-
Noite em pleno entardecer: Espanha aguarda eclipse total do Sol
-
Messi diz ter 'muitas dúvidas' sobre continuar jogando por 'muito mais tempo'
-
Cuba celebra centenário de Fidel diante de uma das maiores crises da revolução
-
EUA: inflação registra leve desaceleração em julho
-
Ofensiva de Trump contra vacinas contradiz evidências científicas, diz OMS
-
Acidente de balsa no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Socorristas trabalham sem trégua para encontrar sobreviventes do terremoto na Colômbia
-
Arte ou medicina? O debate que divide o Japão sobre a tatuagem cosmética
-
'Motoboys' recebem aumento salarial significativo na Austrália
-
Brasil perde cobertura de vegetação nativa e enfrenta risco de impacto maior do El Niño
-
Ex-primeiro-ministro reformista chinês Zhu Rongji morre aos 97 anos
-
Uma pessoa morta e 172 resgatadas em segunda balsa incendiada em poucos dias na Indonésia
-
Rod Stewart cancela shows na América do Norte após cirurgia cardíaca
-
Putin ameaça interceptar navios ocidentais como medida de retaliação
-
Europeus se preparam para o eclipse solar total
-
Trump confirma troca de avião misteriosa que gerou questionamentos nos EUA
-
Socorristas resgatam mulher sob os escombros mais de 30 horas após o terremoto na Colômbia
-
Rybakina vence Osaka de virada e vai às semifinais do WTA 1000 de Toronto
-
Terremoto deixou mais de 240 mortos na Colômbia; buscas continuam
-
Polícia da Bolívia intercepta ônibus com maconha destinado ao São Paulo
-
Atual campeão, Ben Shelton vence Mensik e vai às semifinais do Masters 1000 do Canadá
-
Fluminense empata em casa com Independiente Rivadavia (0-0) na ida das oitavas da Libertadores
-
Gauff avança às semifinais do WTA 1000 de Toronto após desistência de Bencic
-
Palmeiras se prepara para enfrentar retranca do Cerro Porteño nas oitavas da Libertadores
-
Parentes denunciam julgamento de veteranos de guerra acusados de conspirar contra posse de Bukele
-
Pogba sofre nova lesão que levanta dúvidas sobre seu futuro
-
Parentes denunciam julgamento de veteranos de guerra acusados de conspirar contra Bukele
-
Desemprego juvenil no mundo aumentou em 2025
-
EUA anuncia novas conversas entre Israel e Líbano para setembro
-
Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez se casam em Portugal
-
Jódar vence Fils em Montreal e vai a sua primeira semifinal de Masters 1000
-
Troca de avião misteriosa de Trump gera questionamentos nos EUA
-
Maradona apresentava "sinais de alerta" que foram ignorados, diz legista
-
Alexis Sánchez chega à MLS para liderar o CF Montreal
-
Califórnia acusa Paramount de "chantagem" por supostos planos de sair do estado
-
Sem reforços, Flamengo retoma a Libertadores contra o Cruzeiro
-
Corinthians anuncia saída de Memphis Depay por razões econômicas
-
Empresa de IA Manus retoma operação independente após bloqueio chinês a acordo com Meta
-
Democratas votam em estados-chave dos EUA em meio a disputa ideológica interna
-
Argentina restringirá atendimento médico gratuito de estrangeiros não residentes
-
Por que o Oriente Médio deixa mercado petrolífero com nervos à flor da pele?
-
Pereira, a "cidade zumbi" devastada por um terremoto na Colômbia
-
Brandon Nakashima é o primeiro semifinalista do Masters 1000 de Montreal
-
Socorristas buscam sobreviventes de terremoto na Colômbia
-
Projeto imobiliário em Berlim ameaça bunker da última residêndia de Hitler
-
A inesperada sorte do dono de um card colecionável de Cooper Flagg
-
Líbano se torna primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte
-
Grupos de direitos humanos processam Trump por sanções ao TPI
-
Governo iemenita acusa rebeldes houthis de ataque letal contra navio no Mar Vermelho
-
Policia espanhola desmantela rede acusada de tráfico de meninas migrantes
Protesto em apoio a grupo pró-palestino proscrito deixa quase 900 detidos em Londres
Quase 900 pessoas foram detidas em Londres durante um protesto neste fim de semana em apoio ao grupo Palestine Action, proscrito desde o fim de julho em virtude da lei antiterrorista, informou a Polícia neste domingo (7).
A polícia metropolitana londrina (MET) informou que 857 pessoas foram detidas em cumprimento à lei antiterrorista, pois protestaram no sábado em apoio a uma organização proscrita.
Além disso, 33 pessoas foram detidas sob a acusação de atacar agentes da polícia e de outros crimes contra a ordem pública.
Cerca de 1.500 pessoas participaram do protesto em frente ao Parlamento britânico, exibindo cartazes que diziam "Sou contra o genocídio. Apoio o Palestine Action".
O governo britânico proibiu o grupo Palestine Action, em virtude da lei antiterrorista do ano 2000, depois que vários de seus membros invadiram uma base da Força Aérea Britânica e provocaram danos estimados em 7 milhões de libras (cerca de R$ 54 milhões, na cotação atual).
A decisão do governo sofreu críticas, inclusive da ONU, que consideram que esta proibição é desproporcional e constitui uma ameaça à liberdade de expressão.
O governo trabalhista defende que segue sendo possível participar de marchas a favor dos palestinos e o grupo Defend Our Juries organiza desde então manifestações contra a proibição.
A polícia de Londres tinha advertido, na sexta-feira, que não hesitaria em deter quem se manifestasse explicitamente a favor do Palestine Action.
"Temos o dever de fazer com que se cumpra a lei sem temor, nem favoritismos. Se as pessoas anunciam que têm a intenção de cometer um delito, não temos outro remédio que responder em consequência", afirmou, em um comunicado, a subcomissária adjunta da Polícia, Claire Smart.
- "Não somos terroristas" -
Smart afirmou que os agentes sofreram abusos "intoleráveis", como socos, chutes e cuspidas.
Durante o protesto, houve confrontos entre a polícia e manifestantes que tentavam impedir as detenções.
Muitos dos detidos por apoiar o Palestine Action pareciam ser idosos.
"Não somos terroristas (...) Devemos dizer que o Palestine Action tem o direito de existir. A proibição deve ser anulada", afirmou Polly Smith, uma aposentada de 74 anos.
Nigel, de 62 anos, diretor-geral de uma empresa de reciclagem que pediu para não revelar seu sobrenome, disse que a proibição imposta pelo governo em julho é "algo muito errado".
"Nosso governo (...) deveria usar o tempo para tentar cessar o genocídio [em Gaza] em vez de tentar parar protestos", disse à AFP antes de ser detido, enquanto outros manifestantes gritavam "Vergonha!" para a polícia.
A proscrição deste grupo que era praticamente desconhecido impulsionou o apoio à organização.
Antes da manifestação de sábado, mais de 800 pessoas foram detidas entre julho e 138 foram acusadas de apoio ou incitação a uma "organização terrorista" no âmbito destes protestos.
A maioria pode pegar penas de seis meses de prisão, mas aqueles que forem considerados organizadores das manifestações podem ser condenados a até 14 anos de prisão.
Outra manifestação pró-palestina reuniu, no sábado, milhares de pessoas nas ruas de Londres.
Desde o início da ofensiva israelense em Gaza, desencadeada pelo ataque sem precedentes do grupo islamista palestino Hamas contra Israel, em 7 de outubro de 2023, há marchas frequentes em apoio aos palestinos no Reino Unido.
O ataque do Hamas causou a morte de 1.219 pessoas em Israel, civis em sua maioria, segundo um balanço da AFP com base em dados oficiais.
A ofensiva israelense de retaliação causou a morte de pelo menos 64.300 pessoas em Gaza, na maioria mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde do território, sob autoridade do Hamas, cujos dados são considerados confiáveis pela ONU.
T.Resende--PC