-
Rybakina vence batalha contra Samsonova e avança às quartas de final em Toronto
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e volta a se distanciar de Trump
-
Como contrata zagueiro Trevoh Chalobah, do Chelsea e da seleção inglesa
-
Líder supremo e presidente do Irã têm encontro raro
-
Bruno Guimarães se apresenta à torcida do Arsenal
-
Irã exige que EUA aceite condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Mónaco de Filipe Luis vence Liverpool (3-2) de virada em amistoso em Anfield
-
Lucas Digne deixa Aston Villa e volta ao PSG
-
Irã afirma que Ormuz seguirá bloqueado até que EUA aceite 'todas' as suas condições
-
Jannik Sinner está fora do Masters 1000 de Cincinnati por lesão no joelho
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia e na Rússia após ataques recíprocos
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e se distancia novamente de Trump
-
Lionel Messi se despede de seu pai e recebe mensagens de carinho em Rosário
-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
-
Europa se prepara para queda de geração de energia durante eclipse
-
Luca Zidane deixa Granada e assina com Leganés
-
Rybakina derrota Li e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
Rússia diz que vai considerar como alvo toda presença militar ocidental na Ucrânia
A Rússia criticou, nesta quinta-feira (8), o plano europeu de garantias de segurança para a Ucrânia e advertiu que vai considerar como "alvo legítimo" toda presença militar ocidental no país.
A reação de Moscou esfria as esperanças de que a iniciativa possa aproximar o fim do conflito mais mortal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, que dura quase quatro anos.
A Rússia continua bombardeando a Ucrânia, mirando em particular em infraestruturas de energia do país. Mais de meio milhão de famílias ficaram sem água e calefação nesta quinta-feira em meio a temperaturas congelantes, após ataques noturnos com drones.
"As novas declarações militaristas da chamada Coalizão dos Voluntários e do regime de Kiev constituem juntos um genuíno 'eixo da guerra'", declarou, nesta quinta, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova.
Os membros da Coalizão dos Voluntários se comprometeram, na terça-feira, durante uma reunião em Paris, a aportar garantias "robustas" de segurança para Kiev, incluindo a mobilização de uma "força multinacional" apoiada pelos Estados Unidos, em caso de trégua.
Não foram dados detalhes sobre esta força, embora França, Reino Unido e Espanha tenham expressado sua disposição em enviar tropas para esta missão.
"Todas estas unidades e instalações serão consideradas alvos legítimos para as forças armadas russas. Estas advertências têm sido feitas repetidamente no mais alto nível e seguem sendo válidas", declarou Zakharova.
A Rússia advertiu em várias ocasiões que qualquer mobilização militar ocidental na Ucrânia constitui uma linha vermelha.
Os Estados Unidos não assinaram a declaração. No entanto, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, informou, nesta quinta-feira, que o documento está "praticamente pronto" para ser apresentado ao presidente americano, Donald Trump, para sua aprovação.
- Mais de um milhão de famílias sem luz e água -
No terreno, os ataques russos na Ucrânia durante a noite deixaram mais de um milhão de famílias sem água e calefação na região de Dnipropetrovsk, no centro do país, segundo as autoridades.
Assim como nos invernos anteriores, a Rússia intensificou seus ataques às instalações de energia da Ucrânia, o que Kiev e seus aliados qualificam como estratégia deliberada contra a população civil.
A infraestrutura energética crítica de Dnipropetrovsk sofreu danos durante o ataque, segundo o governador da região, Vladyslav Gaivanenko.
"A situação é difícil", mas quando a segurança permitir, o serviço será restabelecido, publicou Gaivanenko na plataforma Telegram.
A força aérea ucraniana deu conta de ataques russos com 97 drones. Setenta foram derrubados pelo sistema de defesa aérea, mas 27 atingiram vários lugares, acrescentou.
Desde que Washington apresentou, no fim de novembro, um plano para pôr fim ao conflito, os esforços neste sentido por parte da Rússia e da Ucrânia se intensificaram, sobretudo entre Kiev e seus aliados ocidentais.
A Rússia segue exigindo que as forças ucranianas se retirem de 20% da região de Donetsk que ainda controlam, e que a Ucrânia se comprometa juridicamente a não entrar na Otan.
No fim de dezembro, o presidente russo, Vladimir Putin, assegurou que alcançaria seus objetivos, seja pela via diplomática ou pela força.
No terreno, as tropas russas - mais numerosas e melhor equipadas - seguem avançando. O Ministério da Defesa russo anunciou, nesta quinta-feira, a tomada da cidade de Bratske, no sul da região de Dnipropetrovsk.
A.Seabra--PC