-
Netanyahu afirma que Israel deteve chefe de segurança do Hamas em Gaza
-
Musk defende centros de dados de IA e critica regras da UE no G20
-
Reformas de segurança propostas por Kast "ameaçam" direitos dos chilenos, diz ONG
-
Rei Haakon VIII jura fidelidade à Constituição da Noruega sem a esposa, que se recupera de um transplante
-
Irã registra várias explosões perto do Estreito de Ormuz, segundo televisão estatal
-
"Legado de Messi ficará para sempre", destaca David Beckham
-
Apagões, falta de professores e uniformes marcam início do ano letivo em Cuba
-
Aeroporto de Caracas reabre após graves danos por terremotos na Venezuela
-
Zagueiro Antonio Rüdiger anuncia aposentadoria da seleção alemã
-
Rede elétrica insuficiente freia auge dos 'data centers' no México
-
Explosão de carro-bomba deixa um morto e 11 feridos na Colômbia
-
Com menos consumo, economia brasileira desacelera no 2º trimestre
-
Flaco López renova com o Palmeiras até 2030
-
Avalanche entre Nepal e China deixa mais de 1.000 mortos
-
Flamengo anuncia equatoriano Anthony Valencia e argentino Joaquín Freitas
-
Irã estende a mão aos EUA e agradece à Rússia por seu posicionamento na guerra
-
'Não me incomoda', diz Gabriel Jesus sobre ser 'plano B' de Julián Álvarez
-
Funcionário do Serviço Postal acusa governo Trump de colocar em risco o voto por correio
-
UE não digere convite dos EUA para ministro russo ao G20
-
Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado
-
Petição solicita que Javier Milei seja declarado 'persona non grata' em Paris
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington e agradece posição de Putin durante a guerra
-
Barcelona oficializa contratação de Gabriel Jesus
-
Ativistas do Tibete acusam China de subestimar número de mortos em desastre
-
Bombardeio mais letal em anos mata 20 guerrilheiros na Colômbia
-
Mural de desaparecidos mantém esperança de famílias após desastre no Nepal
-
Shein tem estreia discreta na Bolsa de Hong Kong
-
Haakon VIII jura lealdade à Constituição da Noruega
-
Vítimas da guerra no Afeganistão seguem sem obter justiça, afirma ONU
-
Avalanche no Himalaia deixou mais de 1.000 mortos
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington antes de reunião com Putin
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa 12 mortos na região de Kiev
-
Carney sai reforçado das eleições parciais no Canadá em plena guerra comercial com EUA
-
Avalanche entre Nepal e China deixou mais de 1.000 mortos
-
Ataque russo deixa quatro mortos na região de Kiev
-
Ex-líder de gangue é condenado pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
Esfaqueamento na Times Square, em NY, resulta em duas mortes
-
Júri começa deliberações no julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
EUA convida ministro russo para reunião do G20 e irrita europeus
-
"Atacante top", diz técnico do Barcelona sobre Gabriel Jesus
-
Raphinha e Yamal comandam goleada do líder Barça sobre Rayo Vallecano
-
Quatro menores morrem em primeiros bombardeios do novo governo da Colômbia
-
Sem brilho, Arsenal vence Aston Villa e se mantém 100% no Inglês
-
Javier Milei pede à FIA retorno da Fórmula 1 à Argentina
-
Número de vítimas aumenta no Nepal em meio a desastre "inimaginável"
-
Brasil e EUA retomam diálogo sobre tarifas após conversa entre Lula e Trump
-
Lionel Messi, herói das maiores alegrias da Argentina
-
Alcaraz estreia no US Open com vitória tranquila em retorno após lesão
-
União Europeia suspende importações de carne brasileira a partir de 5ª feira
-
Trump ameaça atingir Irã 'com força' após escalada de ataques
Presidente Boluarte invoca pacto de reconciliação no Peru em meio a protestos em Lima
A presidente do Peru, Dina Boluarte, invocou, nesta sexta-feira (28), um pacto de reconciliação em sua primeira mensagem à nação no Congresso, em meio a novas mobilizações contra seu governo que foram reprimidas pela polícia em Lima.
Boluarte, que assumiu o poder em 7 de dezembro após a destituição e prisão do então mandatário, Pedro Castillo, pediu perdão pelas dezenas de vítimas, entre mortos e feridos, registradas nos protestos que eclodiram após a queda de seu antecessor.
"Com profunda e dolorosa consternação, peço perdão, em nome do Estado, aos familiares de todos os falecidos, civis, policiais e militares", assinalou a presidente.
Boluarte se dirigiu à nação por mais de três horas na sede do Parlamento, sob forte esquema de segurança, devido às marchas convocadas por grupos de esquerda aos gritos de "Dina, o povo lhe repudia".
Em meio à mobilização de dezenas de manifestantes, Boluarte pediu um pacto de "reconciliação por vida, paz, justiça e igualdade".
"Chamo à grande reconciliação nacional entre todos os peruanos, com a certeza de que nenhuma diferença ideológica ou de opinião, por mais profunda e intensa que seja, pode nos levar a conviver em uma sociedade de inimigos", insistiu a presidente.
- Expulsão de estrangeiros -
Boluarte, que em princípio governará até 2026, após a rejeição do Congresso de antecipar as eleições, prometeu justiça pela morte de opositores durante os protestos que comoveram o país entre dezembro e fevereiro.
"Não haverá impunidade para ninguém neste caso", indicou taxativamente a presidente.
Segundo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), durante as últimas manifestações, a polícia se excedeu no uso da força e supostamente cometeu execuções. Cerca de 50 pessoas morreram, a maioria por fogo real, na região de Puno, perto da fronteira com a Bolívia.
Nesta sexta, grupos de manifestantes voltaram a clamar por justiça.
"Massacraram meu filho de apenas 18 anos [...] Estamos aqui para exigir justiça, mas não vamos tê-la se esta senhora não sair", disse à AFP Rosa Luque, mãe de Heliot Arizaca, uma das vítimas da repressão na cidade de Juliaca, em Puno.
As marchas se concentraram no entorno do Congresso, e tiveram menor adesão que as de quarta-feira, quando a oposição retomou os protestos contra o governo depois de cinco meses.
Entretanto, em sua mensagem à nação, Boluarte também colocou ênfase no combate à insegurança e pediu ao Congresso que lhe dê faculdades extraordinárias para expulsar os estrangeiros envolvidos em crimes, em alusão especial aos venezuelanos que, segundo as autoridades, comandam o crime organizado.
"Vamos incorporar, no Código Penal, [...] a figura da expulsão, em casos de flagrante. Assim, cobriremos um vazio que existia em nossa legislação", frisou Boluarte.
M.Carneiro--PC