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Programa de Jimmy Kimmel voltará ao ar na 3ª feira nos EUA
O programa de Jimmy Kimmel, suspenso na semana passada após ameaças do governo dos Estados Unidos por comentários do humorista sobre as consequências do assassinato do ativista de direita Charlie Kirk, retornará ao ar na terça-feira, informou nesta segunda-feira (22) a Disney.
"Na última quarta-feira, tomamos a decisão de suspender a produção do programa para evitar agravar ainda mais uma situação tensa em um momento emotivo para o nosso país. É uma decisão que tomamos porque consideramos que alguns dos comentários eram inoportunos", disse em um comunicado a Disney, proprietária da emissora ABC, que transmite o talk show.
"Passamos os últimos dias em conversas profundas com Jimmy e então decidimos que o programa volta ao ar na terça-feira."
As ameaças da Comissão Federal de Comunicações (FCC, que regula o setor nos Estados Unidos) e a saída do ar de "Jimmy Kimmel Live!", onde eram frequentes as críticas ao governo do presidente Donald Trump, foram condenadas por infringir a Primeira Emenda da Constituição, que garante a liberdade de expressão no país.
Artistas, comediantes e figuras do entretenimento se juntaram às críticas. Mais de 400 estrelas de Hollywood publicaram nesta segunda uma carta da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) em defesa de Kimmel e da liberdade de expressão.
"Jimmy Kimmel foi tirado do ar depois que nosso governo ameaçou uma empresa privada com retaliação. Isso marca um momento sombrio para a liberdade de expressão em nossa nação", afirma a carta assinada por celebridades como Tom Hanks, Jennifer Aniston, Meryl Streep e Pedro Pascal.
Mas também atraiu críticas de vozes da direita, como as do senador do Texas, Ted Cruz, e do apresentador Tucker Carlson.
"Gosto de Brendan Carr (...), mas o que ele disse é extremamente perigoso", comentou Cruz em seu podcast na semana passada. "Pode ser satisfatório ameaçar Jimmy Kimmel agora, mas lamentaremos quando isso for usado para silenciar os conservadores nos Estados Unidos."
- "Por bem ou por mal" -
Kimmel insinuou na segunda-feira passada em seu programa noturno de variedades que o movimento Make America Great Again (MAGA) de Trump estava explorando politicamente o assassinato de Kirk, um importante aliado do presidente.
Kirk, de 31 anos, foi baleado em 10 de setembro enquanto participava de um debate em um campus universitário de Utah. O suposto autor do disparo, Tyler Robinson, de 22 anos, entregou-se às autoridades e foi acusado de homicídio qualificado.
"Tivemos alguns pontos baixos no fim de semana, com o pessoal do MAGA desesperadamente tentando caracterizar esse cara que matou Charlie Kirk como qualquer coisa, menos um deles, e fazendo de tudo para tirar proveito político disso", afirmou Kimmel na segunda-feira passada.
Menos de dois dias depois, o diretor da FCC, Brendan Carr, ameaçou a emissora ABC com ações legais.
"Podemos fazer isso por bem ou por mal. Ou essas empresas procuram maneiras de mudar sua conduta, de agir francamente em relação a Kimmel, ou a FCC terá trabalho adicional pela frente", alertou Carr na quarta-feira.
Em seguida, a Nexstar, responsável pela maior parte dos canais afiliados à ABC, informou que não transmitiria o programa, e a ABC prosseguiu anunciando sua retirada do ar "indefinidamente".
Trump comemorou a suspensão do talk-show e chegou a dizer na sexta-feira que a cobertura negativa de sua administração deveria ser "ilegal".
J.Oliveira--PC