-
Zelensky apoia diretor da Naftogaz para cargo de primeiro-ministro
-
França aprova direito à morte assistida após anos de debates
-
Republicanos apresentam plano de gastos antes das eleições de novembro nos EUA
-
Fifa defende árbitro da semifinal da Copa após críticas de Deschamps
-
Técnico francês Sébastien Migné deixa Haiti e assume seleção do Gabão
-
CEO do Bayer Leverkusen aponta 'problemas estruturais' após decepção da Alemanha na Copa
-
Trump diz que ICE manterá fiscalizações nas estradas
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica com bombardeios e fechamento de Ormuz
-
Mais que uma seleção, Espanha constrói uma 'equipe' para chegar à final da Copa
-
Mulheres denunciam ex-dirigente de agência de modelos Elite por estupro
-
Cidade natal de Bellingham celebra estrela da seleção inglesa
-
Até 45% dos riscos de demência poderiam ser prevenidos ou adiados, afirma OMS
-
Starmer se despede em clima descontraído e promete apoio a sucessor
-
Imprensa espanhola celebra classificação da 'Roja' à final
-
Ateliê de moda passa a confeccionar bolsas mortuárias após terremotos na Venezuela
-
Ebola se alastra pela República Democrática do Congo
-
Argentina e Inglaterra reacendem rivalidade para enfrentar Espanha na final da Copa
-
Quênia nega aos rastafáris o direito de fumar maconha por motivos religiosos
-
Biden anuncia livro de memórias e afirma que tratamento contra o câncer vai 'muito bem'
-
Cuba restabelece eletricidade após terceiro apagão geral em menos de dez dias
-
Guerra entre Irã e EUA se intensifica
-
China acaba com 'namorados' e amizades criados por IA
-
Fim da fronteira fecha 'ferida aberta' entre Espanha e Gibraltar, diz Pedro Sánchez
-
'Eu vivo isso com tranquilidade', diz à AFP a sósia russa de Haaland
-
França vota para legalizar direito à eutanásia
-
Austrália anuncia que promulgará leis para regulamentar IA e centros de dados
-
Crescimento econômico da China registra ritmo mais lento em três anos
-
Novos ataques na região de Ormuz; EUA retoma bloqueio aos portos do Irã
-
Argentina x Inglaterra: o duelo mais acirrado valendo vaga na final da Copa do Mundo
-
Ex-líder das Farc teme violência na Colômbia após ameaças do presidente eleito
-
Scaloni pede para que não misturem semifinal Argentina-Inglaterra com Malvinas
-
Espanha e Gibraltar encerram controles fronteiriços
-
EUA restabelece bloqueio naval ao Irã e guerra se intensifica
-
Embaixada britânica na Argentina recorre ao humor antes da semifinal contra Inglaterra
-
Inglaterra espera semifinal 'intensa e emocionante' contra Argentina, diz Tuchel
-
'Não me imaginava em outro clube da Europa', diz Lewandowski na chegada ao Chicago Fire
-
EUA lança novos ataques contra Irã e restabelece bloqueio naval
-
Multidão comemora em Madri classificação da Espanha para final da Copa do Mundo
-
'Não fizemos a partida que queríamos', lamenta Mbappé
-
Oyarzabal pede que 'momento histórico' do futebol espanhol seja valorizado
-
'Eles foram melhores do que nós', admite Cherki após derrota da França para a Espanha
-
'Uma final de Copa está ao alcance de poucos', comemora técnico da Espanha
-
'Nunca imaginei algo assim, nem nos meus melhores sonhos', diz Pedro Porro
-
'Estivemos abaixo do nosso nível', admite Deschamps após derrota da França para a Espanha
-
Mason Greenwood deixa Olympique de Marselha para jogar no Fenerbahçe
-
Espanha bate França (2-0) e está na final da Copa do Mundo
-
Exército liberta 39 sequestrados por guerrilha ELN na Colômbia; 2 militares morrem
-
Scaloni e Tuchel: a calma e a tormenta na busca por uma vaga na final da Copa do Mundo
-
EUA intensifica bombardeios contra Irã, mas recua sobre taxa para cruzar Ormuz
-
Trump falará sobre "eleições livres e justas" em discurso à nação na 5ª feira
Crescimento econômico da China registra ritmo mais lento em três anos
A economia da China registrou no segundo trimestre o crescimento mais lento dos últimos três anos, segundo números oficiais divulgados nesta quarta-feira (15), embora as exportações impulsionadas pelo boom da inteligência artificial (IA) tenham compensado os efeitos do conflito no Oriente Médio.
O Produto Interno Bruto (PIB) da segunda maior economia do mundo avançou 4,3% na comparação anual no período de abril a junho, informou o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE), abaixo da previsão de 4,5% de um grupo de economistas consultados pela AFP.
Também ficou abaixo da meta anual de 4,5% a 5,0% estabelecida pelo governo de Pequim, o menor objetivo do país em décadas.
Uma crise de vários anos no setor imobiliário e uma queda persistente no consumo interno levaram o país a depender das exportações para cumprir as metas de crescimento.
Porém, a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã colocou as metas em risco: o conflito provocou o bloqueio do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, uma rota vital pela qual normalmente transita um quinto do petróleo e do gás natural do mundo.
"A economia resistiu à pressão e permaneceu dentro de uma faixa razoável", afirmou o ONE em comunicado. "A produção e a oferta cresceram com bastante rapidez. A situação do emprego permaneceu estável de modo geral. Os preços subiram moderadamente. O comércio exterior cresceu em bom ritmo. Os novos motores de crescimento se expandiram rapidamente", acrescentou a instituição.
Apesar dos elogios, a nota indica que "há muitos fatores externos instáveis e incertos, e a contradição interna de uma oferta grande e uma demanda frágil é relevante. É necessário consolidar a base para que a economia melhore".
Os dados oficiais também mostraram que as vendas no varejo subiram 1,0% em termos anuais em junho, acima da projeção compilada pela agência financeira Bloomberg, que apontava uma queda de 0,1%. Além disso, a produção industrial aumentou 5,3% no mês passado, também superando os 4,6% previstos pela agência.
- Elo fraco -
A demanda interna, afetada por expectativas baixas de renda, continua sendo o "elo fraco" da China, comentou à AFP Yue Su, da The Economist Intelligence Unit.
"Por isso, esperamos que as autoridades enfatizem mais o fortalecimento do consumo na segunda metade do ano e no início de 2027", por meio de pacotes de estímulo fiscal ou aumento do salário mínimo, acrescentou a analista.
O consultor Zhang Zhiwei considera pouco provável que o governo modifique a posição política nos próximos meses em consequência dos dados. Ele recordou que a China continua no caminho para alcançar a meta de crescimento para 2026.
Os resultados, que são alvos de grande atenção, foram divulgados após a publicação, na terça-feira, de dados que mostraram que as exportações dispararam 27% em termos anuais em junho. O número também superou as previsões, graças ao boom mundial da IA, que ajudou a impulsionar a demanda por chips e equipamentos de computação fabricados na China.
A.Motta--PC