-
Treinadora nigeriana usa futebol como ferramenta de combate às drogas
-
Vencedores e perdedores nas bolsas após um mês de guerra no Oriente Médio
-
Petroleiro russo atraca em Cuba durante crise energética
-
Inflação na zona do euro sobe para 2,5% em 12 meses
-
Manifestantes se mobilizam na Alemanha em apoio à atriz vítima de 'deepfake'
-
‘Sentimos falta das coisas mais simples’: moradores de Teerã no limite após um mês de guerra
-
Regulador investiga redes sociais após proibição para adolescentes na Austrália
-
Australiano recorre à IA para encontrar vacina que salve sua cadela do câncer
-
Príncipe Harry e Elton John exigem inenização 'substancial' do Daily Mail
-
Ataques intensos dos EUA e Israel atingem Irã após ameaça de Trump
-
Petroleiro russo se aproxima de Cuba para entregar combustível
-
Irã lança mísseis contra países do Oriente Médio após ameaça de Trump
-
Nasa inicia contagem regressiva para lançamento lunar
-
Cubanos aguardam chegada de petróleiro russo em meio a bloqueio dos EUA
-
Defesa de Bolsonaro nega uso de celular em prisão domiciliar
-
Céline Dion anuncia retorno aos palcos com shows em Paris
-
Alemanha sofre, mas vence Gana (2-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Vaticano expressa 'pesar' a Israel por barrar patriarca no Santo Sepulcro
-
Parlamento de Israel aprova lei de pena de morte para palestinos condenados por 'atos de terrorismo'
-
Plata é acolhido no Equador após problemas disciplinares no Flamengo
-
Guerra no Oriente Médio aumenta trânsito de navios pelo Canal do Panamá
-
Presidente da AFA é acusado formalmente de evasão fiscal
-
Messi será titular em amistoso contra Zâmbia, anuncia Scaloni
-
Aluno de 13 anos morre em ataque a tiros em escola na Argentina
-
Juiz suspende parcialmente reforma trabalhista de Milei na Argentina
-
Finais da repescagem definem últimas quatro vagas europeias na Copa do Mundo
-
Primeiros pagamentos a seguranças devem reduzir caos em aeroportos dos EUA
-
Alemanha pressiona por retorno de refugiados sírios durante visita de Al-Sharaa
-
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã apesar da alta dos preços
-
Piquerez sofre lesão ligamentar no tornozelo e passará por cirurgia
-
Criador do OpenClaw afirma que 2026 será o ano dos agentes de IA
-
Ancelotti diz que já definiu escalação do Brasil para estreia na Copa do Mundo
-
Cinco curiosidades que marcam o 50º aniversário da Apple
-
Presidente sírio defende trabalhar com Alemanha em temas migratórios e de reconstrução
-
Justiça rejeita indenização ao Cardiff por morte do jogador Emiliano Sala
-
Ataque a tiros em escola da Argentina deixa um morto e oito feridos
-
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã se não houver acordo 'em breve'
-
Embaixada dos EUA na Venezuela retoma operações após sete anos
-
STF exige que Bolsonaro esclareça se violou condições de prisão domiciliar
-
Aos 50 anos, Apple precisa enfrentar novo desafio: a IA
-
Torcedores da Premier League aprovam extinção do VAR, segundo pesquisa
-
Kast freia regularização em massa de migrantes no Chile
-
Kremlin comemora chegada de petroleiro russo a Cuba
-
Loja maçônica na França no centro de julgamento por assassinato
-
Irã e Israel prosseguem com ataques; EUA cogitam operação terrestre
-
Israel ataca Teerã; Trump diz que acordo com o Irã está próximo
-
Sinner vence Lehecka na final em Miami e completa 'Sunshine Double'
-
Israel garante acesso do patriarca latino ao Santo Sepulcro após bloqueá-lo no domingo
-
Chuva interrompe final do Masters 1000 de Miami, com Sinner vencendo por 1 set a 0
-
França vence Colômbia (3-1) e confirma sua força a menos de 3 meses da Copa
Siderúrgicas US Steel e Nippon Steel acionam governo Biden por vetar fusão
As siderúrgicas US Steel e Nippon Steel apresentaram uma ação perante a justiça americana contra o governo de Joe Biden por "interferência ilegal" em seu projeto de fusão, que o presidente democrata vetou devido à necessidade estratégica de proteger esta indústria.
Os dois grupos apresentaram um recurso junto a um tribunal de apelações dos Estados Unidos, no qual afirmam que Biden usou sua influência de forma indevida com fins políticos, segundo um comunicado conjunto.
Na sexta-feira, o presidente em fim de mandato vetou a operação de venda da US Steel para o grupo Nippon Steel por US$ 14,9 bilhões (R$ 91 bilhões), anunciada em dezembro de 2023.
Segundo Biden, que deixará a Presidência em 20 de janeiro, quando será substituído pelo republicano Donald Trump, a fusão "colocaria um dos maiores produtores de aço dos Estados Unidos sob controle estrangeiro, criando um risco para nossa segurança nacional e para a cadeia de abastecimento".
O Japão também pediu, nesta segunda-feira, explicações aos Estados Unidos por sua decisão, que poderia pôr em risco os investimentos japoneses no país.
"Eles têm que ser capazes de explicar claramente por que existe um problema de segurança nacional", disse o primeiro-ministro Shigeru Ishiba em coletiva de imprensa.
"O mundo industrial japonês está preocupado com o futuro dos investimentos [nos Estados Unidos]. Instamos o governo dos Estados Unidos a tomar medidas para dissipar estas preocupações", acrescentou.
O Japão representa a principal fonte de investimento direto estrangeiro (IDE) nos Estados Unidos e em 2023 os investimentos japoneses totalizaram 783,3 bilhões de dólares (3,7 trilhões de reais na cotação da época), 14,5% do Investimento Direto Estrangeiro (IDE) total no país, segundo dados dos EUA.
Os Estados Unidos são o maior importador mundial de aço, um setor dominado pela China, sua grande concorrente.
- "Efeito dissuasivo" -
Embora a decisão fosse esperada, teve o efeito de um banho de água fria no Japão, que já se prepara para um reforço das medidas protecionistas dos EUA quando começar o segundo mandato de Trump, em 20 de janeiro.
O ministro japonês da Economia, Comércio e Indústria, Yoji Muto, considerou "incompreensível e lamentável que o governo Biden tenha tomado tal decisão citando preocupações de segurança nacional".
Segundo John Murphy, vice-presidente da Câmara de Comércio americana, "a politização da aquisição da US Steel pela administração Biden [...] poderia ter um efeito dissuasivo sobre os investimentos internacionais nos Estados Unidos".
"Os investimentos de um país aliado importante e confiável, o Japão, sustentam quase um milhão de empregos americanos", disse ele em nota.
A questão da compra da US Steel esteve muito presente na campanha presidencial do ano passado nos Estados Unidos porque afeta a Pensilvânia, um estado estratégico eleitoralmente.
Tanto republicanos quanto democratas se opuseram à compra. Donald Trump, que defende posições protecionistas, também mostrou-se hostil à ideia.
A Nippon Steel fez várias concessões e ofereceu garantias para persuadir o governo Biden e os sindicatos sobre os benefícios do acordo, em vão.
Além da garantia da manutenção de empregos e investimentos, a empresa teria proposto ao governo de Washington, segundo a imprensa, vetar a redução da produção de aço nos Estados Unidos.
A US Steel alertou que, se a aquisição fracassasse, seria forçada a renunciar aos investimentos de modernização em diversas instalações.
P.L.Madureira--PC