-
Apple TV+ aumenta preços no Brasil e nos EUA; assinatura mensal passa a custar R$ 34,90
-
Morte do criminoso de guerra Ratko Mladic expõe feridas ainda abertas na Bósnia
-
Ingrid Guimarães e Mônica Martelli celebram 'Minha Melhor Amiga' e o legado das duplas de humor no Brasil
-
Projeto de lei propõe 'luz do obrigado' para agradecimentos no trânsito
-
GWM anuncia que toda linha de carros híbridos com motor a combustão será flex no Brasil
-
Antes ameaçadas, baleias-jubarte abundam no litoral brasileiro
-
Nepal enfrenta ameaça de novas inundações após avalanche que matou mais de 580 pessoas
-
Céline Dion chega à França para retornar aos palcos
-
Presidente do Fed afirma que inflação nos EUA é 'preocupante'
-
Julgamento de mãe por assassinato dos filhos desperta debate sobre psicose pós-parto
-
Colar de mais de 200 quilates é roubado de museu em Viena
-
Justiça dos EUA suspende restrição de Trump ao voto por correio
-
Inflação, apagões e menos medo: a vida na Venezuela sem Maduro
-
Nepal enfrenta ameaça de novas inundações após avalanche que matou mais de 550 pessoas
-
Renault apresenta Trafic Van E-Tech no IAA Transportation 2026
-
Justiça dos EUA declara ilegais as sanções do governo contra a Anthropic
-
Tailândia adverte que turistas 'problemáticos' poderão ser expulsos
-
Harald V, rei e 'símbolo' da Noruega, morre aos 89 anos
-
Nepal ordena que equipes de resgate procurem proteção diante de risco de novas inundações
-
Montenegro defende 'entendimento nacional' para reforma da Segurança Social antes das eleições
-
João Victor Gonçalves fala sobre descoberta LGBT e triângulo amoroso em 'Quem ama cuida'
-
Navio paga valor histórico de US$ 5,3 milhões para atravessar o Canal do Panamá
-
Tablets de tela grande em 2026: Guia completo com 7 modelos disponíveis no Brasil
-
Rei Harald V da Noruega morre aos 89 anos
-
Kherson ordena evacuação após ataque russo a usina de aquecimento
-
Esfinge-do-loendro confirmada pela primeira vez em Portugal
-
ALMA revela mapa químico detalhado da região de formação estelar Orion KL
-
Controladores aéreos deixaram seus postos antes de acidente em Nova York
-
Bundesliga começa com o desafio de encontrar um rival para o Bayern
-
Armas, drogas e perseguições: prévia do GTA VI chega à Netflix após vazamentos
-
Welbeck marca seu 1º gol pelo Chelsea em vitória sobre o Luton (2-0) na Copa da Liga
-
Com gol de Raphinha, Barça vence Athletic Bilbao (2-0) e assume liderança na estreia de Rodri
-
MLS suspende técnico do Inter Miami por um jogo
-
Trump diz que Rússia "não atacará" território da Otan
-
'Julián está realmente mal', diz CEO do Atlético de Madrid
-
Alison dos Santos, o atleta que superou suas cicatrizes
-
Dirigente comemora evolução do futebol feminino no Brasil: "Hoje temos várias Martas"
-
Trump assina decreto que muda nome do Lago Ontário para Lago América
-
Novos protestos em Ceuta geram confrontos quase um mês após entrada de migrantes
-
Kremlin chama de "alarmistas" as informações sobre risco de ataque russo à Otan
-
Alison dos Santos bate recorde mundial dos 400 m com barreiras
-
Ministro israelense apresenta plano de 'judaização' de áreas com população árabe significativa
-
Alcaraz e Djokovic podem se enfrentar nas semifinais do US Open
-
Barcelona contrata goleiro da seleção croata Dominik Livakovic
-
Ataque com drones em plena luz do dia deixa um morto e vários feridos na Ucrânia
-
Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA
-
Musiala seguirá afastado, mas responde bem ao tratamento, garante técnico do Bayern
-
Sorteio define caminho difícil para PSG e Barça na Champions; Real Madrid tem mais sorte
-
Enchentes entre Nepal e Tibete deixam quase 400 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Tragédia no Nepal e Tibete: mais de 380 mortos e três portugueses desaparecidos
Ucrânia faz alerta 'consequências devastadoras' em caso de divergências sobre adesão à UE
A Ucrânia acionou o alarme nesta segunda-feira (11) sobre as consequências de um eventual fracasso de suas aspirações de adesão à União Europeia (UE), três dias antes de uma reunião de cúpula que deve apresentar uma resposta a seu pedido.
Os líderes da UE se reunirão na quinta e sexta-feira em Bruxelas para discutir a abertura formal de negociações de adesão da Ucrânia, mas a Hungria já antecipou que pode bloquear o consenso.
Ao chegar nesta segunda-feira em Bruxelas para uma reunião de ministros europeus das Relações Exteriores, o chefe da diplomacia da Ucrânia, Dmitro Kuleba, advertiu para as "consequências devastadoras" caso a UE não alcance um consenso sobre a abertura de negociações para a adesão do país ao bloco.
"Não quero nem falar sobre as consequências devastadoras que ocorrerão se o Conselho Europeu (a reunião de cúpula prevista para esta semana) não tomar uma decisão, não apenas para a Ucrânia, mas também para a ampliação", afirmou Kuleba.
A UE concedeu, em junho de 2022, à Ucrânia o status formal de país aspirante à adesão e apresentou um plano inicial de reformas para permitir o avanço das negociações. Kiev afirma que cumpriu a maioria das demandas
"Como já afirmamos, nós fizemos a nossa parte no trabalho. Esperamos que a UE faça a sua parte", disse Kuleba, ao comentar as divisões entre os 27 países membros do bloco.
Na capital da Bélgica, os líderes europeus também devem discutir um pacote de ajuda financeira de quase 50 bilhões de euros, assim como a continuidade do apoio em armas e equipamentos bélicos.
- Apoio -
A continuidade do apoio bilionário do Ocidente à Ucrânia é incerta devido à ameaça do Partido Republicano de bloquear novos pacotes de ajuda no Congresso dos Estados Unidos.
Na UE, o primeiro-ministro de Hungria, Viktor Orban, ameaça bloquear a discussão por considerar que a UE precisa, antes, iniciar um "debate estratégico" sobre as relações com a Ucrânia e somente depois tomar uma decisão sobre uma eventual adesão.
Em uma carta aberta, Orban destacou que os líderes da UE não estarão em condições de tomar decisões fundamentais, "a menos que um consenso seja alcançado sobre a nossa estratégia para a Ucrânia".
Orban pediu que a retirada da discussão sobre a Ucrânia da reunião de cúpula porque "a óbvia falta de consenso conduzirá inevitavelmente ao fracasso".
O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, fez um apelo urgente a favor da manutenção do bloco.
"Espero que a unidade da União Europeia não seja quebrada, porque não é o momento de enfraquecer nosso apoio à Ucrânia", disse.
A ministra das Relações Exteriores da Finlândia, Elina Valtonen, afirmou que a postura da Hungria é "muito, muito deplorável (...) É crucial que mantenhamos a ajuda à Ucrânia pelo tempo que for necessário".
A diplomata reagiu desta maneira aos boatos de que a posição da Hungria era uma tentativa de forçar a UE a liberar recursos para o governo húngaro que foram congelados devido a uma disputa pela situação do Estado de Direito no país.
O chefe da diplomacia da Letônia, Kristjanis Karins, afirmou que "na Europa enfrentamos muitas vezes desafios internos e sempre os superamos".
J.V.Jacinto--PC