollah "tomasse o controle da região".
"Pedimos à comunidade internacional que aproveite o próximo ano para fortalecer as Forças Armadas libanesas", comentou a embaixadora interina dos Estados Unidos, Dorothy Shea, ressaltando que o "i" da Unifil significa "interino".
Aproximadamente 10.800 capacetes azuis atuaram como intermediários entre Israel e Líbano desde março de 1978.
Mas a renovação habitual de seu mandato, que expira no domingo, enfrentou este ano a hostilidade de Israel e seu aliado americano, que pedem sua retirada.
Com o apoio de Beirute, a França, responsável por esse tema no Conselho de Segurança, considerou inicialmente uma prorrogação de um ano, alegando a "intenção" de avançar com a retirada da Unifil.
Mas diante do risco de um veto americano, após várias versões e um adiamento da votação, a resolução aprovada por unanimidade nesta quinta-feira estabelece claramente o fim da missão em 16 meses.
O Conselho "decide prorrogar o mandato da Unifil pela última vez (...) até 31 de dezembro de 2026 e iniciar uma redução e retirada ordenadas e seguras a partir de 31 de dezembro de 2026 e no prazo de um ano".
Ao final desse período, o Exército libanês será o único capaz de garantir a segurança no sul do país, diz o texto.
- Situação ainda "volátil" -
O embaixador adjunto francês, Jay Dharmadhikari, comemorou a prorrogação de 16 meses.
"A situação segue sendo volátil, e esforços coletivos ainda são necessários para uma estabilização duradoura ao longo da Linha Azul", a linha de demarcação estabelecida pela ONU entre Líbano e Israel, insistiu.
Vários Estados-membros expressaram mais claramente sua decepção pela saída antecipada dos capacetes azuis.
"O Reino Unido acredita que uma retirada prematura da Unifil corre o risco de fomentar um ambiente de segurança que o Hezbollah pode explorar", disse o representante britânico, James Kariuki.
Seu contraparte chinês, Geng Shuang, denunciou a "insistência obstinada" de um membro do Conselho que tem mostrado "total desprezo" pela situação no terreno.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, comemorou a prorrogação até o final de 2026, enquanto o presidente Joseph Aoun disse acreditar que esses 16 meses a mais darão à Unifil "a oportunidade (...) de fortalecer a estabilidade na fronteira sul".
A votação no Conselho de Segurança ocorre após o compromisso de Beirute de desarmar e desmantelar o movimento xiita pró-iraniano Hezbollah até o final do ano, sob pressão de Washington e como parte da implementação do cessar-fogo que pôs fim à guerra com Israel em 2024.
Esse acordo prevê a retirada do Hezbollah da zona ao sul do rio Litani e o desmantelamento de sua infraestrutura militar, em troca de um maior destacamento do Exército libanês e das forças de paz da ONU.
O acordo de cessar-fogo prevê a retirada israelense da área, mas Israel mantém tropas em posições fronteiriças consideradas estratégicas e realiza ataques regulares contra seu vizinho do norte.
A resolução desta quinta-feira também pede a Israel "que retire suas forças do norte da Linha Azul".
F.Cardoso--PC