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Trump viaja para Davos, de olho em casa
O presidente americano, Donald Trump, voltará ao Fórum Econômico Mundial, em Davos (19 a 23 de janeiro), na Suíça, após provocar uma nova avalanche na ordem global. Mas para o republicano, sua principal audiência está em casa.
A primeira aparição de Trump em seis anos na reunião da elite política e econômica mundial ocorre em meio a uma crise crescente por sua tentativa de assumir o controle da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca.
Os outros líderes presentes na cidade montanhosa suíça estarão ansiosos por falar de outros marcos seu primeiro ano de volta ao poder, das tarifas aduaneiras a Venezuela, Ucrânia, Gaza e Irã.
No entanto, para o presidente americano, seu discurso principal será dirigido, em grande medida, aos Estados Unidos.
Os americanos estão indignados com o custo da vida, apesar das promessas de Trump de criar uma "era dourada", e seu partido poderia sofrer um castigo nas eleições legislativas de meio de mandato, em novembro.
Isto significa que Trump dedicará pelo menos parte de seu tempo na luxuosa Davos - um local onde os líderes podem facilmente parecer desconectados das pessoas comuns - a falar da moradia nos Estados Unidos.
Um funcionário da Casa Branca disse à AFP que Trump "apresentará iniciativas para reduzir os custos da moradia" e "enaltecerá sua agenda econômica, que impulsionou os Estados Unidos a liderarem o mundo em crescimento".
Espera-se que o republicano, de 79 anos, anuncie planos que permitam aos potenciais compradores de moradia recorrer a suas contas de poupança para a aposentadoria para pagar a entrada de uma propriedade.
O bilionário é muito consciente de que a acessibilidade se tornou o calcanhar de Aquiles de seu segundo mandato.
Uma pesquisa da CNN divulgada na semana passada revelou que 58% dos americanos consideram que seu primeiro ano de volta à Casa Branca tem sido um fracasso, especialmente na área econômica.
Apoiadores de Trump também estão cada vez mais inquietos com a abordagem aparentemente implacável do presidente dos "Estados Unidos em primeiro lugar" na política externa desde que voltou ao Salão Oval.
Mas na Suíça, Trump não vai poder evitar a tempestade global de acontecimentos que ele próprio gerou desde 20 de janeiro de 2025.
Ele estará ao lado de muitos líderes dos mesmos aliados europeus da Otan, aos quais acaba de ameaçar com tarifas caso apoiem sua tentativa de assumir o controle da Groenlândia.
- "Estagnação econômica" -
Também alimentaram as tensões as tarifas que Trump anunciou no começo de seu segundo mandato.
Trump "ressaltará que os Estados Unidos e a Europa devem deixar para trás a estagnação econômica e as políticas que a provocaram", antecipou o funcionário da Casa Branca.
A guerra na Ucrânia também estará sobre a mesa.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, espera se reunir com Trump para assinar novas garantias de segurança com vistas a um esperado acordo de cessar-fogo com a Rússia, assim como líderes do G7.
Mas embora a delegação americana inclua o secretário de Estado, Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff e o genro do presidente, Jared Kushner, que desempenharam papéis-chave na Ucrânia, não há nenhuma reunião agendada.
"Não foram programadas reuniões bilaterais para Davos até este momento", informou a Casa Branca.
Enquanto isso, informa-se que Trump está considerando realizar em Davos a primeira reunião do chamado "Conselho de Paz" para a Faixa de Gaza, devastada pela guerra, após anunciar seus primeiros membros nos últimos dias.
Também surgem perguntas sobre o futuro da Venezuela, após a operação militar americana para depor seu líder, Nicolás Maduro, parte da nova abordagem de Trump para a região.
O fórum sempre foi uma combinação peculiar para o magnata nova-iorquino do setor imobiliário e ex-astro de reality show, que durante muito tempo desprezou as elites globalistas.
Ao mesmo tempo, Trump gosta da companhia dos ricos e bem-sucedidos.
Em seu primeiro comparecimento a Davos, em 2018, foi vaiado ocasionalmente, mas voltou com força em 2020, quando desqualificou os "profetas da fatalidade" sobre o clima e a economia.
Agora, Trump volta como um presidente mais poderoso do que nunca, dentro e fora do seu país.
S.Caetano--PC