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Messi revive, na final da MLS, sua dolorosa rivalidade com Thomas Müller
Entre Lionel Messi e o sonho de conquistar seu primeiro título da MLS com a camisa do Inter Miami surge um rosto familiar: o meia alemão Thomas Müller, determinado a estragar mais uma final para o craque argentino no sábado.
Müller, que chegou em agosto ao Vancouver Whitecaps, da liga norte-americana, foi um verdadeiro pesadelo para Messi desde o primeiro encontro entre os dois, há 15 anos.
O meia-atacante de 36 anos foi presença constante em algumas das derrotas mais dolorosas da carreira histórica de Messi, tanto pelo Bayern de Munique quanto pela seleção alemã.
A pior de todas aconteceu na única final em que se enfrentaram: a Copa do Mundo de 2014 no Brasil, quando a Alemanha negou o título à Argentina com um gol de Mario Götze na prorrogação.
E esse revés no Maracanã, no Rio de Janeiro, que Messi só superou graças à vitória da Argentina no Mundial do Catar em 2022, não é o único no retrospecto pessoal entre os dois ícones.
Na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, a Alemanha já havia frustrado o sonho do jovem Messi de conquistar o título sob o comando do então treinador e ídolo, Diego Armando Maradona.
Com um gol de Müller, a seleção alemã aplicou uma goleada de 4 a 0 nos sul-americanos nas quartas de final. E essa nem sequer foi a derrota mais humilhante no histórico de confrontos entre os dois jogadores.
Em agosto de 2020, com Müller em campo e Hansi Flick no banco de reservas, o Bayern de Munique aniquilou o Barcelona de Messi por 8 a 2 nas quartas de final da Liga dos Campeões, em jogo disputado com portões fechados em Lisboa devido à pandemia de covid-19.
- "Eu queria esta final" -
Tendo marcado dois gols em Lisboa, Müller saiu vitorioso em sete dos dez confrontos que disputou contra Messi, incluindo os dois últimos duelos, quando o argentino ainda jogava pelo Paris Saint-Germain.
Entre as três vitórias do canhoto argentino, destaca-se a goleada de 3 a 0 sobre o Bayern de Munique pelo Barcelona na semifinal da Liga dos Campeões de 2014/2015, o quarto e último título europeu conquistado por Messi em quase duas décadas na Europa.
Em 2023, ele deixou o futebol do mais alto nível para se tornar líder em campo do Inter Miami, uma jovem franquia que no momento de sua chegada estava na lanterna da MLS. Em poucas semanas, o craque conduziu sua equipe ao seu primeiro título, o da Leagues Cup.
No campeonato nacional, porém, o Inter não havia passado das oitavas de final até a atual campanha em chegou à final deste sábado, que será disputada diante de sua torcida no Chase Stadium, em Fort Lauderdale, na Flórida.
Messi, aos 38 anos, foi o artilheiro da temporada regular com 29 gols em 28 jogos, e elevou ainda mais seu desempenho nos playoffs, marcando seis gols em cinco partidas.
Com seu capitão em grande fase e a torcida a seu favor, o Inter é o favorito, embora o Vancouver talvez tenha jogado o melhor futebol da temporada, e a chegada de Müller tenha tido um impacto imediato. Ele marcou oito gols em 11 jogos.
Embora tenha enfatizado que "não se trata de Messi contra Müller", o próprio atacante alemão reconheceu que o reencontro é fundamental para fazer desta final da MLS Cup a partida mais comentada dos últimos tempos.
"Quando você tem um confronto como este, mais pessoas assistem. E se mais pessoas assistem, o valor para você como jogador e para o seu time é muito maior", disse ele. "É uma grande final. Eu queria esta final, e aqui estamos. É ótimo para todos."
E.Paulino--PC