-
Desaparecidos em avalanche entre Nepal e China passam de 2.400
-
Para Sabalenka, recuperar seu melhor nível é "questão de tempo"
-
"É um desafio voltar no US Open, mas estou pronto", garante Alcaraz
-
Trump anuncia criação da Academia Espacial dos EUA
-
Grupos de direitos civis protestam nos EUA contra mudanças de Trump em regras eleitorais
-
Exército israelense diz ter matado "três terroristas" em bombardeio na Cisjordânia
-
Xabi Alonso levanta dúvidas sobre futuro de Enzo Fernández no Chelsea
-
Groenlândia propõe comissão de reconciliação sobre contracepção forçada de inuítes
-
Presidente da República promulga proibição de smartphones até ao 9.º ano
-
Novo Toyota MR2 chega em 2028 com tração integral e sem logótipo da marca
-
Canal de Jamie Vardy no YouTube transmitirá várias partidas da Bundesliga
-
Morata jogará por empréstimo no Leganés, da segunda divisão espanhola
-
Emery confirma saída de Watkins e chegada de Jackson ao Aston Villa
-
Atacante turco Kenan Yildiz passará por cirurgia e desfalcará Juventus por vários meses
-
Colar de diamantes da realeza egípcia roubado em museu de Viena
-
Sérvia anuncia funeral com honras de Estado para Ratko Mladić
-
Apple TV+ aumenta preços no Brasil e nos EUA; assinatura mensal passa a custar R$ 34,90
-
Morte do criminoso de guerra Ratko Mladic expõe feridas ainda abertas na Bósnia
-
Ingrid Guimarães e Mônica Martelli celebram 'Minha Melhor Amiga' e o legado das duplas de humor no Brasil
-
Projeto de lei propõe 'luz do obrigado' para agradecimentos no trânsito
-
GWM anuncia que toda linha de carros híbridos com motor a combustão será flex no Brasil
-
Antes ameaçadas, baleias-jubarte abundam no litoral brasileiro
-
Nepal enfrenta ameaça de novas inundações após avalanche que matou mais de 580 pessoas
-
Céline Dion chega à França para retornar aos palcos
-
Presidente do Fed afirma que inflação nos EUA é 'preocupante'
-
Julgamento de mãe por assassinato dos filhos desperta debate sobre psicose pós-parto
-
Colar de mais de 200 quilates é roubado de museu em Viena
-
Justiça dos EUA suspende restrição de Trump ao voto por correio
-
Inflação, apagões e menos medo: a vida na Venezuela sem Maduro
-
Nepal enfrenta ameaça de novas inundações após avalanche que matou mais de 550 pessoas
-
Renault apresenta Trafic Van E-Tech no IAA Transportation 2026
-
Justiça dos EUA declara ilegais as sanções do governo contra a Anthropic
-
Tailândia adverte que turistas 'problemáticos' poderão ser expulsos
-
Harald V, rei e 'símbolo' da Noruega, morre aos 89 anos
-
Nepal ordena que equipes de resgate procurem proteção diante de risco de novas inundações
-
Montenegro defende 'entendimento nacional' para reforma da Segurança Social antes das eleições
-
João Victor Gonçalves fala sobre descoberta LGBT e triângulo amoroso em 'Quem ama cuida'
-
Navio paga valor histórico de US$ 5,3 milhões para atravessar o Canal do Panamá
-
Tablets de tela grande em 2026: Guia completo com 7 modelos disponíveis no Brasil
-
Rei Harald V da Noruega morre aos 89 anos
-
Kherson ordena evacuação após ataque russo a usina de aquecimento
-
Esfinge-do-loendro confirmada pela primeira vez em Portugal
-
ALMA revela mapa químico detalhado da região de formação estelar Orion KL
-
Controladores aéreos deixaram seus postos antes de acidente em Nova York
-
Bundesliga começa com o desafio de encontrar um rival para o Bayern
-
Armas, drogas e perseguições: prévia do GTA VI chega à Netflix após vazamentos
-
Welbeck marca seu 1º gol pelo Chelsea em vitória sobre o Luton (2-0) na Copa da Liga
-
Com gol de Raphinha, Barça vence Athletic Bilbao (2-0) e assume liderança na estreia de Rodri
-
MLS suspende técnico do Inter Miami por um jogo
-
Trump diz que Rússia "não atacará" território da Otan
Boris Johnson pede desculpas por 'dor e perdas' causadas às vítimas da covid
O ex-primeiro ministro britânico Boris Johnson pediu nesta quarta-feira(6) desculpas por "dor e perdas" causadas pela covid-19 e admitiu que se equivocou em algumas decisões, durante uma investigação pública sobre sua gestão durante a pandemia.
"Entendo os sentimentos das vítimas da covid e suas famílias e sinto profundamente pela dor, perdas e sofrimento causados", afirmou Johnson em Londres.
"Inquestionavelmente erramos em algumas coisas", continuou o ex-dirigente, antes de acrescentar que "fizemos o melhor que pudemos", indicando ainda que assume pessoalmente a responsabilidade pelas decisões tomadas.
Johnson, que chegou três horas antes ao gabinete do governo em Londres, será submetido a uma série de perguntas difíceis nesta quarta e quinta-feira, após ter sido alvo de fortes críticas de seus antigos assessores.
Desde o início das audiências em junho, estes colaboradores, entre eles, vários cientistas, descreveram um primeiro-ministro sobrecarregado, indeciso e pouco preocupado com as vítimas quando a pandemia eclodiu no início de 2020, com um governo dividido e caótico.
Boris Johnson demorou demais para impor um primeiro confinamento no final de março de 2020? Previa o alcance da pandemia? Entendia os dados científicos que chegavam até ele? Se mostrou indiferente com as vítimas e especialmente com os idosos?
"Foi a pior crise possível para os poderes desse primeiro-ministro", disse à comissão de investigação no final de junho Lee Cain, ex-diretor de comunicação de Downing Street, descrevendo um Johnson que não tomava decisões e mudava constantemente de opinião.
- Seis mil páginas de documentos -
Guto Harri, que foi diretor de comunicação de Johnson, defendeu seu ex-chefe nesta quarta-feira na Times Radio.
"A tragédia para mim é que três de seus assessores mais importantes tinham juntos um pequeno e patético grupo no WhatsApp. E simplesmente se queixavam do primeiro-ministro e sua esposa, quando deveriam executar as difíceis decisões tomadas por ele e os membros eleitos do gabinete", disse.
Johnson, de 59 anos, um orador brilhante que respondia mais com o humor do que com precisão, deverá empenhar todos seus esforços na audiência para convencer que era a pessoa certa para enfrentar a situação no início de 2020.
O ex-dirigente preparou cuidadosamente sua defesa, lendo 6.000 páginas de documentos, durante horas com seus advogados, segundo o The Times, que revelou suas principais linhas de atuação e anunciou que Johnson pediria desculpas, como ocorreu.
Sua própria vida esteve em perigo devido à covid em abril de 2020. Em 23 de março de 2020, um primeiro confinamento foi imposto aos britânicos, seguido por outros dois, entre os mais rígidos da Europa.
As revelações sobre as festas ilegais em Downing Street durante este período desataram um escândalo e contribuíram para a queda de Johnson, que se viu obrigado a renunciar em julho de 2022.
A covid tirou a vida de mais de 232.000 pessoas no Reino Unido.
Ante a comissão de investigação, que recebeu milhares de mensagens de WhatsApp e muitos documentos, alguns de seus antigos colaboradores falaram de um primeiro-ministro vencido pelos acontecimentos e que decidiu pelo confinamento tarde demais.
"É incapaz de governar", lamentou em mensagens no WhatsApp o secretário-geral de Downing Street, Simon Case, no final de 2020. "A cada dia muda de estratégia", disse desesperado.
Os trabalhos da comissão independente de investigação, presidida pela ex-juíza Heather Hallett, podem seguir até 2026.
A.Magalhes--PC