-
Alphabet reestrutura divisão de IA do Google
-
Ceuta alerta que situação dos menores migrantes é 'insustentável'
-
Alemanha alerta para ‘nova ameaça’ após incidente em aeroporto-chave para envios à Ucrânia
-
Mohamed Salah é recebido por multidão na Turquia e veste camisa do Trabzonspor
-
Fifa tenta superar crise com pedidos de desculpas e 'apoio total' a Infantino
-
Copom volta a reduzir Selic, a 14%, para conter a inflação
-
Favorito, Zverev perde em sua estreia contra Griekspoor no Masters 1000 de Montreal
-
Filhote de hipopótamo da colônia de Escobar morre após ser resgatado na Colômbia
-
Parte de um foguete da SpaceX colidiu com a Lua, segundo cientistas
-
Chega ao fim erupção do Vulcão de Fogo na Guatemala, após evacuação em massa
-
Com vários reservas, PSG perde (3-0) amistoso contra o Mallorca, da 2ª divisão espanhola
-
Newcastle nomeia Matthias Jaissle como seu novo treinador
-
Colômbia alerta para possíveis 'atos de terrorismo' na posse de De la Espriella
-
EUA reembolsou cerca de US$ 100 bilhões em tarifas de Trump
-
Esquerda venezuelana se divide diante da aproximação com os EUA
-
Termina erupção do Vulcão de Fogo, que forçou evacuação maciça na Guatemala
-
Presidente do Irã diz que comunicação com líder supremo é "muito difícil neste momento"
-
João Fonseca vence Tsitsipas e vai enfrentar Ruud na 3ª rodada em Montreal
-
Rybakina vence Kasatkina e avança à 3ª rodada do WTA 1000 de Toronto
-
Jornalista da AFP que perdeu uma perna em ataque israelense será homenageada pelo CPJ
-
Eclipse total dá aos cientistas chance de investigar mistérios do Sol
-
Rebeldes houthis do Iêmen afirmam ter atacado dois petroleiros sauditas
-
Homem armado detido em campo de golfe de Trump na Califórnia é alvo de acusações
-
Luis Figo pede renúncia de Infantino, a quem chama de 'desonesto'
-
Crises diplomáticas do Brasil com EUA e Argentina se agravam
-
Goleiro uruguaio Rochet passa por cirurgia e desfalca Inter
-
Flávio Bolsonaro escolhe deputado conservador Alfredo Gaspar como candidato a vice
-
EUA anuncia novas acusações e recompensas contra chefes do cartel mexicano CJNG
-
Argentina renova acordo de swap cambial com a China por cinco anos
-
Sheinbaum pede que México seja incluído na visita do papa à América Latina
-
João Fonseca vence Tsitsipas e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Montreal
-
Noosha Aubel: Czy poradzi sobie z problemami Poczdamu?
-
Noosha Aubel: Είναι σε θέση να αντιμετωπίσει τα προβλήματα του Πότσδαμ;
-
Noosha Aubel: Klarar hon av Potsdams problem?
-
Noosha Aubel: Zvládne problémy Postupimi?
-
نوشا أوبيل: هل هي على مستوى التحديات التي تواجهها بوتسدام؟
-
Inter e Milan empatam (1-1) em amistoso na Austrália
-
Neymar se envolve em confusão na vitória do Santos sobre o Remo pela Copa do Brasil
-
Irã diz ter alcançado acordo com Omã sobre nova rota de navegação em Ormuz
-
Seis membros da mesma família são assassinados em Honduras por supostos vínculos com tráfico
-
Atacante ucraniano Mudryk volta a jogar pelo Chelsea após 21 meses de suspensão
-
Bayer Leverkusen contrata lateral Miguel Gutiérrez após saída de Grimaldo
-
Filhote de hipopótamo da colônia de Escobar é resgatado na Colômbia
-
Relações com Argentina seguirão 'rebaixadas' enquanto 'persistirem os ataques' de Milei, diz fonte do Itamaraty
-
Ataque de mulher com objeto pontiagudo deixa quatro feridos em Londres
-
Vulcão na Guatemala reduz atividade eruptiva, mas risco continua
-
Arsenal pagará cerca de R$ 518 milhões por Bruno Guimarães
-
Candidato progressista Abdul El-Sayed vence primárias democratas no Michigan
-
SpaceX despenca em Wall Street após publicação de seus resultados
-
Venda de acesso preferencial a Truth Social por Trump levanta suspeitas
Assassino do ex-primeiro-ministro Shinzo Abe é condenado à prisão perpétua
O homem acusado de matar o ex-primeiro-ministro japonês Shinzo Abe foi considerado culpado nesta quarta-feira (21) e condenado à prisão perpétua, mais de três anos após o assassinato que chocou o mundo.
O juiz Shinichi Tanaka proferiu a sentença em um tribunal na cidade de Nara, perto de Kyoto, conforme observou um jornalista da AFP.
O crime, que ocorreu em plena luz do dia, provocou profunda reflexão no país asiático, pouco acostumado à violência armada, e expôs os vínculos entre parlamentares conservadores e a Igreja da Unificação, uma seita reservada.
Tetsuya Yamagami, de 45 anos, teria estado furioso com Abe por acreditar que ele tinha vínculos com esse culto, originário da Coreia do Sul.
Grandes filas se formaram na manhã desta quarta-feira para conseguir ingressos para entrar no tribunal, refletindo o intenso interesse público no julgamento.
O homem foi acusado de assassinato e violação das leis de controle de armas por usar uma pistola caseira para matar o governante mais longevo do Japão durante um comício em julho de 2022.
Yamagami confessou o assassinato no início de seu julgamento, em outubro, embora tenha negado algumas das outras acusações, segundo a mídia japonesa.
De acordo com as leis do Japão, o julgamento continua mesmo que o réu se declare culpado.
- Consequências graves -
Manabu Kawashima, um funcionário da área de logística que aguardava do lado de fora do tribunal, disse que queria "saber a verdade sobre Yamagami".
"O que aconteceu com o primeiro-ministro Abe foi o acontecimento do século. Eu gostava dele quando estava vivo; sua morte foi devastadora", disse o homem de 31 anos à AFP.
Outro homem segurava uma faixa do lado de fora do tribunal, pedindo ao juiz que "considerasse com a máxima atenção" as difíceis circunstâncias de vida de Yamagami.
Os promotores pediram prisão perpétua para Yamagami, classificando o assassinato como "sem precedentes" na história do "pós-guerra", e citaram as "consequências extremamente graves" para a sociedade, segundo a mídia local.
A prisão perpétua no Japão permite a possibilidade de liberdade sob fiança, embora especialistas acreditem que Yamagami morrerá na prisão.
Os promotores argumentaram no julgamento que a motivação do réu para matar Abe foi o desejo de desacreditar a Igreja da Unificação.
O julgamento revelou como as grandes doações da mãe de Yamagami para a igreja levaram sua família à falência, e ele passou a acreditar que "políticos influentes" colaboravam com a seita.
Abe havia discursado em eventos organizados por grupos da igreja.
Yamagami "pensou que, se matasse alguém influente, como o primeiro-ministro Abe, poderia atrair a atenção pública para a igreja e provocar críticas a ela", disse um promotor do caso no tribunal de Nara em outubro.
A Igreja da Unificação foi fundada na Coreia do Sul em 1954 e seus membros são chamados de "moonies", em referência ao seu fundador Sun Myung Moon.
R.J.Fidalgo--PC