-
Ataques na Ucrânia e na Rússia deixam ao menos dez mortos
-
Antonelli domina treinos livres do GP da Bélgica de F1
-
Terremoto sacode México e América Central, sem relatos de vítimas
-
Brasil endurece regras de publicidade das onipresentes bets
-
Neutralizar Messi será 'desafio maiúsculo' para Espanha, diz Mikel Merino
-
Ataques na Ucrânia e na Rússia deixam ao menos sete mortos
-
Árbitro esloveno Slavko Vincic apitará final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina
-
'Obsessão', o filme de terror de baixo orçamento com retorno milionário
-
Meia húngaro Dominik Szoboszlai renova com o Liverpool
-
UE revisa seu mercado de carbono após pedidos da indústria
-
'Bem-vindos à Ciudad Carpita': a vida dos refugiados após terremotos na Venezuela
-
Sobrevivente de terremoto em 1967 na Venezuela agora ajuda vítimas do duplo tremor
-
Sucessor de Starmer, Burnham quer 'devolver esperança' aos britânicos
-
Acusações falsas sobre fraude eleitoral e Venezuela reaparecem em discurso de Trump
-
Os principais atores da IA na China
-
Argentina e Espanha ajustam os últimos detalhes para a final da Copa sob ameaça da fumaça
-
Novos bombardeios dos Estados Unidos e represálias do Irã
-
Andy Burnham, entre a política e a paixão pelo futebol
-
Japão reforma lei, mas mantém fechada a porta para uma imperatriz
-
XI adverte que IA não deve ser dominada por um único país e pede cooperação
-
Trump acusa China de 'maior comprometimento de dados eleitorais da História'
-
Forte tempestade deixa três mortos no Chile
-
Xi vai apresentar em conferência visão da China sobre IA
-
Trump promete defender 'integridade' eleitoral em discurso à nação
-
Guerra entre Irã e EUA se agrava com ataques a infraestruturas
-
MLS é retomada ainda sem Messi e com estreia de Lewandowski adiada
-
Preocupações com crescimento derrubam ação da Netflix
-
Antetokounmpo chega a Miami com Messi como fonte de inspiração
-
EUA restringe permanência de jornaslitas e estudantes estrangeiros
-
Destroços de helicóptero que caiu em NY tinham sinais de impacto com aves
-
Fumaça perigosa de incêndios florestais no Canadá afeta os EUA
-
LeBron James mantém NBA em suspense sobre seu futuro time
-
À espera de Messi, Major League Soccer retorna com novas atrações
-
Seleção francesa aguarda Zidane, favorito para substituir Deschamps como técnico
-
Nicarágua rompe relações com Itália por caso de fugitivo das Brigadas Vermelhas
-
Mauro Vieira critica declaração 'grosseira e arrogante' de Rubio sobre Lula
-
Norris é punido após trocar bateria e largará dez posições atrás no GP da Bélgica
-
Milei considera 'válido e lícito' o uso da faixa sobre Malvinas
-
Destituição de ministro da Defesa divide comando militar da Ucrânia
-
EUA restringe permanência de jornalistas e estudantes estrangeiros
-
Imprensa inglesa critica Tuchel após eliminação na Copa do Mundo
-
AIEA considera 'inaceitável' morte de engenheiro de usina nuclear da Ucrânia
-
Trump prepara batalha das legislativas com discurso à nação
-
UE impõe ao Google novas medidas para abrir o Android à concorrência
-
Reino Unido pede à Fifa investigação sobre faixa evocando as Malvinas na semifinal da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia prevê abrir uma embaixada em Jerusalém
-
Por trás das ruínas, o paraíso dos surfistas que sobreviveu aos terremotos na Venezuela
-
EUA anuncia nova tarifa de 25% sobre produtos do Brasil, que promete acionar lei de reciprocidade
-
Copa do Mundo da América do Norte terá sua Finalíssima
-
Starmer é condecorado por Zelensky em sua última visita à Ucrânia como primeiro-ministro
UE revisa seu mercado de carbono após pedidos da indústria
A Comissão Europeia propôs, nesta sexta-feira (17), flexibilizar sua tarifação das emissões de carbono, um pilar da política ambiental da União Europeia, concedendo um pouco mais de margem às empresas.
Diante de reivindicações da indústria química alemã, dos países da Europa Central e da Itália, Bruxelas apresentou várias concessões que deverão ser analisadas pelos 27 Estados-membros e eurodeputados, em uma negociações que pode durar meses.
O objetivo é autorizar o conjunto da indústria europeia a emitir CO2 por mais tempo do que o previsto (até 2038 em vez de 2034) e a um custo menor. Isso, se no futuro as empresas se comprometerem a zerar as emissões deste poluente, causador do efeito estufa.
Além disso, as companhias podem adquirir créditos de carbono internacionais a partir de 2036 por meio do financiamento de projetos de descarbonização fora da UE, que seriam considerados na redução de suas emissões.
Há mais de 20 anos, o bloco implementou um mercado de cotas de emissões de carbono (ETS, na sigla em inglês) para enfrentar a mudança climática. Na prática, as indústrias que mais consomem energia (siderurgia, cimento, química...) e os produtores de eletricidade devem comprar "permissões para poluir", segundo o princípio de "quem polui, paga", para cobrir suas emissões de CO2.
O preço da tonelada deste gás varia atualmente em torno de 80 euros (cerca de 467 reais, na cotação atual) na UE.
O total de cotas disponíveis no mercado foi reduzindo ao longo do tempo para incentivar que as indústrias emitam menos.
Como incentivo, foram implementadas cotas gratuitas. Elas deveriam ser extintas em 2034, mas agora a Comissão propõe prolongá-las e reduzir o ritmo de eliminação de todas as cotas disponíveis no mercado.
- Mais eletricidade -
Por outro lado, o bloco europeu apresentou nesta sexta-feira um objetivo "indicativo" de eletrificação de sua energia, com a ideia de que a eletricidade represente 46% de seu consumo final de energia até 2040, ou seja, o dobro do atual.
Os ambientalistas exigem que a UE mantenha altas suas ambições climáticas mas, há dois anos, a tendência em Bruxelas tem sido responder às preocupações de uma indústria muito afetada pela concorrência da China e pela política tarifária dos Estados Unidos.
A reforma do carbono se tornou uma questão política, até mesmo ideológica, entre os defensores do sistema ETS (Espanha, Suécia, Finlândia e Dinamarca, entre outros) e seus críticos, como Polônia, República Tcheca e Itália, cujas economias geram mais emissões de carbono.
Com relação à aviação, diante da forte pressão das companhias aéreas e das reticências de alguns países, como a França, a Comissão desistiu de incluir os voos internacionais em seu mercado de carbono.
Em vez disso, defende uma solução intermediária: incluir no mercado de ETS, a partir de 2029, os voos internacionais que pousem a no máximo 5.000 quilômetros do "centro da Europa". Assim, um voo de Frankfurt a Dubai ou Istambul seria coberto pelo ETS, mas um entre Frankfurt e Tóquio, não.
L.Torres--PC