-
Cobolli vence Comesaña de virada e avança no US Open
-
Governo Assad realizava atividades nucleares não declaradas na Síria, diz AIEA
-
Juventus empresta atacante canadense Jonathan David ao Atlético de Madrid
-
Argentina vive momento de incerteza sem Messi e com futuro de Scaloni indefinido
-
Estados Unidos lançam novos ataques contra o Irã
-
Netanyahu afirma que Israel deteve chefe de segurança do Hamas em Gaza
-
Musk defende centros de dados de IA e critica regras da UE no G20
-
Reformas de segurança propostas por Kast "ameaçam" direitos dos chilenos, diz ONG
-
Rei Haakon VIII jura fidelidade à Constituição da Noruega sem a esposa, que se recupera de um transplante
-
Irã registra várias explosões perto do Estreito de Ormuz, segundo televisão estatal
-
"Legado de Messi ficará para sempre", destaca David Beckham
-
Apagões, falta de professores e uniformes marcam início do ano letivo em Cuba
-
Aeroporto de Caracas reabre após graves danos por terremotos na Venezuela
-
Zagueiro Antonio Rüdiger anuncia aposentadoria da seleção alemã
-
Rede elétrica insuficiente freia auge dos 'data centers' no México
-
Explosão de carro-bomba deixa um morto e 11 feridos na Colômbia
-
Com menos consumo, economia brasileira desacelera no 2º trimestre
-
Flaco López renova com o Palmeiras até 2030
-
Avalanche entre Nepal e China deixa mais de 1.000 mortos
-
Flamengo anuncia equatoriano Anthony Valencia e argentino Joaquín Freitas
-
Irã estende a mão aos EUA e agradece à Rússia por seu posicionamento na guerra
-
'Não me incomoda', diz Gabriel Jesus sobre ser 'plano B' de Julián Álvarez
-
Funcionário do Serviço Postal acusa governo Trump de colocar em risco o voto por correio
-
UE não digere convite dos EUA para ministro russo ao G20
-
Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado
-
Petição solicita que Javier Milei seja declarado 'persona non grata' em Paris
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington e agradece posição de Putin durante a guerra
-
Barcelona oficializa contratação de Gabriel Jesus
-
Ativistas do Tibete acusam China de subestimar número de mortos em desastre
-
Bombardeio mais letal em anos mata 20 guerrilheiros na Colômbia
-
Mural de desaparecidos mantém esperança de famílias após desastre no Nepal
-
Shein tem estreia discreta na Bolsa de Hong Kong
-
Haakon VIII jura lealdade à Constituição da Noruega
-
Vítimas da guerra no Afeganistão seguem sem obter justiça, afirma ONU
-
Avalanche no Himalaia deixou mais de 1.000 mortos
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington antes de reunião com Putin
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa 12 mortos na região de Kiev
-
Carney sai reforçado das eleições parciais no Canadá em plena guerra comercial com EUA
-
Avalanche entre Nepal e China deixou mais de 1.000 mortos
-
Ataque russo deixa quatro mortos na região de Kiev
-
Ex-líder de gangue é condenado pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
Esfaqueamento na Times Square, em NY, resulta em duas mortes
-
Júri começa deliberações no julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
EUA convida ministro russo para reunião do G20 e irrita europeus
-
"Atacante top", diz técnico do Barcelona sobre Gabriel Jesus
-
Raphinha e Yamal comandam goleada do líder Barça sobre Rayo Vallecano
-
Quatro menores morrem em primeiros bombardeios do novo governo da Colômbia
-
Sem brilho, Arsenal vence Aston Villa e se mantém 100% no Inglês
-
Javier Milei pede à FIA retorno da Fórmula 1 à Argentina
-
Número de vítimas aumenta no Nepal em meio a desastre "inimaginável"
As acusações contra Trump no caso dos documentos confidenciais
o ex-presidente republicano e pré-candidato às presidenciais de 2024, Donald Trump, enfrentará acusações graves por ter documentos altamente confidenciais em sua casa na Flórida, em um julgamento que começará em 20 de maio de 2024, meses antes das eleições.
Em junho, a acusação afirmou que Trump guardou esses arquivos sem tomar medidas de segurança em sua mansão de Mar-a-Lago em Palm Beach. As caixas contêm documentos nucleares e de defesa do Pentágono, da CIA e da Agência de Segurança Nacional.
O ex-presidente os levou quando deixou a Casa Branca em 2021, apesar de a legislação americana exigir que os registros presidenciais sejam entregues aos Arquivos Nacionais.
Os promotores afirmam que o empresário teve muitas oportunidades de devolvê-los. As autoridades revistaram sua casa de Mar-a-Lago em agosto do ano passado, após obterem provas de que ele conservou, com conhecimento de causa, mais de 100 arquivos classificados.
As caixas e pastas com os documentos foram encontradas no escritório do ex-presidente, em um salão de festas, um banheiro, seu quarto e uma despensa, segundo a acusação.
Em ao menos duas ocasiões, segundo os promotores, Trump mostrou documentos classificados sobre operações e planos militares americanos a pessoas não autorizadas, em seu clube de golfe de Bedminster (Nova Jersey).
"Os documentos sigilosos que Trump guardava nas caixas incluíam informação relativa às capacidades de defesa e armamento tanto dos Estados Unidos como de países estrangeiros", argumenta a acusação.
"A divulgação não autorizada desses documentos classificados poderia pôr em risco a segurança nacional dos Estados Unidos, as relações exteriores, a segurança do Exército americano e as fontes", acrescenta.
A acusação inclui 37 crimes contra o ex-presidente. Trinta e um deles por "retenção deliberada de informação de defesa nacional". Cada denúncia corresponde a um documento específico.
Os registros enumerados incluíam informação sobre programas nucleares americanos e possíveis vulnerabilidades dos Estados Unidos e seus aliados ante ataques militares, ao lado de planos de retaliação, segundo a acusação.
Uma condenação por cada uma das 31 acusações de "retenção deliberada" pode acarretar a até dez anos de prisão.
As outras seis acusações são por obstrução da Justiça, punível com até 20 anos de prisão, ocultação de um documento ou registro, que também acarreta a mesma pena, e declarações falsas.
Walt Nauta, assessor pessoal de Trump, também será julgado, acusado de seis crimes por ter ajudado o ex-presidente a esconder documentos em Mar-a-Lago.
Trump e Nauta declararam-se não culpados.
O magnata americano alega que, como ex-presidente, tinha direito a conservar os documentos. Também disse, sem mostrar provas, que durante sua presidência havia desclassificado os documentos em questão.
F.Ferraz--PC