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Entidades próximas a Orban estão envolvidas na compra da Euronews, aponta investigação
Entidades vinculadas ao primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, participaram secretamente da compra do principal canal de notícias europeu, Euronews, segundo uma investigação conjunta de meios de comunicação húngaros, franceses e portugueses.
A rede, inaugurada em 1993 por alguns canais europeus, oferece notícias a mais de 400 milhões de lares em 160 países e em 15 idiomas.
Desde 2020, a Euronews passou por uma série de reestruturações: a equipe de 400 jornalistas foi reduzida pela metade e a redação foi transferida da cidade francesa de Lyon para Bruxelas, mais perto das instituições europeias.
Oficialmente, o grupo de investimento Alpac Capital, com sede em Portugal, comprou em 2022 uma participação majoritária na empresa por cerca de 170 milhões de euros (R$ 913 milhões) - uma venda aprovada pelo governo francês.
Na quinta-feira, entretanto, o site húngaro de investigação Direkt36, o jornal francês Le Monde e a publicação portuguesa Expresso revelaram que pelo menos um terço dos fundos procedem de fontes vinculadas ao primeiro-ministro nacionalista da Hungria.
O fundo soberano húngaro Szechenyi Funds contribuiu com 45 milhões de euros (R$ 244 milhões), indicou o relatório, que cita documentos internos. Uma apresentação confidencial obtida pelo Direkt36 sugere motivações políticas na decisão.
O documento afirma que um dos objetivos da compra era amenizar "a ideologia de esquerda" na Euronews, levando em consideração que é uma marca "influente nas políticas da UE".
A principal empresa de comunicação que trabalha com o governo húngaro, New Land Media, também concedeu um empréstimo a longo prazo de 12,5 milhões de euros (R$ 68 milhões) à filial local da Alpac Capital envolvida na aquisição, confirmou o proprietário, Gyula Balasy, ao Direkt36.
Procuradas para comentar sobre o assunto, a Euronews, Szechenyi Funds e New Land Media não responderam à AFP.
O secretário de imprensa de Orban, Bertalan Havasi, disse que o governo húngaro "não sabe de nada" sobre o acordo, em um e-mail enviado à AFP.
Desde o retorno de Viktor Orban ao poder, em 2010, o panorama midiático húngaro sofreu uma transformação profunda: os meios de comunicação públicos tornaram-se porta-vozes da política oficial, enquanto entidades ou pessoas aliadas ao governo compraram grande parte dos meios de comunicação privados.
V.Fontes--PC