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Rússia pede que EUA suspenda novas sanções ao seu petróleo devido à guerra no Oriente Médio
A Rússia pediu, nesta sexta-feira (13), aos Estados Unidos que ampliem o levantamento das sanções às suas exportações de petróleo, uma medida para atenuar os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio, à qual se opõem tanto a União Europeia quanto a Ucrânia.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou na quinta-feira (12) uma licença que autoriza, até 11 de abril, a venda de petróleo e de produtos petrolíferos russos que já estivessem carregados em navios antes de 12 de março.
A autorização, qualificada como "medida de curto prazo", tem como objetivo "aumentar o alcance mundial da oferta existente", afirmou Bessent.
No entanto, a UE classificou a medida como "muito preocupante" e teme que ela reforce a ofensiva russa na Ucrânia.
"Tem repercussões na segurança europeia", disse Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, enquanto o chefe do governo alemão, Friedrich Merz, a considerou "um erro".
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, alertou, durante uma visita à França, que "esta concessão por parte dos Estados Unidos poderia dar à Rússia cerca de 10 bilhões de dólares (aproximadamente 52 bilhões de reais) para a guerra". "Isso certamente não ajuda a paz", afirmou.
Da mesma forma, o presidente francês, Emmanuel Macron, que se reuniu con Zelensky, assegurou que a Rússia está "enganada" se acredita que a guerra no Irã lhe dará uma trégua.
Na semana passada, a administração americana já havia autorizado, por um período de um mês, a entrega à Índia de petróleo russo bloqueado no mar.
- "Impossível" sem a Rússia -
Os preços do petróleo bruto dispararam desde o início da guerra no Oriente Médio, no final de fevereiro, que bloqueou o Estreito de Ormuz, por onde passa um quarto do comércio global de hidrocarbonetos.
A Rússia, um dos principais produtores de petróleo, exigiu mais medidas de Washington, ao considerar que é "impossível" estabilizar o mercado mundial de energia sem o petróleo russo.
"Vemos que os Estados Unidos buscam estabilizar os mercados energéticos e, neste ponto, nossos interesses coincidem", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em uma coletiva de imprensa diária da qual a AFP participou.
No entanto, garantiu que "sem volumes importantes de petróleo russo, é impossível estabilizar o mercado", assegurou.
O enviado do Kremlin para assuntos econômicos, Kiril Dmítriev, também insistiu, nesta sexta-feira, na importância do petróleo russo neste contexto.
"Os Estados Unidos reconhecem, na prática, o óbvio: sem o petróleo russo, o mercado mundial de energia não pode se manter estável", destacou no Telegram nesta sexta-feira.
O barril de Brent, referência internacional para o petróleo, se mantinha nesta sexta-feira em cerca de 100 dólares (520,45 reais).
Desde 28 de fevereiro, quando os ataques conjuntos dos Estados Unidos e Israel contra o Irã desencadearam uma guerra regional no Oriente Médio, o petróleo chegou a atingir brevemente 120 dólares (624,54 reais) por barril.
A Rússia foi, durante anos, um dos principais fornecedores de petróleo e gás para os países da União Europeia, especialmente para a Alemanha e para os países da Europa Oriental, até a eclosão da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.
O relaxamento das sanções coloca um dilema para os Estados Unidos, que desde 2022 tentam limitar a capacidade de Moscou de financiar a guerra na Ucrânia.
Em outubro de 2025, Washington acrescentou as gigantes petroleiras russas Rosneft e Lukoil à sua lista de sanções para pressionar o Kremlin.
Mas, na quinta-feira, suspendeu as sanções que afetavam as subsidiárias alemãs da Rosneft, sem dar explicações.
As receitas de petróleo e gás da Rússia atingiram, em janeiro, seu nível mais baixo em cinco anos e a economia russa, que depende delas, enfrenta dificuldades.
A Rússia, considerada um pária econômico aos olhos dos países ocidentais desde sua ofensiva em grande escala na Ucrânia, teve que redirecionar parte de suas exportações de petróleo bruto para outros mercados, como Índia, Turquia e China.
No entanto, o presidente russo, Vladimir Putin, assegurou na segunda-feira (9) estar disposto a fornecer petróleo e gás aos países europeus, caso estes se declarem a favor de uma "cooperação duradoura e estável" com Moscou, no contexto da escalada de preços.
A.Santos--PC