-
Começa o julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur, 30 anos depois
-
Chuvas provocam 13 mortes nas Filipinas
-
Lucrativa IA chinesa agita a concorrência de preços entre os gigantes americanos
-
Meta enfrenta novo julgamento na Califórnia por efeito viciante de redes sociais
-
Trechos do Reno, na Alemanha, podem se tornar inavegáveis
-
Ataque ucraniano mata 13 pessoas na região central da Rússia
-
Uefa, Concacaf e AFC afirmam a Infantino que o futebol 'não pertence a nenhum indivíduo'
-
Calor recorde em julho em regiões onde vivem 900 milhões de pessoas
-
Crise na Fifa: o futebol 'não pertence a nenhum indíviduo, afirmam Uefa, Concacaf e AFC
-
Tufão Dolphin perde força mas provoca o cancelamento de centenas de voos
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 är färdigutvecklat – SNC SCANDIC ECO-Systemet är nu komplett
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 je hotový – systém SNC SCANDIC ECO je kompletní
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 jest gotowy – system SNC SCANDIC ECO jest kompletny
-
تم الانتهاء من تطوير SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 – وبذلك أصبح نظام SNC SCANDIC ECO متكاملاً
-
स्कैंडिक ट्रेड अल्टीमेट 2.6 अब पूरा हो गया है – SNC स्कैंडिक इको-सिस्टम अब पूरी तरह से चालू है।
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6が完成――SNC SCANDIC ECOシステムが完成しました
-
Ataques entre Rússia e Ucrânia deixam 18 mortos
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6이 완성되었습니다 – SNC SCANDIC ECO-시스템이 완성되었습니다
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 已正式推出——SNC SCANDIC ECO 系統現已完整建置
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 завершено — екосистема SNC SCANDIC стала повноцінною
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 завершена — экосистема SNC SCANDIC стала полноценной
-
O SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 está concluído – o SNC SCANDIC ECO-System está completo
-
João Fonseca perde para atual campeão Ben Shelton, que vai às quartas do Masters 1000 de Montreal
-
Irlanda acusa suposto chefe de cartel extraditado pelos Emirados
-
Espanhóis Daniel Mérida e Rafael Jódar avançam às quartas do Masters 1000 de Montreal
-
Don Nelson, lenda da NBA como jogador e treinador, morre aos 86 anos
-
Rybakina vence batalha contra Samsonova e avança às quartas de final em Toronto
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e volta a se distanciar de Trump
-
Como contrata zagueiro Trevoh Chalobah, do Chelsea e da seleção inglesa
-
Líder supremo e presidente do Irã têm encontro raro
-
Bruno Guimarães se apresenta à torcida do Arsenal
-
Irã exige que EUA aceite condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Mónaco de Filipe Luis vence Liverpool (3-2) de virada em amistoso em Anfield
-
Lucas Digne deixa Aston Villa e volta ao PSG
-
Irã afirma que Ormuz seguirá bloqueado até que EUA aceite 'todas' as suas condições
-
Jannik Sinner está fora do Masters 1000 de Cincinnati por lesão no joelho
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia e na Rússia após ataques recíprocos
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e se distancia novamente de Trump
-
Lionel Messi se despede de seu pai e recebe mensagens de carinho em Rosário
-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
Confrontos fronteiriços entre Tailândia e Camboja deixam 10 mortos
Apesar dos apelos internacionais por moderação, os confrontos se espalharam nesta terça-feira (9) ao longo da fronteira entre a Tailândia e o Camboja, onde o número de mortos chegou a 10, com quase 150 mil deslocados.
Os dois vizinhos do sudeste asiático trocam acusações sobre que lado provocou a retomada dos combates na noite de domingo, menos de dois meses após a assinatura de um acordo de cessar-fogo com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O Exército tailandês atacou a província fronteiriça de Banteay Meanchey nesta terça-feira, "resultando na morte de dois civis que viajavam pela Rodovia Nacional 56 devido aos bombardeios", informou o Ministério da Defesa do Camboja no Facebook.
A porta-voz do Ministério, Maly Socheata, disse posteriormente a repórteres que, até a manhã desta terça-feira, sete civis cambojanos haviam morrido e 20 ficaram feridos nos ataques tailandeses.
Horas depois, o Exército tailandês anunciou em um comunicado a morte de dois de seus soldados, além de um morto no dia anterior.
Até então, o Camboja alegava não ter respondido aos ataques da Tailândia, que na segunda-feira incluíram bombardeios aéreos e o envio de tanques para áreas de fronteira.
No entanto, o influente ex-primeiro-ministro do Camboja, Hun Sen, anunciou nesta terça-feira que seu país tomou represálias "após ter respeitado pacientemente o cessar-fogo por mais de 24 horas e ter tido tempo para deixar a população a salvo".
"Nossas forças devem lutar em todos os lugares onde o inimigo atacou", escreveu o ex-líder no Facebook.
A União Europeia pediu na segunda-feira que ambos os países "exerçam a máxima contenção", enquanto o secretário-geral da ONU, António Guterres, instou ambos os lados a "renovarem seu compromisso com o cessar-fogo" negociado no início deste ano, disse seu porta-voz.
Washington recomendou aos americanos que evitem qualquer viagem a um raio de 50 quilômetros da fronteira entre Tailândia e Camboja.
"A Tailândia deve apoiar firmemente aqueles que protegem a nossa soberania. Não podemos parar agora", disse o primeiro-ministro, Anutin Charnvirakul, nesta terça-feira, sem demonstrar sinais de moderação.
- Mais de 140.000 deslocados -
A disputa entre os dois vizinhos gira em torno de um desacordo centenário sobre as fronteiras traçadas durante o domínio colonial francês na região. Tanto a Tailândia quanto o Camboja reivindicam a soberania sobre vários templos antigos na área fronteiriça.
Os dois países se envolveram em cinco dias de combates em julho, que deixaram 43 mortos e cerca de 300 mil deslocados, antes que um cessar-fogo entrasse em vigor.
O cessar-fogo foi ratificado em um acordo no final de outubro, intermediado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, mas foi suspenso pela Tailândia semanas depois, após a explosão de uma mina terrestre que feriu vários soldados.
Assim como antes, dezenas de milhares de pessoas fugiram novamente das regiões fronteiriças: cerca de 125 mil do lado tailandês e mais de 21 mil do lado cambojano, segundo as autoridades.
Poan Hay, uma cambojana de 55 anos, saiu às pressas de casa com sua família, incluindo três crianças pequenas, assim que ouviu os disparos.
"Esta é a quarta vez que tenho que fugir", disse ela à AFP em um pagode na província de Siem Reap. "Não sei quando poderei voltar. Tenho dormido muito pouco nos últimos cinco meses; estava preocupada com a nossa segurança".
Na província de Surin, na Tailândia, Sutida Pusa, que administra um pequeno mercado, hesitou antes de deixar seu vilarejo, localizado a cerca de 20 quilômetros da fronteira.
"Primeiro, eu queria ver a situação com meus próprios olhos, porque os combates não estão tão intensos quanto em julho", disse a mulher de 30 anos à AFP. "Nem sempre confiamos no que nos dizem".
burs-sco/mas/dbh/pc/hgs/ad/mas/cr/meb/hgs/mb/aa/fp
E.Paulino--PC