-
Manifestantes anti-Trump protestam em várias cidades dos Estados Unidos
-
Indonésia proíbe uso de redes sociais a menores de 16 anos
-
Manifestantes anti-Trump convocam protestos nos EUA
-
Rebeldes huthis do Iêmen entram na guerra com ataque a Israel
-
Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa
-
Papa Leão XIV denuncia 'abismos entre pobres e ricos' durante visita a Mônaco
-
Ataques russos matam 4 na Ucrânia, atingem porto e maternidade
-
'Cuba é a próxima', afirma Trump
-
Kimi Antonelli conquista pole position em Suzuka; Bortoleto é 9º
-
Met inaugura neste domingo maior exposição sobre Rafael nos EUA
-
EUA espera novas reuniões com Irã
-
Argentina obtém vitória 'histórica' em caso de petrolífera na Justiça americana
-
Wirtz brilha na vitória da Alemanha sobre a Suíça (4-3) em amistoso eletrizante
-
Rapper congolês Gims é acusado de lavagem de dinheiro na França
-
Oyarzabal comanda vitória da Espanha sobre a Sérvia (3-0) em amistoso
-
Bolsas ocidentais temem os efeitos de uma guerra prolongada
-
Adversário do Brasil na Copa, Marrocos empata com Equador (1-1) em amistoso
-
Uruguai e Inglaterra empatam (1-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Tiger Woods é preso por dirigir sob efeito de substâcias após acidente na Flórida
-
Sem estrelas em campo, Holanda vence Noruega (2-1) de virada em amistoso
-
'Estamos prontos': astronautas chegam ao local de lançamento para missão à Lua
-
ONU estima que haja 10 mil mercenários colombianos em conflitos no mundo
-
Parentes de presos políticos na Venezuela pedem mediação do Vaticano
-
Jiri Lehecka vence Arthur Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Miami
-
Anne Hidalgo celebra uma Paris que 'avançou', ao se despedir da Prefeitura
-
Barcelona projeta que Raphinha ficará afastado por 5 semanas
-
EUA e Israel atacam usinas nucleares no Irã
-
Ativista pró-Palestina diz que FBI frustrou plano para matá-la nos EUA
-
Raphinha e Wesley estão fora de amistoso contra Croácia por lesão
-
Grupo pró-Irã hackeia e-mail do diretor do FBI, segundo imprensa dos EUA
-
Veleiros que saíram do México com ajuda para Cuba 'passaram com segurança', diz EUA
-
Novo estádio do Inter Miami terá arquibancada com nome de Messi
-
Transações suspeitas com petróleo antes de anúncio de Trump provocam indignação
-
Argentina se livra de dívida de US$ 16 bi após vitória judicial em Nova York
-
Pierre Gasly quer ser o 'estraga-prazeres' dos grandes da F1
-
Djokovic não vai disputar Masters 1000 de Monte Carlo; Monfils e Kouamé são convidados
-
Tenista belga David Goffin vai se aposentar ao final da temporada
-
Bolsonaro deixa hospital e vai para casa cumprir prisão domiciliar
-
Santiago Bernabéu terá quadra de tênis durante o Madrid Open
-
'Arrancou uma parte de mim': iranianos contam sua vida em meio à guerra
-
Irã desafia Trump e insta civis a se afastarem dos americanos
-
Bolsonaro deixa hospital e cumpre prisão domiciliar em casa
-
México procura dois barcos desaparecidos que transportavam ajuda a Cuba
-
JD Vance e Rubio emergem como possíveis herdeiros republicanos na era pós-Trump
-
Itália investiga LVMH por promover cosméticos para crianças e adolescentes
-
Senado dos EUA age para acabar com o caos nos aeroportos
-
Caixa-preta para o Estado, refúgio para investidores: uso das criptomoedas no Irã
-
Ucrânia e Arábia Saudita assinam acordo de defesa aérea
-
Rapper Balendra Shah toma posse como primeiro-ministro do Nepal
-
Trump adia ultimato ao Irã e crise no Estreito de Ormuz será debatida no G7
Telefonemas misteriosos antecedem bombardeios israelenses no sul do Líbano
"Bom dia, senhora, é do banco. A senhora está em casa?". Desde o início das hostilidades entre Israel e o movimento libanês Hezbollah, os moradores do sul do Líbano recebem telefonemas misteriosos momentos antes dos bombardeios.
As vozes do outro lado da linha dizem fazer pesquisas, distribuir ajuda ou se identificam como funcionários de instituições públicas. Mas fontes de segurança libanesas e do Hezbollah atribuem os telefonemas a Israel.
Foi o que aconteceu com Umm Hussein na semana passada. Esta septuagenária, moradora do povoado de Khiam, no sul do Líbano, recebeu a ligação de um banco, pedindo para efetuar um saque.
Mas a mulher não tem conta bancária, conta à AFP seu neto, Hassan Shukeir. "Perguntaram-lhe se estava em Khiam e a chamada se encerrou quando respondeu que estava em Beirute", acrescenta.
Pouco depois, um bombardeio israelense atingiu a casa vizinha.
Incidentes similares foram registrados nas últimas semanas nesta região, onde o Hezbollah lança ataques contra Israel desde que começou a guerra em Gaza, em 7 de outubro, em apoio ao movimento islamista palestino Hamas.
Israel responde bombardeando os povoados fronteiriços. A violência já deixou mais de 190 mortos no Líbano, incluindo 141 combatentes do Hezbollah, com forte presença no sul do país.
Do lado israelense morreram 15 pessoas, nove soldados e seis civis, segundo o exército israelense.
- "Cegar o inimigo" -
O Hezbollah pediu aos poucos moradores que permanecem nos povoados fronteiriços que não respondam a perguntas de números de telefone libaneses desconhecidos.
"O inimigo usa estas informações para averiguar sobre a presença dos nossos irmãos combatentes nas casas que pretende atacar", adverte o movimento.
Segundo uma fonte de segurança, os serviços de inteligência do exército libanês e da polícia atribuem os telefonemas a Israel. Este país, afirmam, teria conseguido invadir a rede de telecomunicações libanesas.
Israel usou esta tática várias vezes antes de agir contra combatentes do Hezbollah escondidos em casas, afirma a mesma fonte.
Um bombardeio atingiu, por exemplo, uma casa do povoado de Beit Yahoun em 22 de novembro, deixando cinco combatentes mortos, entre eles o filho do líder do bloco parlamentar do partido, Mohamed Raad.
O proprietário da casa recebeu um telefonema pouco antes do ataque. O interlocutor quis se assegurar de que a família não estava em casa, segundo a fonte de segurança.
Quando a AFP perguntou se os telefonemas vinham de Israel, uma porta-voz do exército disse que "não podia responder".
Israel também hackeou câmeras de segurança de vigilância privada em frente a casas e comércios nas aldeias fronteiriças, segundo o Hezbollah. O inimigo pediu que fossem desligadas para "cegar o inimigo".
- Falta de proteção -
Segundo a fonte de segurança, três libaneses suspeitos de espionagem foram detidos recentemente. Um deles teria escaneado redes de wifi de residências nos subúrbios do sul de Beirute, reduto do Hezbollah.
Os combatentes do movimento xiita dizem ter desligado dezenas de dispositivos de espionagem, assim como câmeras instaladas em torres e centros militares israelenses na fronteira.
Desde então, Israel tem aumentado o uso dos telefonemas e o hackeamento de câmeras de vigilância, segundo o grupo pró-iraniano.
Abed Qataya, diretor de conteúdos digitais da SMEX, organização de direitos digitais, explica à AFP que o hackeamento se deve a que as comunicações por internet e os telefonemas raramente são criptografadas.
"Israel tem um longo histórico nas técnicas de espionagem", lembra, acrescentando que as infraestruturas de comunicação não estão protegidas adequadamente no Líbano, que sofre uma grave crise econômica.
Em 7 de janeiro, os monitores do aeroporto de Beirute sofreram um ciberataque com mensagens hostis ao Hezbollah. Os autores nunca foram identificados.
"O Estado libanês não tem experiência em cibersegurança", admitiu na ocasião o ministro de Obras Públicas e Transportes, Ali Hamieh.
L.E.Campos--PC