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Harvey Weinstein diz que prisão é um 'inferno'
O ex-magnata do cinema condenado por agressões sexuais Harvey Weinstein disse que a prisão é um “inferno”, em entrevista na qual insistiu em que não é culpado dos crimes pelos quais foi condenado.
O homem que reinou em Hollywood antes de desmoronar sob os holofotes após o surgimento do movimento #MeToo disse que está em sua cela na prisão de Rikers Island, em Nova York, acompanhado apenas por guardas e aterrorizado pelos outros detentos.
“É muito perigoso estar perto de outras pessoas. Outros presos vão para o pátio. Mas, sempre que vou lá, sinto que estou sendo vigiado”, disse Weinstein à The Hollywood Reporter em uma rara entrevista publicada nesta terça-feira (10).
“Uma vez, enquanto esperava para usar o telefone, perguntei ao cara na minha frente se ele já tinha terminado. Ele me deu um soco forte no rosto”, contou. “Caí, sangrando por toda parte. Fiquei muito ferido”, afirmou.
- Ascensão e queda -
O ex-produtor vencedor do Oscar, que ajudou a levar às telas filmes como “Shakespeare Apaixonado” e “Pulp Fiction: Tempo de Violência”, desfrutou durante décadas de grande poder em Hollywood, onde era considerado responsável por criar e destruir carreiras.
Weinstein era conhecido por seu temperamento feroz, e a indústria por muito tempo ignorou indicações de que ele teria usado seu poder para abusar sexualmente de mulheres.
Em 2017, explosivas investigações da The New Yorker e do The New York Times revelaram uma série de queixas de jovens que desencadearam uma avalanche de denúncias e impulsionaram o movimento global #MeToo.
A condenação original de Weinstein em Nova York, em 2020, e sua pena de 23 anos de prisão foram anuladas, mas em um novo julgamento realizado em junho ele foi considerado culpado de duas acusações de agressão sexual.
Um tribunal da Califórnia também o condenou por estupro e o sentenciou em 2023 a 16 anos de prisão, pena que o juiz determinou que deveria ser cumprida após o término da sentença do caso de Nova York.
“Vai ficar provado que sou inocente. Eu prometo”, insistiu Weinstein referindo-se a um julgamento que voltará a analisar uma acusação de estupro.
“O que eu estava fazendo de errado não era agressão sexual. Era trair minha esposa. Eu estava desesperado para esconder esse segredo dela”, afirmou.
“Muita gente ia me ver [em um quarto de hotel]. Mas houve mulheres que sabiam exatamente o que esperar. Talvez tenham se sentido mal depois ou se arrependido”, declarou.
E chegou a dizer que “talvez tenham visto uma oportunidade de conseguir um pagamento. Mas nem todas eram tão ingênuas quanto queriam fingir”.
“Sim, havia um desequilíbrio de poder. Sei que posso ser assustador e difícil. Mas isso está muito longe de agressão sexual”, declarou.
Weinstein, de 73 anos e em cadeira de rodas, afirmou que foi submetido a uma cirurgia cardíaca enquanto estava na prisão e que agora sofre de câncer nos ossos.
Ele disse à The Hollywood Reporter que tem medo de morrer na cadeia. “Isso me assusta muito”, disse.
“É inacreditável ter tido a vida que tive, e tudo o que fiz pela sociedade, e não receber um tratamento mais indulgente”, queixou-se.
“Independentemente do que achem que fiz de errado na minha vida, eu não recebi pena de morte. Vou completar 74 anos em março. Não quero morrer aqui”, afirmou.
V.Fontes--PC