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Israel destrói outro grande edifício residencial em Cidade de Gaza
O Exército israelense destruiu, neste sábado(6), mais um grande edifício residencial na Cidade de Gaza, cuja população foi ordenada a se deslocar para uma região que declarou "humanitária", o prenúncio de uma operação terrestre.
O coronel Avichay Adraee, porta-voz em língua árabe do Exército israelense, pediu nas redes sociais a evacuação de uma área onde, segundo estimativas da ONU, vivem cerca de um milhão de pessoas.
Aviões israelenses lançaram milhares de panfletos sobre os bairros do oeste da cidade, pedindo aos moradores que saíssem.
Pouco depois, o Exército israelense anunciou que destruiu um edifício de grande altura, identificado por testemunhas consultadas pela AFP como Sussi, no sudoeste da cidade.
"Li os panfletos [...], mas a pergunta é: para onde podemos ir?", afirmou Nafiz, de 44 anos, que vive com sua família em uma barraca no bairro de Rimal. "Vamos esperar e, quando virmos os tanques israelenses se aproximando, iremos embora".
Na sexta-feira, outro edifício similar foi destruído pelas forças israelenses.
"Seguimos", escreveu na rede social X o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que compartilhou um vídeo mostrando um edifício de cerca de 15 andares desmoronando em meio a uma grande nuvem de poeira.
- 'Mentiras descaradas' -
Na sexta-feira, o Exército israelense havia alertado que atacaria "infraestruturas terroristas" na Cidade de Gaza, particularmente os grandes edifícios residenciais.
Israel acusa o Hamas de utilizar essas estruturas em suas operações, o que o movimento palestino classifica de "mentiras descaradas".
O Exército israelense, que afirma controlar 75% da Faixa de Gaza e 40% de sua principal cidade, declarou que quer tomar a Cidade de Gaza para acabar com o Hamas e libertar os reféns em seu poder.
O Exército de Israel estima que 25 dos 47 reféns que permanecem em Gaza — dos 251 sequestrados no ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 em Israel — estão mortos.
O Hamas, por sua vez, acusou o Exército israelense de cometer "crime [...] de deslocamento forçado contra o povo palestino".
A ofensiva ocorre após o presidente americano, Donald Trump, afirmar na sexta-feira que os Estados Unidos estavam em negociações "muito profundas" com o Hamas.
O novo chefe do comando militar americano para o Oriente Médio (CENTCOM), Brad Cooper, realizou neste sábado sua primeira visita a Israel.
Em agosto, o movimento islamista palestino aceitou uma proposta de cessar-fogo que permitiria a libertação de reféns em etapas, graças à mediação de Egito, Estados Unidos e Catar.
Mas o governo do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu exige que o Hamas liberte todos os reféns de uma vez, deponha as armas, e afirma que quer assumir o controle da segurança da Faixa de Gaza.
- 'O Exército mente' -
Em sua mensagem, o porta-voz do Exército israelense indicou que foi declarada uma "zona humanitária" em Al Mawasi, ao sul da Cidade de Gaza, para "facilitar a evacuação dos habitantes".
Segundo o Exército israelense, essa zona inclui "infraestruturas humanitárias essenciais" e está abastecida "com alimentos, barracas, medicamentos e equipamentos médicos".
Desde o início da guerra, o Exército israelense tem bombardeado com frequência áreas declaradas "humanitárias" e "seguras", alegando a presença de combatentes do Hamas.
"O Exército mente para as pessoas. Quando buscamos ajuda [...], abrem fogo", lamenta Abdelnasser Mushtaha, de 48 anos, um deslocado no oeste da Cidade de Gaza que teve que abandonar o bairro de Zeitun por causa dos bombardeios.
Bassam al Astal, de 52 anos, outro deslocado agora instalado com sua família em Al Mawasi, afirma que a zona não é "nem humanitária, nem segura". "A cada dia morre mais gente, não há espaço para barracas, nem serviços humanitários, nem água, nem saneamento, nem ajuda alimentar", afirma.
Segundo a Defesa Civil do território palestino, onde o Hamas tomou o poder em 2007, 55 pessoas morreram neste sábado por disparos ou bombardeios israelenses.
Devido às restrições impostas aos meios de comunicação em Gaza e às dificuldades de acesso, a AFP não pode verificar de forma independente os balanços da Defesa Civil.
O ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra, provocou a morte de 1.219 pessoas em Israel, em sua maioria civis, segundo um levantamento da AFP com base em dados oficiais.
As represálias israelenses deixaram pelo menos 64.300 mortos em Gaza, a maioria mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde do território palestino, cujos dados são considerados confiáveis pela ONU.
G.Teles--PC