-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Colin Robinson e a Medicina Ancestral: Do Farmacêutico ao Herbalista
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
Novo MacBook Pro: Críticas destacam peso e tela OLED em detrimento do toque
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
Tributos a Ezekiel Williams, jovem futebolista e mentor morto em Milton Keynes
-
Krone.at reformula fórum e endurece regras de moderação
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Pensões de Altos Rendimentos: O Risco da Contribuição Mínima do Empregador
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Demichelis e RB Leipzig buscam reverter histórico contra Haaland e City
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Professora da UBC defende ligação à polícia como ato de cuidado a Steven Galloway
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Christine Bravo prevê o fim do casal Hanouna-Loustau no ar
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
-
Artigo de opinião questiona prestação de contas do PS no concelho da Moita
-
Bombeiros Voluntários Alertam para Crise Financeira e Insuficiência de Recursos no Orçamento de Estado
-
Artigo de opinião alerta para dificuldades financeiras dos bombeiros voluntários
-
Obra sobre os Círios da Arrábida reúne música, memória e património religioso
-
Matilde Brandi critica a ausência de Greta Zuccarello em 'L'Eredità'
-
Alcaraz estreia em Paris após sequência de vitórias e elogia Rafa Jódar
-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Chervon nomeia Doug Palmer vice-presidente de Finanças para o Canadá
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI sobe 1,08% na abertura; EDP Renováveis lidera ganhos
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
Assassinatos de ativistas ambientais dobraram em 2025 no Brasil (Global Witness)
O número de assassinatos de defensores do meio ambiente dobrou em 2025 no Brasil, segundo país mais perigoso do mundo para esses ativistas, depois da Colômbia, destaca o relatório anual da ONG Global Witness.
Colômbia e Brasil concentraram 52% dos assassinatos de ativistas ambientais no ano passado, com 39 e 26 mortes, respectivamente.
O principal motivo das mortes no Brasil foram disputas por terras, um foco de conflito histórico entre indígenas e latifundiários no país. Os ataques se concentraram nos estados de Rondônia e Pará.
"Pode-se matar as pessoas, porque há certeza de que ficará impune. É quase uma licença para matar", disse à AFP Carlos Lima, da Comissão Pastoral da Terra.
A Global Witness denuncia a aplicação "desigual" de compromissos relacionados a direitos territoriais no país, que sediou a conferência climática COP30.
Na América Latina, região mais letal do mundo para esses ativistas, a maioria das vítimas são indígenas (36%) e agricultores (40%), principalmente aqueles que vivem em áreas remotas com pouca presença do Estado.
A violência contra os ativistas ambientais "é agravada pelo poder crescente do crime organizado, que gera um clima de corrupção e impunidade em toda a região", destaca o relatório.
A ONG ressalta que os interesses das empresas extrativistas, que buscam explorar petróleo e minerais em ecossistemas frágeis, estão por trás de muitos ataques na região.
Um total de 124 assassinatos de ambientalistas foram registrados em todo o mundo no ano passado. Honduras e Filipinas ocuparam o terceiro lugar, com 12, seguidas pelo México, com 10.
- Quarto ano consecutivo -
A Colômbia foi o país mais violento do mundo para os ativistas pelo quarto ano consecutivo. A pressão e as ameaças das máfias que desmatam e se financiam com o garimpo ilegal são comuns.
Um total de 39 assassinatos de ativistas foram registrados em 2025, a maioria relacionada a "conflitos por terra", menos do que os 48 registrados no ano anterior, segundo o relatório.
"Muitas pessoas se calaram e deixaram de fazer o seu trabalho", disse à AFP a ativista Astrid Torres, da Somos Defensores. "O silêncio foi uma estratégia para proteger sua vida."
A Global Witness situa o epicentro desses crimes no departamento colombiano de Cauca, uma terra indígena ancestral repleta de narcoculturas, que se tornou foco da onda de violência na Colômbia. Astrid pediu "proteção reforçada" para essa comunidade.
Fora da América Latina, a Ásia respondeu por 12% dos assassinatos verificados em 2025, a maioria deles nas Filipinas. "Os programas de luta contra a insurgência e os projetos extrativistas voltaram a provocar atos de violência” contra ambientalistas nas Filipinas, reportou a ONG.
A Global Witness registrou uma queda sustentada nos assassinatos de defensores do meio ambiente e do território desde 2023, números que, à primeira vista, “poderiam indicar uma tendência positiva de queda”. “Na verdade, é provável que eles sejam consideravelmente subestimados, já que uma grande quantidade de casos não são denunciados", um cenário que a ONG descreve como comum em “situações de conflito armado grave e genocídio”.
V.Fontes--PC