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Ataque de tubarão deixa um morto e outro ferido na Austrália
Um tubarão causou a morte de uma pessoa e deixou outra gravemente ferida nesta quinta-feira (27, data local), em uma praia do estado de Nova Gales do Sul, no leste da Austrália, segundo informações de socorristas e da polícia.
A polícia estadual reportou que as duas pessoas foram atacadas pelo animal cedo pela manhã e que uma das vítimas, uma mulher, morreu no local.
O serviço de ambulância contou à AFP que um homem sofreu ferimentos graves nas pernas e teve que ser removido por via aérea para um hospital. Seu estado é considerado estável.
Steven Pearce, diretor-executivo da organização Surf Life Saving em Nova Gales do Sul, descreveu o incidente como "realmente terrível". "Esta área é bastante remota, não há nenhum serviço de salva-vidas", disse Pearce à rádio local 2G.
O serviço de emergência foi acionado por volta de 6h30 locais (16h30 da quarta-feira em Brasília) por causa do ataque, ocorrido perto de uma praia em Crowdy Bay, cerca de 250 km ao norte de Sydney.
Desde 1791, mais de 1.280 incidentes envolvendo tubarões foram registrados na Austrália, dos quais mais de 250 resultaram em mortes, segundo o banco de dados Australian Shark-Incident Database (ASID) que registra as interações desses predadores com humanos no país da Oceania.
Em setembro, um surfista morreu após ser atacado por um tubarão-branco em uma praia popular de Sydney. O homem, que deixou esposa e uma filha pequena, perdeu "vários membros" e sua prancha de surfe foi partida em duas, informou a polícia.
Os mares da Austrália estão repletos de tubarões, e o tubarão-branco encabeça a lista de espécies capazes de atacar fatalmente um ser humano.
Sem se deixar intimidar, os australianos frequentam o litoral do país em grande número. Um levantamento de 2024 mostra que quase dois terços da população fizeram um total de 650 milhões de visitas à costa em um único ano.
As melhores maneiras para proteger as pessoas de ataques de tubarão são um tema delicado no país oceânico.
Ao longo dos anos, as autoridades adotaram diversos tipos de abordagem, como o uso de drones, a colocação de rastreadores acústicos nos animais para que eles possam ser detectados próximos a praias populares, alertas em tempo real com um aplicativo para celular e o tradicional método de instalação de redes.
Os especialistas, no entanto, afirmam que a vida dos tubarões também precisa de proteção. Em escala global, cerca de 37% das espécies de tubarões e arraias oceânicas estão listadas como ameaçadas de extinção ou criticamente ameaçadas de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
L.Mesquita--PC