-
Epidemia de ebola na RD Congo provocou mais de 3.000 mortes
-
Irã responde aos ataques dos Estados Unidos com ofensiva contra bases americanas no Oriente Médio
-
Ativista pró-democracia de Hong Kong Joshua Wong se declara culpado de conluio com potências estrangeiras
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche devastadora
-
Secretário de Energia dos Estados Unidos visita Caracas para negociar acordo histórico de petróleo
-
Irã mira em bases dos EUA em resposta a novos bombardeios
-
John Ternus assume comando da Apple na era da IA e dos smartphones dobráveis
-
Nicarágua proíbe participação de opositores em eleições
-
Moraes enfrenta pressão após ter conversa com Vorcaro exposta
-
Congresso da Nicarágua aprova reforma que proíbe opositores em eleições
-
Zuckerberg e Musk defendem centros de dados de IA
-
Dínamo Moscou volta atrás e desiste da contratação de Gonzalo Plata
-
OpenAI lançará novo modelo com segurança reforçada após invasão
-
Xi Jinping chega ao Egito em meio a ameaças de sanções dos EUA por vínculos com Irã
-
Rybakina estreia com vitória e inicia caça à Sabalenka no US Open
-
Moraes sob pressão após ter conversa com Vorcaro exposta
-
Cobolli vence Comesaña de virada e avança no US Open
-
Governo Assad realizava atividades nucleares não declaradas na Síria, diz AIEA
-
Juventus empresta atacante canadense Jonathan David ao Atlético de Madrid
-
Argentina vive momento de incerteza sem Messi e com futuro de Scaloni indefinido
-
Estados Unidos lançam novos ataques contra o Irã
-
Netanyahu afirma que Israel deteve chefe de segurança do Hamas em Gaza
-
Musk defende centros de dados de IA e critica regras da UE no G20
-
Reformas de segurança propostas por Kast "ameaçam" direitos dos chilenos, diz ONG
-
Rei Haakon VIII jura fidelidade à Constituição da Noruega sem a esposa, que se recupera de um transplante
-
Irã registra várias explosões perto do Estreito de Ormuz, segundo televisão estatal
-
"Legado de Messi ficará para sempre", destaca David Beckham
-
Apagões, falta de professores e uniformes marcam início do ano letivo em Cuba
-
Aeroporto de Caracas reabre após graves danos por terremotos na Venezuela
-
Zagueiro Antonio Rüdiger anuncia aposentadoria da seleção alemã
-
Rede elétrica insuficiente freia auge dos 'data centers' no México
-
Explosão de carro-bomba deixa um morto e 11 feridos na Colômbia
-
Com menos consumo, economia brasileira desacelera no 2º trimestre
-
Flaco López renova com o Palmeiras até 2030
-
Avalanche entre Nepal e China deixa mais de 1.000 mortos
-
Flamengo anuncia equatoriano Anthony Valencia e argentino Joaquín Freitas
-
Irã estende a mão aos EUA e agradece à Rússia por seu posicionamento na guerra
-
'Não me incomoda', diz Gabriel Jesus sobre ser 'plano B' de Julián Álvarez
-
Funcionário do Serviço Postal acusa governo Trump de colocar em risco o voto por correio
-
UE não digere convite dos EUA para ministro russo ao G20
-
Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado
-
Petição solicita que Javier Milei seja declarado 'persona non grata' em Paris
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington e agradece posição de Putin durante a guerra
-
Barcelona oficializa contratação de Gabriel Jesus
-
Ativistas do Tibete acusam China de subestimar número de mortos em desastre
-
Bombardeio mais letal em anos mata 20 guerrilheiros na Colômbia
-
Mural de desaparecidos mantém esperança de famílias após desastre no Nepal
-
Shein tem estreia discreta na Bolsa de Hong Kong
-
Haakon VIII jura lealdade à Constituição da Noruega
-
Vítimas da guerra no Afeganistão seguem sem obter justiça, afirma ONU
Suprema Corte se recusa a mudar normas eleitorais nos EUA
A Suprema Corte dos Estados Unidos se recusou nesta terça-feira (27) a dar mais liberdade aos estados para estabelecer as normas das eleições à Casa Branca e ao Congresso.
Seis dos nove magistrados rechaçaram uma teoria proposta por parlamentares republicanos da Carolina do Norte que, segundo seus críticos, poderia enfraquecer a democracia americana.
A Constituição atribui aos parlamentares de cado estado a decisão de organizar as eleições, tanto em relação aos votos por correio quanto os horários de abertura dos colégios eleitorais e até mesmo os documentos a serem apresentados na inscrição como eleitor.
A Constituição atribui a cada estado a tarefa de determinar "a hora, o local e o procedimento" para a votação, mas suas regras estão sujeitas à revisão dos tribunais locais, à qual os parlamentares da Carolina do Norte se opõem.
Em sua opinião, a Constituição deixa a regulamentação das eleições federais nas mãos das Assembleias Legislativas "e de ninguém mais". Isto é conhecido como a teoria da legislatura estadual independente.
A Suprema Corte discorda: a Constituição "não protege as Assembleias Legislativas do controle judicial ordinário por parte dos tribunais de seu estado". A sentença foi aplaudida pelos democratas imediatamente.
A Suprema Corte rejeitou uma "teoria marginal" que "ameaçava nossa democracia e o equilíbrio de poderes", tuitou o ex-presidente democrata Barack Obama.
A origem do caso remonta a 2020, quando o censo registrou um aumento da população da Carolina do Norte. Como resultado, o estado ganhou uma cadeira adicional na Câmara dos Representantes e seus parlamentares modificaram os limites das circunscrições.
O alto tribunal deste estado invalidou o novo mapa porque estimou que favorecia o Partido Republicano ao agrupar os eleitores democratas em determinadas circunscrições e diluir seu voto em outras.
Um segundo mapa também não foi aprovado, por isso a Justiça solicitou a análise de um especialista independente.
Os parlamentares locais recorreram então à Suprema Corte dos Estados Unidos, por considerar que a Justiça estadual havia usurpado seu poder.
A alta Corte se recusou a intervir de urgência e utilizou o mapa do especialista para as eleições de meio de mandato em novembro, nas quais sete parlamentares de cada partido foram eleitos.
Porém, a balança no Tribunal Supremo da Carolina do Norte mudou e agora os juízes conservadores são maioria. Ficou decidido que não são competentes para invalidar os limites das circunscrições, o que significa que é possível que legisladores locais voltam a traçar um novo mapa antes das eleições de 2024.
C.Amaral--PC