-
Junta militar do Níger afirma ter recuperado "controle" após confrontos com amotinados
-
Leipzig e Dortmund vencem na estreia no Alemão; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3 mil desaparecidos após tragédia
-
Liverpool empata com Forest em casa; Newcastle derruba Tottenham
-
Djokovic desafiará a lógica mais uma vez em sua 20ª participação no US Open
-
Gemini Notebook adotará limites baseados no custo computacional das tarefas
-
Entidades denunciam ações da Meta diante de escolas de São Paulo
-
Galaxy A57 de 256 GB recebe desconto de 42% na Amazon
-
Nepal pede apoio internacional após enxurrada deixar 680 mortos
-
Número de mortos em explosão perto de Kiev sobe para 37
-
Perseguição policial termina com três feridos e detenção em Algés
-
Português detido pelo ICE será deportado para Lisboa
-
Berlim rejeita resgate de dois milhões de euros exigido por hackers
-
Despiste mata mulher em Cebolais de Cima, no concelho de Castelo Branco
-
Santa Clara marca no fim e mantém Alverca sem vitórias na I Liga
-
Arouca vira sobre o Marítimo e alcança terceiro lugar provisório
-
Padilha visita novo Super Centro de Saúde de Niterói
-
Bruninho Samudio é reintegrado ao sub-17 do Botafogo
-
Ataque a depósito militar perto de Kiev mata ao menos 37 pessoas
-
Homem morre após ser atingido por trem de carga em Barra Mansa
-
Harry Kane negocia renovação e admite encerrar carreira no Bayern
-
Júlio Rocha lança campanha à reeleição em ato em Guapimirim
-
Disparos mobilizam policiamento entre Tijuca e Andaraí
-
Fluminense supera Bangu no Carioca Sub-20 em Xerém
-
Motoristas britânicos ainda desligam recursos de assistência à condução
-
Doutor Destino leva vantagem sobre Thanos nos quadrinhos da Marvel
-
Lava-louças reduz consumo de água, mas insumos pesam no custo mensal
-
Recursos de inteligência artificial prolongam vida útil de PCs para jogos
-
Integração do Gemini com dados do Workspace pode ser desativada por administradores
-
Lavar roupa à noite só reduz a conta em horários baratos da Tarifa Branca
-
Googlebooks apostam em hardware premium e IA local além dos Chromebooks
-
Antonio Bernardo relaciona criação às marcas deixadas pelo tempo
-
Rock in Rio esgota ingressos para noite de Elton John
-
Teste com Claude apaga 700 GB de arquivos de desenvolvedor
-
Paredes considera punição da Fifa por incidentes na final da Copa 'exagerada'
-
Nepal alerta para ameaça da mudança climática após tragédia
-
Restaurantes do Rio apresentam versões do Nhoque da Fortuna neste dia 29
-
Estudo associa sistemas ADAS a redução de colisões e alerta para desativação
-
Restrição a celulares alcança 92% das escolas e gestores relatam mais atenção
-
Geely EX2 Max vence comparação de elétricos de até R$ 150 mil
-
Toyota apresenta GR Corolla reestilizado no Brasil com torque maior
-
GWM Ora 5 lidera seleção de elétricos de até R$ 200 mil em 2026
-
Brasil ocupa segundo lugar mundial em importações de carros chineses
-
Dunlop avalia trazer ao Brasil pneu que muda conforme temperatura e umidade
-
Confronto deixa quatro baleados e dois detidos em São João de Meriti
-
Cinco adolescentes são apreendidos após roubo no Parque do Flamengo
-
Anna Carolina Morais relata separação do cantor Giovani após mais de 20 anos
-
Garotinho retoma campanha ao governo do Rio após decisão provisória do TSE
-
Rio Rotativo Digital chegará ao Saara, à Urca e a novos trechos da Barra
-
Isaquias Queiroz conquista ouro no C1 500 metros do Mundial de Canoagem
Hamas reporta 'intensos combates' com tropas de Israel em Gaza
O movimento islamista palestino Hamas reportou, neste domingo (29), "intensos combates" com as tropas israelenses na Faixa de Gaza, onde as Nações Unidas temem um colapso da "ordem pública" diante dos saques a seus centros de distribuição e da ajuda humanitária limitada que chega ao território, sitiado e sob intenso bombardeio.
Os apelos se multiplicam para o envio de ajuda humanitária a esta faixa de terra, onde mais de dois milhões de pessoas vivem confinadas em 362 km2. Gaza é submetida a intensos bombardeios israelenses desde o ataque lançado pelo Hamas, em 7 de outubro, que deixou 1.400 mortos, a maioria civis, e no qual 230 pessoas foram feitas reféns.
Os ataques em represália deixaram 8.000 mortos em Gaza, segundo o Ministério da Saúde do território, no poder do Hamas desde 2007.
Apesar dos apelos por uma trégua, Israel intensificou seus ataques aéreos e suas incursões terrestres a Gaza desde a sexta-feira.
"Nossos combatentes travam atualmente intensos combates com metralhadoras e armas anti-tanques contra as forças de ocupação inimigas no noroeste de Gaza", afirmaram, em um comunicado, as Brigadas Ezzedin al Qassam, braço armado do Hamas.
O primeiro-ministro israelense, o conservador Benjamin Netanyahu, advertiu na véspera que a guerra contra o grupo islamista - que prometeu "aniquilar" - seria "longa e difícil".
Seu ministro da Defesa, Yoav Gallant, informou, por sua vez, que com as incursões por terra tinha começado uma "nova fase" da guerra.
Neste domingo, o exército israelense informou ter atingido centenas de alvos do Hamas e aumentando seus efetivos terrestres no território. Também reportou disparos de foguetes a partir de Gaza para o centro e o sul de Israel.
- Saques a centros de abastecimento da ONU -
Dezenas de milhares de pessoas protestaram, neste domingo, em Marrocos, Espanha e Grécia, pedindo um cessar-fogo em Gaza.
Na república russa do Daguestão, de maioria muçulmana, dezenas de manifestantes invadiram o aeroporto de Makhachkala, após o anúncio de que um avião procedente de Israel estava chegando.
Os distúrbios levaram o controlador aéreo russo, Rosaviatsia, a suspender todos os voos com origem e destino neste terminal. À noite (tarde no Brasil), as autoridades informaram que as forças de ordem tinham retomado o controle da situação.
A situação em Gaza se torna "cada vez mais desesperadora" à medida que as horas passam, alertou o secretário-geral da ONU, António Guterres.
A Faixa de Gaza é submetida a um bloqueio israelense terrestre, marítimo e aéreo há 16 anos, ao que se soma, desde 9 de outubro, um "assédio total" do território. Seus moradores buscam desesperadamente comida, água, remédio e refúgio.
A organização Crescente Vermelho palestino informou que Israel bombardeia reiteradamente os arredores do hospital Al-Quds, no centro de Gaza.
A Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA) informou que milhares de pessoas saquearam vários de seus centros de distribuição em busca de farinha ou artigos de higiene.
"Este é um sinal preocupante de que a ordem civil está começando a desmoronar", advertiu a agência.
O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, e o presidente francês, Emmanuel Macron, insistiram na necessidade de um "apoio humanitário urgente em Gaza", informou o gabinete do premiê, após uma conversa entre os dois dirigentes.
- Ajuda a conta-gotas -
Os habitantes de Gaza "agora temos que fazer fila para conseguir pão, tomar banho e inclusive para dormir", lamentou esta deslocada do norte de Gaza.
A ONU estima que haja cerca de 1,4 milhão de pessoas deslocadas em Gaza pelos bombardeios incessantes e as ordens de Israel de evacuar o norte do território.
Dez caminhões com ajuda humanitária entraram neste domingo a partir do Egito, aumentando a 94 o total de veículos que conseguiram entrar em Gaza desde 21 de outubro, segundo o Crescente Vermelho palestino.
O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, pediu a Israel para "tomar todas as medidas possíveis (...) para distinguir entre o Hamas - os terroristas que são alvos militares legítimos - e os civis, que não são".
- Netanyahu reúne-se com parentes de reféns -
Netanyahu se reuniu no sábado com familiares dos reféns, cada vez mais descontentes com a "completa incerteza" sobre seu retorno, segundo Haim Rubinstein, seu porta-voz.
Quatro mulheres foram libertadas até o momento e o líder do grupo islamista em Gaza, Yahya Sinwar, disse estar disposto a uma troca "imediata" dos reféns em seu poder pelos presos palestinos em Israel.
As operações terrestres de Israel aumentam o temor de que o conflito se estenda e que outros países decidam intervir.
O presidente iraniano, Ebrahim Raisi, cujo país apoia o Hamas, declarou que Israel tinha cruzado "as linhas vermelhas" ao intensificar sua ofensiva.
As tensões se multiplicam na fronteira entre Israel e Líbano, com novas trocas de tiros entre tropas israelenses e o grupo Hezbollah.
A violência também aumenta na Cisjordânia ocupada, onde o Ministério da Saúde reportou mais de 110 mortos palestinos desde 7 de outubro.
G.Machado--PC