-
Três pessoas morrem em ataque a tiros em mesquita nos EUA; dois suspeitos encontrados sem vida
-
EUA realizará controles de detecção de ebola em aeroportos
-
Biólogos instalam armadilhas para ratos em Ushuaia para descartar hantavírus
-
Três pessoas morrem em ataque a tiros em mesquita nos EUA; dois supostos agressores mortos
-
Trump fala em "boas chances" de chegar a acordo com Irã
-
Manchester City se prepara para adeus de Guardiola, segundo imprensa inglesa
-
Musk sofre golpe ao ter processo contra OpenAI descartado por júri
-
Distúrbios em marcha massiva em La Paz contra o governo da Bolívia
-
SNC Scandic Coin e Biconomy: Ativos do mundo real regulamentados encontram infraestrutura de negociação global
-
Neymar na Copa: os números por trás do sonho realizado do camisa 10
-
Cuba adverte sobre "banho de sangue" se EUA agredir ilha; Washington impõe sanções
-
Neymar retorna à Seleção para a Copa do Mundo de 2026
-
Arsenal vence Burnley e fica perto do título inglês
-
Com Neymar, Ancelotti anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo
-
EUA anuncia sanções contra ministros e serviço de inteligência cubanos
-
OMS alerta para 'época perigosa' em meio a crises do ebola e do hantavírus
-
Benjamin Pavard confirma saída do Olympique de Marselha
-
Trump diz que adiou ataque contra o Irã a pedido de países do Golfo
-
Trump mantém controle sobre republicanos, apesar da baixa popularidade
-
Polícia e manifestantes pedindo renúncia do presidente se enfrentam em La Paz
-
Provas-chave são admitidas em julgamento por homicídio de CEO de seguro de saúde nos EUA
-
Real Madrid anuncia saída de Dani Carvajal ao término da temporada
-
Trump retira ação de US$ 10 bilhões por vazamento de suas declarações de imposto
-
Dembélé passará por 'tratamento' nos próximos dias devido a desconforto muscular
-
Federação Internacional de Ginástica retira restrições contra russos e bielorrussos
-
Universitários cubanos veem futuro 'comprometido' entre apagões e ensino à distância
-
Empresa do grupo indiano Adani pagará US$ 275 milhões aos EUA para encerrar caso sobre Irã
-
Aluguel de referência passa de R$ 25 mil pela primeira vez em Manhattan
-
Hansi Flick renova com o Barcelona até 2028
-
Meia espanhol Fermín López sofre fratura no dedo do pé e está fora da Copa
-
Homem é julgado na França por estuprar e torturar a companheira
-
Veterano Luka Modric lidera lista de convocados da Croácia para Copa do Mundo
-
Irã chega à Turquia para se preparar para Copa do Mundo e tratar dos vistos
-
Presidente do México propõe adiar eleição de juízes do país para 2028
-
Tribunal iraniano julgará esta semana o caso contra o cineasta Panahi
-
Leonardo Sbaraglia, o alter ego de Almodóvar no cinema
-
Quatro conclusões do processo movido por Musk contra a OpenAI
-
Irã apresenta resposta à proposta mais recente dos Estados Unidos
-
Estrela do calendário romano dos 'padres sexy' nunca foi padre
-
Novo diretor da BBC assume cargo em plena crise da emissora britânica
-
América Latina e o desafio de contabilizar as mortes causadas pelo calor extremo
-
Palestino-jordaniano escala Everest com mensagens de crianças de Gaza
-
Crise do Partido Trabalhista reabre debate sobre o Brexit
-
Justiça espanhola ordena que fisco devolva mais de US$ 64 milhões a Shakira
-
Cannes homenageia Brigitte Bardot com praia aberta aos cachorros
-
Israel confirma interceptação de nova flotilha para Gaza
-
Biólogos coletam amostras para descartar presença de hantavírus em ratos em Ushuaia
-
Narges Mohammadi, vencedora do Nobel da Paz, recebe alta do hospital
-
O que se sabe sobre a epidemia de ebola na República Democrática do Congo
-
'Hope', a superprodução sul-coreana que conquistou Cannes
OMS inicia assembleia anual em momento de preocupação com hantavírus e ebola
Os Estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) celebram nesta segunda-feira (18), em Genebra, sua reunião anual em meio à preocupação com os surtos de hantavírus e ebola, além da incerteza provocada pelas saídas anunciadas dos Estados Unidos e da Argentina.
Embora o raro surto de hantavírus em um cruzeiro, que chamou a atenção mundial, não apareça oficialmente na agenda, o tema deve ocupar um lugar de destaque nas discussões, assim como o novo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC).
Uma fonte diplomática, que pediu para não ser identificada, disse que seria interessante ver como a OMS utiliza os dois surtos para "pressionar (Estados Unidos e Argentina) a não abandonarem" a organização.
A reunião anual para tomada de decisões da OMS, que prosseguirá até sábado (23), acontece após um ano difícil para a organização.
A OMS perdeu força com a saída anunciada dos Estados Unidos e os cortes de financiamento que a obrigaram a reduzir seu orçamento e o quadro de funcionários.
"Agora estamos estáveis e avançando", declarou no fim de abril o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
A situação "continua frágil, mas eles tiveram sucesso em mobilizar a maior parte dos recursos" necessários para os próximos dois anos, declarou à AFP Surie Moon, codiretora do Centro de Saúde Global do Instituto de Pós-Graduação de Genebra.
A crise do hantavírus ofereceu "uma ilustração clara da razão pela qual o mundo precisa de uma OMS eficaz, confiável, imparcial e com financiamento previsível", acrescentou.
- Divisões -
A contínua divergência entre países ricos e países em desenvolvimento bloqueou, por exemplo, os avanços na peça-chave que falta no histórico tratado sobre pandemias de 2025 da OMS. Agora, analistas esperam que as negociações prossigam por mais um ano.
Também não está claro o que será decidido sobre as saídas anunciadas dos Estados Unidos e da Argentina.
O presidente americano Donald Trump entregou à OMS a notificação de retirada de seu país no primeiro dia de seu segundo mandato, em janeiro de 2025. O aviso tem prazo de um ano para ser efetivado. A Argentina aderiu à iniciativa americana pouco depois.
A OMS, cuja constituição não inclui uma cláusula de retirada, não confirmou nenhuma saída.
Os Estados Unidos reservaram o direito de abandonar a organização quando aderiram à OMS em 1948, com a condição de um aviso prévio de um ano, além de cumprir plenamente suas obrigações financeiras para o ano fiscal.
Embora o período de aviso prévio já tenha expirado, Washington ainda não pagou suas contribuições de 2024 e de 2025. O país deve quase 260 milhões de dólares (1,3 bilhão de reais).
Quando o conselho executivo da OMS se reuniu em janeiro, Israel apresentou uma resolução para aprovar a saída da Argentina — algo que se espera que os países debatam durante a assembleia —, mas nenhuma palavra foi citada sobre a saída dos Estados Unidos.
Diplomatas e observadores concordam que há um amplo consenso de que seria melhor manter uma zona cinzenta a respeito da saída dos Estados Unidos.
- Campanha de eleição -
A assembleia acontece enquanto começa o processo para a eleição, no próximo ano, de um novo diretor-geral da OMS. Nenhuma candidatura foi apresentada até o momento, mas alguns anúncios devem acontecer durante a semana.
Também estão sobre a mesa várias resoluções delicadas, incluindo textos sobre a Ucrânia, os territórios palestinos e o Irã, que podem provocar debates complexos.
Grande parte das discussões desta semana se concentrará em definir se deve ser iniciado um processo formal de reforma da chamada "arquitetura da saúde global", uma série de organizações que nem sempre trabalham em conjunto.
A ministra da Saúde do Canadá, Marjorie Michel, declarou à AFP que "a crise atual, com a saída de atores-chave, também permite... à OMS voltar a examinar sua estratégia com seus membros".
Um eixo central será garantir que o processo não implique sacrificar temas "polêmicos", como o clima e os direitos à saúde sexual e reprodutiva, no contexto da redução do financiamento internacional para a ajuda.
Mas Thiru Balasubramaniam, da ONG Knowledge Ecology International, declarou à AFP que a OMS já "reduziu algumas atividades, também na área de saúde sexual e reprodutiva".
P.Cavaco--PC