-
Ex-primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia ao cargo de deputado
-
Petição solicita que Javier Milei seja declarado 'persona non grata' em Paris
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington e agradece posição de Putin durante a guerra
-
Barcelona oficializa contratação de Gabriel Jesus
-
Ativistas do Tibete acusam China de subestimar número de mortos em desastre
-
Bombardeio mais letal em anos mata 20 guerrilheiros na Colômbia
-
Mural de desaparecidos mantém esperança de famílias após desastre no Nepal
-
Shein tem estreia discreta na Bolsa de Hong Kong
-
Haakon VIII jura lealdade à Constituição da Noruega
-
Vítimas da guerra no Afeganistão seguem sem obter justiça, afirma ONU
-
Avalanche no Himalaia deixou mais de 1.000 mortos
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington antes de reunião com Putin
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa 12 mortos na região de Kiev
-
Carney sai reforçado das eleições parciais no Canadá em plena guerra comercial com EUA
-
Avalanche entre Nepal e China deixou mais de 1.000 mortos
-
Ataque russo deixa quatro mortos na região de Kiev
-
Ex-líder de gangue é condenado pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
Esfaqueamento na Times Square, em NY, resulta em duas mortes
-
Júri começa deliberações no julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
EUA convida ministro russo para reunião do G20 e irrita europeus
-
"Atacante top", diz técnico do Barcelona sobre Gabriel Jesus
-
Raphinha e Yamal comandam goleada do líder Barça sobre Rayo Vallecano
-
Quatro menores morrem em primeiros bombardeios do novo governo da Colômbia
-
Sem brilho, Arsenal vence Aston Villa e se mantém 100% no Inglês
-
Javier Milei pede à FIA retorno da Fórmula 1 à Argentina
-
Número de vítimas aumenta no Nepal em meio a desastre "inimaginável"
-
Brasil e EUA retomam diálogo sobre tarifas após conversa entre Lula e Trump
-
Lionel Messi, herói das maiores alegrias da Argentina
-
Alcaraz estreia no US Open com vitória tranquila em retorno após lesão
-
União Europeia suspende importações de carne brasileira a partir de 5ª feira
-
Trump ameaça atingir Irã 'com força' após escalada de ataques
-
Roma goleia Lecce e retoma liderança do Campeonato Italiano
-
Santos anuncia contratação do volante Arthur após aporte da empresa do pai de Neymar
-
Ataques israelenses matam cinco pessoas em Gaza, afirmam autoridades locais
-
Epidemia de ebola na RD Congo supera 6 mil casos confirmados
-
China e Rússia reforçam aliança durante cúpula no Quirguistão
-
Trump critica oposição nos EUA contrária aos centros de dados
-
Benzema deixa Al-Hilal seis meses após chegada ao clube
-
Sabalenka despacha colombiana María Osorio em sua estreia no US Open
-
Dois mortos e vários desaparecidos após inundação repentina no Grand Canyon
-
Liverpool contrata atacante francês Bradley Barcola por 125 milhões de euros
-
Harry e Meghan buscam casa nova em refúgio de ricos e famosos no Reino Unido
-
Irã condena à morte duas mulheres por manifestações de 2026
-
O "Não" da Islândia, um duro golpe para a União Europeia
-
John Galliano cancela exposição após críticas por antissemitismo
-
Rússia busca cooperar com China em IA e tecnologias digitais, diz Putin a Xi
-
EUA busca ampliar isolamento do Irã em reunião de ministros das Finanças do G20
-
México apreende 210 armas de fogo perto da fronteira com os EUA
-
Trump ameaça atingir Irã 'com força' após aumento dos ataques
-
Corte mantém tratado de compartilhamento do rio Indo por Índia e Paquistão
Níger desafia ultimato de líderes africanos, que se reúnem nesta quinta
Os presidente da África Ocidental discutem nesta quinta-feira (10) a situação no Níger, país onde os militares que tomaram o poder desafiaram o ultimato dado para o restabelecimento da ordem constitucional antes da meia-noite de domingo, sob pena de uma possível intervenção militar.
"Os líderes da Cedeao vão abordar a situação política e os recentes desenvolvimentos no Níger", em uma cúpula em Abuja, a capital da Nigéria, informou a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) em um comunicado.
O bloco regional exige que se restabeleça o presidente Mohamed Bazoum no poder. Ele permanece detido desde o golpe de Estado de 26 de julho.
Em 30 de julho, a Cedeao lançou um apelo aos militares nigerinos para restituírem ao cargo o presidente eleito democraticamente e advertiu que não excluía o recurso à "força" para conseguir isso. Segundo fonte próxima ao bloco, nenhuma intervenção militar está prevista no momento.
O golpe foi condenado por outros países africanos, assim como pela França e pelos Estados Unidos, que mobilizaram 1.500 e 1.100 soldados, respectivamente, no Níger, para lutarem contra as organizações jihadistas na região.
Mali e Burkina Faso, suspensos da Cedeao pelos golpes que também levaram os militares ao poder em 2021 e 2022, respectivamente, expressaram seu apoio ao governo que derrubou Bazoum no Níger. Estes dois países enviaram uma delegação oficial conjunta a Niamey para mostrar sua "solidariedade para com o povo do Níger", anunciou o Exército do Mali.
- Espaço aéreo fechado -
Pouco antes de expirar o ultimato da Cedeao, à meia-noite local (20h de Brasília), o Exército do Níger anunciou o fechamento do espaço aéreo do país "até nova ordem", ante uma "ameaça de intervenção" estrangeira.
Qualquer violação dessa medida dará lugar a "uma resposta enérgica e imediata" e qualquer Estado envolvido em uma intervenção será considerado cobeligerante", advertiu o Conselho Nacional de Salvaguarda da Pátria (CNSP), o órgão dos militares no poder.
Os senadores da Nigéria, país muito influente da Cedeao, pediram o "reforço da via política e diplomática". A Argélia, que não é membro da Cedeao mas compartilha quase 1.000 quilômetros de fronteira com o Níger, também expressou reservas.
E o governo italiano urgiu a Cedeao a prolongar o ultimato e tentar encontrar uma solução diplomática para a crise, assim como a Alemanha, que considera que os esforços diplomáticos estão apenas começando.
- Calma em Niamey -
Niamey, a capital do Níger, amanheceu em relativa calma, após um ato que reuniu 30.000 partidários dos militares no maior estádio do país no domingo.
Os participantes exibiram bandeiras do Níger, de Burkina Faso e da Rússia. Também vaiaram a França e a Cedeao, ao mesmo tempo que aclamaram os integrantes do CNSP que participaram do ato.
Cada vez mais criticada pelos partidários dos militares que tomaram o poder em Niamey, Bamako e Uagadugu, a França destacou, no fim de semana, seu apoio aos esforços da Cedeao para acabar com a "tentativa de golpe" no Níger.
Ontem, a ex-potência colonial suspendeu, "até nova ordem", todas as suas "ações de ajuda ao desenvolvimento e ao apoio orçamentário" em Burkina Faso.
Níger era um dos últimos aliados do Ocidente em um Sahel arrasado pela violência jihadista.
P.Serra--PC