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Lendário estilista italiano Giorgio Armani morre aos 91 anos
O estilista italiano Giorgio Armani, ícone da moda e criador de um império na indústria do luxo, faleceu aos 91 anos "ao lado de seus entes queridos", informou a empresa nesta quinta-feira (4).
"Com uma tristeza infinita, o Grupo Armani anuncia o falecimento de seu criador, fundador e motor incansável: Giorgio Armani", afirma um comunicado.
"Nesta empresa sempre nos sentimos como uma família. Hoje, é com profunda emoção que sentimos o vazio deixado por quem fundou e alimentou esta família com visão, paixão e dedicação. Mas é precisamente em seu espírito que nos comprometemos a proteger o que ele construiu e a levar adiante sua empresa em sua memória, com respeito, responsabilidade e amor", continua o texto.
De acordo com o desejo de Giorgio Armani, seu funeral será realizado de forma privada, mas haverá uma capela-ardente aberta ao público de 09h00 às 18h00 no sábado e no domingo no Teatro Armani em Milão.
O estilista criou sua marca em 1975 e sempre quis preservar sua independência, rejeitando abrir o capital no mercado de ações.
Com a saúde fragilizada durante vários meses, cancelou seus desfiles de moda masculina em Milão em meados de junho. Também não compareceu ao desfile da Armani Privé em Paris, em julho, por recomendação médica.
Em uma entrevista ao Financial Times publicada poucos dias antes de sua morte, o italiano declarou que seus planos para sucessão consistiam "em uma transição progressiva de responsabilidades para seus colaboradores mais próximos, como Leo Dell'Orco", responsável pelo design das coleções masculinas, "os membros de (sua) família e toda a equipe de trabalho".
- O melhor da Itália -
"Com Giorgio Armani, desaparece uma figura emblemática da cultura italiana, que soube transformar a elegância em uma linguagem universal. Seu estilo sóbrio e inovador redefiniu a relação entre a moda, o cinema e a sociedade, deixando uma marca indelével nos costumes contemporâneos", reagiu o ministro italiano da Cultura, Alessandro Giuli.
"Ele não foi apenas um mestre da moda, mas também um reconhecido embaixador da identidade italiana em todo o mundo", afirmou.
"Com sua elegância, sobriedade e criatividade, ele soube realçar a moda italiana e inspirar o mundo inteiro. Um trabalhador incansável, um ícone e um símbolo do melhor da Itália. Obrigada por tudo", escreveu, por sua vez, a chefe do governo, Giorgia Meloni.
Várias outras personalidades italianas de destaque prestaram suas homenagens, como Donatella Versace, embaixadora do grupo de moda homônimo, que destacou no Instagram a perda de um "gigante que fez história".
Estilista visionário, Armani se destacou na alta costura, prêt-à-porter, acessórios, perfumes, joalheria, assim como na arquitetura de interiores e hotelaria de luxo em cidades como Milão, Paris, Nova York, Tóquio, Seul e Xangai. Em 2000, o Museu Guggenheim de Nova York incluiu-o no Panteão dos criadores com uma retrospectiva dedicada à sua obra.
Armani nasceu em 11 de julho de 1934 em Piacenza (norte da Itália) em uma família humilde de origem armênia.
Ele estudou medicina durante dois anos, antes de trabalhar como vitrinista-decorador na famosa loja Rinascente de Milão, onde permaneceu até os 31 anos.
Apaixonado por fotografia e desenho, sua vida mudou após conhecer Nino Cerruti, inventor do "casual chic", falecido em janeiro de 2022, quem lhe confiou sua linha de moda masculina, Hitman.
L.Torres--PC