-
Ataques israelenses deixam quatro mortos em Gaza
-
Lyon empata sem gols com Angers e emenda 6º jogo sem vitória no Francês
-
Opep+ volta a aumentar cotas de produção em 206.000 barris por dia
-
Israel recorre à IA para aperfeiçoar seu sistema de alerta de ataques aéreos
-
Trump ameaça desatar 'inferno' se Irã não reabrir Estreito de Ormuz
-
PSV Eindhoven é campeão holandês pela 27ª vez
-
Astronautas da Artemis vislumbram 'Grand Canyon' da Lua antes de sobrevoá-la
-
Papa pede que se 'escolha a paz' em sua primeira mensagem de Páscoa
-
Trump anuncia resgate de segundo piloto acidentado no Irã
-
Petro denuncia que líder guerrilheiro suborna oficiais colombianos para evitar prisão
-
Ataques de Israel matam sete pessoas no Líbano
-
Lens perde para Lille e se afasta da briga pelo título francês
-
EUA anuncia prisão de familiares de general iraniano
-
Barcelona vence Atlético e abre 7 pontos do Real Madrid
-
Com Itália fora da Copa, Canadá tenta atrair torcida dos residentes italianos
-
Ataque de Israel mata meninas no Líbano
-
Real Madrid perde para Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
Barcos franceses zarpam para nova flotilha rumo a Gaza
-
Erdogan e Zelensky se reúnem na Turquia
-
Salvadorenhos confeccionam tapete de sal com mais de 1 km na Semana Santa
-
Meia Oscar se aposenta do futebol após problema cardíaco
-
Real Madrid perde pra Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
A vida cotidiana dos astronautas da missão Artemis II no espaço
-
Bayern vira sobre Freiburg e vai embalado para duelo com Real Madrid na Champions
-
Trump dá 48 horas para alcançar acordo sobre Ormuz; bombardeios no Irã atingem área de usina nuclear
-
Botafogo inicia processo judicial para cobrar dívida de R$ 745 milhões do Lyon
-
City atropela Liverpool (4-0) na Copa da Inglaterra com hat-trick de Haaland
-
Astronauta Jeremy Hansen descreve sua sensação de 'cair do céu'
-
Astronautas da Artemis II já estão na metade do caminho até a Lua
-
Nicaraguenses comemoram a Semana Santa com proibição de procissões nas ruas
-
Irã e EUA disputam busca por piloto do caça americano derrubado
-
Documentário sobre trabalho dos repórteres da AFP em Gaza é premiado na França
-
Papa Leão XIV faz sua primeira via-crúcis no Coliseu, em tempos de guerra
-
Paquistão anuncia transporte público gratuito em meio à crise energética
-
Com Dembélé inspirado, PSG vence Toulouse e reforça liderança no Francês
-
Trump pede ao Congresso US$ 152 milhões para reabrir Alcatraz
-
Artemis e Apollo compartilham o mesmo prédio... E lições de física
-
Fora da Copa e sem representantes na Champions, Itália volta a viver futebol com retorno da Serie A
-
Sem Kane e antes das quartas da Champions, Bayern busca do 100º gol no Alemão
-
Investigação jornalística revela suposta campanha midiática russa contra Milei na Argentina
-
City e Liverpool duelam por vaga na semifinal da Copa de Inglaterra
-
Zelensky denuncia 'escalada' após morte de 10 pessoas em ataques russos na Ucrânia
-
Rússia fez avanço territorial mínimo na Ucrânia em março, algo inédito desde 2023
-
Cuba começa a libertar presos após concessão de indulto
-
'A Espanha não é um país racista', diz Arbeloa após cânticos islamofóbicos em amistoso contra o Egito
-
Arteta quer que derrota na Copa da Liga sirva de incentivo para Arsenal
-
'Ultrapassou os limites': Chelsea afasta Enzo Fernández por 2 jogos
-
Técnico do Barça diz que Rashford tem 'grande oportunidade' com lesão de Raphinha
-
Alisson será desfalque no Liverpool contra o PSG nas quartas da Champions
-
Reconstrução será total: Gattuso não é mais técnico da Itália
China considera negociar com EUA, mas pede retirada prévia de tarifas
As autoridades da China disseram, nesta sexta-feira (2), que consideram uma proposta de negociação dos Estados Unidos sobre a guerra comercial, mas insistiram que Washington deve primeiro reverter as tarifas que sacudiram a economia mundial.
Em sua ofensiva tarifária global, o presidente americano, Donald Trump, concentrou-se especialmente na China, impondo tarifas de até 145% sobre muitas de suas importações.
O gigante asiático não se intimidou. Embora tenha dito estar aberto ao diálogo, respondeu com tarifas de 125% sobre as importações dos EUA e alertou que estava preparado para lutar uma guerra comercial até o fim.
Desde então, Trump isentou produtos como smartphones, semicondutores e computadores e afirmou repetidamente que as autoridades chinesas estavam dispostas a negociar.
No entanto, o Ministério do Comércio chinês afirmou que foi a parte americana que deu o primeiro passo em direção ao diálogo.
"Os Estados Unidos têm tomado recentemente a iniciativa, em muitas ocasiões, de transmitir informações à China através dos meios pertinentes, dizendo que esperam falar com a China", disse em um comunicado.
"A China está atualmente avaliando isso", acrescentou. Mas antes de sentar para conversar, exige medidas dos Estados Unidos que demonstrem suas boas intenções.
"Se os Estados Unidos quiserem conversar, devem demonstrar sinceridade, estar dispostos a corrigir suas práticas equivocadas e cancelar tarifas unilaterais", disse o Ministério do Comércio.
"Em qualquer diálogo ou conversa possível, se a parte americana não corrigir suas medidas tarifárias unilaterais equivocadas, isso simplesmente demonstrará a falta de sinceridade dos EUA e prejudicará ainda mais a confiança mútua entre os dois lados", afirmou.
"Dizer uma coisa e fazer outra, ou mesmo tentar coerção ou chantagem sob o pretexto de negociações, não vai funcionar", insistiu.
No início de abril, Trump impôs uma tarifa universal de 10% sobre todas as importações e "tarifas recíprocas" adicionais sobre muitos países para supostamente compensar desequilíbrios comerciais.
Pouco depois, decretou a suspensão das tarifas recíprocas para dezenas de países por 90 dias, mas as aumentou para a China por ter tomado medidas retaliatórias contra as importações americanas.
"A posição da China sempre foi perfeitamente consistente", insistiu o Ministério do Comércio nesta sexta-feira.
"Se houver uma luta, lutaremos até o fim. Se houver diálogo, a porta estará aberta de ponta a ponta. A guerra tarifária e a guerra comercial foram iniciadas unilateralmente pela parte americana", destacou.
- "Ramos de oliveira" -
Wu Xinbo, diretor do Centro de Estudos Americanos da Universidade Fudan em Xangai, prevê que Pequim adotará uma postura rígida de negociação.
"É claro que os Estados Unidos esperam iniciar as negociações o mais rápido possível, mas nossa atitude é: 'Vocês devem primeiro tomar medidas que demonstrem sua sinceridade'", disse à AFP.
Assim que as tarifas forem suspensas, "poderemos discutir nossas inquietações legítimas", como as preocupações de Washington sobre o desequilíbrio do comércio bilateral e a indignação de Pequim com a tentativa americana de frear seu desenvolvimento tecnológico, disse o especialista.
A China reconheceu o impacto do cenário mundial em sua economia, muito dependente das exportações. Autoridades admitem que empresas destinadas a mercados estrangeiros estão enfrentando dificuldades.
Dados divulgados esta semana mostraram uma desaceleração na atividade industrial da China em abril.
Nos Estados Unidos, as estatísticas também revelaram uma contração inesperada do PIB no primeiro trimestre. Para Ja-Ian Chong, da Universidade Nacional de Singapura, não está claro se haverá progresso nas negociações, apesar da crescente pressão sobre ambas as potências econômicas.
"Nenhum das partes quer parecer frágil", diz.
No entanto, Stephen Innes, analista da SPI Asset Management, acredita que as declarações da China nesta sexta-feira são "o primeiro ramo de oliveira" apresentado nesta amarga guerra comercial.
Mas "o caminho ainda está minado", destaca. "A promessa da China de lutar 'até o fim' não foi retirada (...) e a exigência de 'cancelar tarifas primeiro' não é aceitável para a Casa Branca", observa.
E.Ramalho--PC