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'Os EUA não são mais a potência dominante', diz CEO da Web Summit
Os Estados Unidos "não são mais a potência dominante" no mundo tecnológico, embora se comportem desta forma, disse, nesta quarta-feira (30), Paddy Cosgrave, diretor-executivo da conferência tecnológica Web Summit Rio, celebrada esta semana na Cidade Maravilhosa.
O evento, considerado um dos maiores do tipo na América Latina, ocorre em um momento complexo para o setor tecnológico global, marcado pela guerra tarifária lançada pelo presidente americano, Donald Trump, que impacta fortemente a China e a Europa.
"No universo tecnológico, o mundo seguiu em frente. Os Estados Unidos não são mais a potência dominante. Não são mais hegemônicos. Agem como tal, mas não têm o poder que costumavam ter", disse à AFP Cosgrave, de 42 anos.
Para ilustrar essa mudança geopolítica, o executivo irlandês evocou uma anedota ocorrida há algumas semanas na Web Summit Catar.
Durante uma palestra sobre a corrida da inteligência artificial (IA) entre a China e os Estados Unidos, quando o moderador perguntou aos milhares de participantes quem acreditava que os Estados Unidos venceriam, apenas duas pessoas ergueram a mão, contou.
"O século XXI indiscutivelmente pertence à China e ao Brics", bloco de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.
"Eles estão em ascendência", acrescentou o cofundador da conferência, da qual a AFP é um meio de comunicação associado.
Cosgrave defendeu "um mundo o mais aberto possível" em oposição às barreiras comerciais e condenou "a balcanização do planeta".
Na Web Summit, afirmou, "estamos muito felizes em unir empresas americanas, chinesas e europeias".
A conferência também abordou o auge da inteligência artificial generativa.
Cosgrave fez uma comparação com o risco que significou a chegada do automóvel, mas que com o tempo foi sendo moderado graças às regulamentações.
"Cada nova tecnologia pode ser tanto boa quanto ruim. E, então, costumamos tomar uma decisão coletiva como sociedade se vamos viver com essa tecnologia que pode ter consequências letais (...) Então, tomamos medidas para regulá-la", disse, confiante.
Sobre a moderação de conteúdo e o combate à desinformação, Cosgrave considerou fundamental que sejam atribuições "do âmbito público, principalmente dos nossos sistemas judiciais", ao invés de recaírem nas gigantes tecnológicas.
"Delegar a responsabilidade dos limites da liberdade de expressão às corporações é um caminho escorregadio e perigoso", avaliou.
A conferência, realizada no Rio há três anos, permanecerá na Cidade Maravilhosa por mais cinco edições, até 2030.
O encontro anual, que se encerra nesta quarta-feira, e recebeu este ano 34 mil assistentes, conta com centenas de palestrantes, de representantes de start-ups a gigantes como Nvidia, TikTok, Meta e OpenAI.
A.Motta--PC