-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Guardiola ironiza ao falar dos gastos em contratações do Manchester City
-
'Uma viagem humilhante', denuncia palestina ao retornar do Egito
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Acidente de ônibus com romeiros deixa 15 mortos em Alagoas
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Tribunal europeu condena Rússia por 'tratamento desumano' ao líder da oposição Navalny
-
Waymo capta 16 bilhões de dólares para expandir táxis autônomos
-
Famílias chinesas buscam filhos sequestrados na era da política do filho único
-
Rússia retoma ataques em larga escala contra Ucrânia durante onda de frio
-
Um mês sem Maduro no poder: o que mudou na Venezuela?
-
Bill e Hillary Clinton prestarão depoimento no Congresso dos EUA sobre caso Epstein
-
Petro espera começar do zero com Trump na Casa Branca
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Papa Leão XIV opta pela diplomacia discreta diante de Trump
-
Presidente da Fifa critica possível boicote à Copa e defende reintegração da Rússia
-
Netflix transmitirá show de retorno da banda sul-coreana BTS ao vivo
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Rússia retoma ataques contra Kiev em momento de frio extremo
-
Irã ordena negociações 'equitativas' com EUA após advertências de Trump
-
Nova York registra 13 mortes relacionadas ao frio desde o fim de janeiro
-
Bill e Hillary Clinton vão depor em investigação do Congresso sobre Epstein
-
Presidente interina da Venezuela se reúne com chefe de missão diplomática dos EUA
-
Oitavas da Copa da França começam com Olympique de Marselha e Lyon como favoritos após eliminação do PSG
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
Cuba e EUA estão em 'comunicação', mas 'não existe diálogo', diz vice-chanceler
-
Zagueiro Jérémy Jacquet vai deixar Rennes após fim da temporada para jogar no Liverpool
-
Trump diz que México 'deixará' de enviar petróleo a Cuba
-
Trump diz que conversará sobre narcotráfico com Petro
-
Ressurgimento de Yamal aumenta otimismo do Barça, que enfrenta Albacete na Copa do Rei
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Insatisfeito, Benzema deixa Al-Ittihad e assina com rival Al-Hilal
-
Sunderland vence Burnley (3-0) e é 8º na Premier League
-
Governo Milei anuncia libertação de um dos argentinos presos na Venezuela
-
Roma perde na visita à Udinese (1-0) e fica em 5º lugar no Italiano
-
Presidente eleita da Costa Rica diz contar com Bukele em sua estratégia contra o narcotráfico
-
Atlético de Madrid contrata meio-campista mexicano Obed Vargas
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Trump anuncia acordo comercial com Índia após conversa com Modi
-
Seleção feminina do Brasil fará amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México
-
Relação entre Colômbia e EUA 'será relançada' com visita de Petro, diz chanceler
-
Crystal Palace contrata atacante norueguês Larsen em 'transferência recorde' para o clube
-
França aprova orçamentos para 2026 após meses de debates
-
A improvável trajetória dos Patriots e dos Seahawks até a revanche no Super Bowl
-
Presidente da Autoridade Palestina convoca primeiras eleições ao Parlamento da OLP
Prisão perpétua para homem que estuprou e assassinou médica na Índia
Um tribunal indiano condenou, nesta segunda-feira (20), um homem à prisão perpétua por estuprar e assassinar uma médica, um crime que indignou o país, onde a violência sexual contra mulheres é generalizada.
O assassinato, em agosto, em um hospital em Calcutá, chocou o país e levou alguns profissionais de saúde a entrarem em greve e irem às ruas em protesto, exigindo medidas de segurança mais rígidas nos hospitais públicos.
O juiz Anirban Das condenou Sanjoy Roy, um voluntário de 33 anos que trabalhava no hospital onde o corpo ensanguentado da médica de 31 anos foi encontrado, à prisão perpétua.
Preso em agosto, um dia após o crime, e considerado culpado no sábado pelo mesmo tribunal, Roy afirmou ser inocente durante todo o processo, alegando que foi "vítima de uma armadilha".
Sua advogada, Kabita Sarkar, disse que pretendia recorrer da decisão, argumentando que seu cliente não está "mentalmente equilibrado".
Os pais da vítima, que pediram a pena de morte para o criminoso, disseram que ficaram "comovidos" com a decisão final.
O juiz decidiu que esse crime não merecia pena de morte porque não era o "mais raro dos casos raros".
- "A justiça não foi feita" -
O pai da vítima, que assim como sua esposa queria que Roy fosse executado por enforcamento, disse que deseja "continuar a nossa luta".
"Não deixaremos as investigações terminarem (...) aconteça o que acontecer, lutaremos por justiça", disse ele.
Em conformidade com as leis indianas sobre violência sexual, as identidades dos membros da família não foram divulgadas.
Após protestos em massa, o Supremo Tribunal da Índia ordenou a criação de uma força-tarefa, composta por médicos, para preparar um plano para prevenir a violência em hospitais.
O processo foi conduzido rapidamente em um país onde o sistema judicial é particularmente lento.
Nas semanas seguintes ao crime, a atitude das autoridades locais e a investigação foram duramente criticadas. O chefe de polícia de Calcutá e várias autoridades regionais de saúde foram demitidos.
A agressão sexual contra mulheres é um problema crônico na Índia, com uma média de quase 90 estupros relatados diariamente em 2022 em um país de 1,4 bilhão de habitantes.
O estupro e assassinato de uma jovem em um ônibus de Nova Délhi em 2012 foi manchete no mundo todo e desencadeou protestos massivos no país.
Sob pressão da opinião pública, o governo indiano introduziu sentenças mais severas para estupradores e até mesmo a pena de morte para reincidentes.
Nesta segunda-feira, milhares de pessoas se reuniram perto do tribunal e gritavam: "Enforquem-no, enforquem-no".
Aniket Mahato, médico e porta-voz dos jovens médicos que entraram em greve por semanas no ano passado, disse que sente que "a justiça não foi feita".
F.Cardoso--PC