-
Mónaco de Filipe Luis vence Liverpool (3-2) de virada em amistoso em Anfield
-
Lucas Digne deixa Aston Villa e volta ao PSG
-
Irã afirma que Ormuz seguirá bloqueado até que EUA aceite 'todas' as suas condições
-
Jannik Sinner está fora do Masters 1000 de Cincinnati por lesão no joelho
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia e na Rússia após ataques recíprocos
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e se distancia novamente de Trump
-
Lionel Messi se despede de seu pai e recebe mensagens de carinho em Rosário
-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
-
Europa se prepara para queda de geração de energia durante eclipse
-
Luca Zidane deixa Granada e assina com Leganés
-
Rybakina derrota Li e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
-
Rebeca Andrade tira nota mais alta do mundo no salto em 2026
-
Rússia nega estar por trás do drone com explosivos encontrado em aeroporto alemão
-
De la Espriella: um milionário pró-Trump na Presidência da Colômbia
-
Vasco anuncia contratação do atacante argentino Facundo Colidio
-
Ex-advogado de Trump pronto para ser confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Espanha lança ultimato à Itália para que levante controles fronteiriços
Irã afirma estar pronto para guerra diante de ameaças de Trump
O Irã está preparado para uma guerra e também pronto para negociar, disse nesta segunda-feira (12) o chanceler Abbas Araqchi, depois que Washington reiterou suas ameaças de intervir militarmente caso a repressão ao movimento de protesto, que teria deixado ao menos quase 200 mortos, não cesse.
Diante das grandes concentrações dos últimos dias em Teerã e em outras cidades, as autoridades convocaram contramanifestações nesta segunda-feira em apoio à República Islâmica, que enfrenta um de seus maiores desafios sociais desde sua proclamação, em 1979.
A ONG Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega, afirmou no domingo que havia ao menos 192 manifestantes mortos desde o início dos protestos, em 28 de dezembro, mas advertiu que o balanço real pode ser muito maior.
"Informações não verificadas indicam que ao menos várias centenas, ou até mais de 2.000 pessoas segundo algumas fontes, foram assassinadas", ressaltou a ONG, que também registrou mais de 2.600 detenções.
Apesar do corte da internet imposto pelas autoridades desde 8 de janeiro, imagens vazadas de Teerã e de outras cidades do Irã, provavelmente por via satelital, mostraram grandes manifestações nas últimas noites.
Em um vídeo checado pela AFP, aparecem dezenas de corpos envolvidos em sacos pretos diante de um necrotério na capital, enquanto várias pessoas parecem procurar familiares desaparecidos.
Em Teerã, a vida parecia quase paralisada, segundo um jornalista da AFP.
Inicialmente, os protestos eram contra o aumento do custo de vida, mas, com o passar dos dias, transformaram-se em um movimento contra o regime teocrático que governa o Irã desde a revolução.
Essas manifestações ocorrem em um país enfraquecido pela guerra de 12 dias com Israel em junho de 2025, pelos golpes sofridos por vários de seus aliados regionais e pelas sanções relacionadas a seu programa nuclear.
- "Opções muito fortes" -
Depois de ameaçar várias vezes ordenar uma intervenção militar em resposta à repressão, o presidente americano, Donald Trump, afirmou no domingo que os líderes iranianos queriam "negociar" e que "uma reunião estava sendo preparada", sem descartar a opção militar.
"Talvez tenhamos que agir antes de uma reunião", disse Trump, acrescentando que o Exército americano estudava "opções muito fortes".
O Irã "não busca a guerra, mas está totalmente preparado", afirmou nesta segunda-feira o chanceler Abbas Araqchi, em uma conferência de embaixadores estrangeiros em Teerã.
No entanto, o diplomata acrescentou que "também estamos preparados para negociar", mas ponderou que "essas negociações devem ser justas, com igualdade de direitos e baseadas no respeito mútuo".
No domingo à tarde, o governo declarou três dias de luto nacional pelos "mártires da resistência", em referência principalmente a membros das forças de segurança mortos nos protestos.
As autoridades dizem compreender as reivindicações econômicas dos manifestantes, mas criticam os "baderneiros" que, segundo elas, estariam sendo manipulados pelo exterior, liderado pelos Estados Unidos e por Israel.
O presidente do Irã, Masud Pezeshkian, instou a população a participar de uma "marcha de resistência" em todo o país nesta segunda-feira, para denunciar a violência cometida, segundo ele, por "criminosos terroristas urbanos".
No domingo, um vídeo amplamente compartilhado voltou a mostrar manifestantes reunidos no distrito de Punak, em Teerã, entoando palavras de ordem em apoio à monarquia deposta.
Reza Pahlavi, filho do xá deposto e figura da oposição iraniana desde seu exílio nos Estados Unidos, instou nas redes sociais as forças armadas e de segurança a "apoiar o povo".
A.P.Maia--PC