-
'Isso o deixou louco', diz única mulher que conseguiu condenar Trump por agressão sexual
-
Imigrantes 'contemplam suicídio' em acampamento na Grécia
-
Lula e Flávio Bolsonaro querem exército digital para conquistar as redes antes das eleições
-
Partido de Putin vence eleições legislativas russas por ampla margem
-
Zelensky diz que Trump lhe concederá licença para fabricar mísseis Patriot
-
Habitantes de Gaza se abrigam em prédios com risco de desabamento
-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
-
Zelensky afirma que Trump concordou em conceder a Kiev licenças para mísseis Patriot
-
Leão XIV chega à França para primeira visita de um papa em 18 anos
-
Guerra na Etiópia se intensifica em meio a combates e cortes na internet
-
Papa Leão XIV chega à França para visita há muito esperada
-
Xi visita Casa Branca e pede a Trump relação 'sem conflito'
-
Susan Sarandon é detida em Nova York durante protesto contra Netanyahu
-
EUA 'deve decidir' se quer encerrar guerra, diz presidente iraniano
-
EUA tenta apoiar Musk em batalha legal contra UE
-
Seleção holandesa de Xavi arranca empate com Alemanha de Klopp na Liga das Nações
-
Em tom combativo, Netanyahu dispara contra seus críticos na ONU
-
Portugal estreia na Liga das Nações com vitória sobre País de Gales
-
Com 2 de Haaland, Noruega vence Dinamarca (3-2) na Liga das Nações
-
França vai enviar 'recursos militares' para proteger infraestrutura de energia saudita
-
Xi pede a Trump uma relação 'sem conflito' em visita aos EUA marcada por pompa
-
Alcaraz defende fim dos jogos de madrugada nos Grand Slams
-
Sem clube desde saída do Real Madrid, Alaba assina com a Udinese
-
Excluído dos shows de Ed Sheeran, Macklemore organiza turnê 'Free Palestine'
-
Messi merece se despedir "como quiser", diz Scaloni
-
CNN, MS NOW e Politico voltam à Casa Branca após ordem judicial
-
Gaza sofre 'a crise econômica mais grave' do mundo, alerta ONU
-
Ibrahima Konaté é cortado da seleção francesa por lesão
-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
-
Nadador japonês de 17 anos bate recorde mundial dos 200m peito
-
Equador perde para Coreia do Sul na estreia de Gallardo
-
Deus e IA: o Vaticano se convida à mesa dos gigantes da tecnologia
-
Documentário israelense 'NAZA' estará disponível gratuitamente online
-
Amistosos da Seleção serão 'boa oportunidade' para os jovens, diz Ancelotti
-
Trump recebe Xi com todas as honras e garante que China também não quer barreiras à IA
-
Papa defende prevenção à mudança climática por 'justiça' social
-
Embaixador de Israel nos EUA afirma que seu filho luta pela vida
-
Isolado e na defensiva, Netanyahu discursa na Assembleia da ONU
-
Grécia volta a instar Reino Unido a devolver frisos do Partenon
-
Governo talibã afegão afirma que ataques do Paquistão mataram 4 civis
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Stefan Haupt συμφωνούν σε συνεργασία για μια θρυλική συλλογή έργων τέχνης στη Ρουμανία
-
Rebeldes do norte da Etiópia anunciam 'guerra total' contra o governo
Irã descarta reabrir Ormuz após apreender 2 navios, um de bandeira panamenha
O Irã prometeu, nesta quarta-feira (22), que não reabrirá o Estreito de Ormuz, apesar da trégua e enquanto os Estados Unidos mantêm seu bloqueio naval, ao mesmo tempo que anunciou a apreensão de dois navios, um deles de bandeira panamenha, que tentavam atravessar essa via estratégica.
A tensão permanece alta em Ormuz, uma passagem crucial para o comércio mundial de hidrocarbonetos e um dos temas centrais desta guerra desencadeada em 28 de fevereiro pelos ataques israelenses e americanos contra a República Islâmica.
"Um cessar-fogo completo só tem sentido se não for infringido mediante um bloqueio naval", disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, que liderou a delegação de Teerã em uma primeira rodada de conversas no Paquistão.
"A reabertura do Estreito de Ormuz não é possível em meio a uma violação flagrante do cessar-fogo", ressaltou.
Por parte dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump não descartou uma retomada das conversas entre as partes beligerantes nos próximos dias.
"É possível!", escreveu em resposta à mensagem de uma jornalista do New York Post, que lhe perguntava sobre a probabilidade de realizar negociações nas próximas "36 a 72 horas", ou seja, até sexta-feira.
Enquanto isso, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), o exército ideológico do Irã, anunciou que havia "apreendido" dois "barcos infratores" que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz e os conduziu para sua costa.
A Casa Branca não considerou a apreensão como uma infração do cessar-fogo que entrou em vigor em 8 de abril, pois não eram navios americanos nem israelenses. "Eram duas embarcações internacionais", explicou sua porta-voz, Karoline Leavitt, à emissora Fox News.
O Panamá confirmou a apreensão de um navio de bandeira panamenha e "de proprietários italianos", o MSC Francesca, e seu Ministério das Relações Exteriores acusou Teerã de causar um "grave atentado" contra a segurança marítima com uma "escalada desnecessária" das tensões.
Uma terceira embarcação foi alvo de disparos quando se encontrava a oito milhas náuticas a oeste do Irã, segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO, mas pôde sair do estreito e seguir rumo ao porto saudita de Jidá, de acordo com o site Marinetraffic.
Segundo Teerã, os navios devem obter uma autorização para sair ou entrar no Golfo através dessa via sob seu controle, enquanto os Estados Unidos bloqueiam o acesso aos portos iranianos desde 13 de abril.
Os preços do petróleo subiram mais de 4% nesta quinta-feira (23, data local), nas primeiras operações nos mercados asiáticos, antes de se moderarem nos minutos seguintes, pela incerteza sobre as negociações entre ambas as partes.
- Sem data limite -
As conversas entre Washington e Teerã, que se supunha que aconteceriam no início desta semana após uma primeira sessão em 11 de abril, têm como objetivo encontrar um final duradouro para uma guerra que já causou milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano, e virou a economia global de cabeça para baixo.
Trump anunciou na terça-feira uma extensão indefinida da trégua a poucas horas de seu vencimento, com o objetivo, segundo ele, de dar mais tempo aos iranianos para se juntarem às negociações de paz sob os auspícios dos mediadores paquistaneses.
Mas "o presidente não estabeleceu uma data limite para receber uma proposta do Irã", assinalou Leavitt aos jornalistas, ao detalhar que, "em última instância, o calendário será imposto" por Trump.
Até agora, nenhuma delegação partiu para Islamabad. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que espera que ambas as partes consigam "concluir um 'acordo de paz'".
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano declarou nesta quarta-feira que "apreciava" os esforços do Paquistão para pôr fim à guerra, mas sem se pronunciar sobre o prolongamento da trégua.
Por outro lado, o máximo responsável civil da Marinha americana, John Phelan, deixou o cargo, informou o Pentágono, sem dar explicações sobre esta saída repentina.
- Mortos no Líbano -
"O Líbano pedirá o prolongamento da trégua por um mês, o respeito estrito do cessar-fogo e o fim, por parte de Israel, das operações de dinamitação e destruição nas áreas em que está presente", indicou uma fonte oficial libanesa à AFP.
Antes dessas conversas, Israel afirmou que não tem "desacordos graves" com o país vizinho, e o convidou a "trabalhar juntos" contra o movimento islamista xiita Hezbollah, que tem o apoio de Teerã.
Segundo o último balanço oficial, pelo menos 2.454 pessoas morreram no Líbano em seis semanas de guerra.
Além disso, um ataque aéreo israelense matou uma jornalista libanesa e feriu outra nesta quarta-feira perto da fronteira entre Líbano e Israel, segundo o jornal Al Akhbar, o veículo para o qual trabalhava.
burx-lb-vla/pno/mvl-arm/nn/rpr
Ferreira--PC