-
Rússia declara Memorial, vencedora do Nobel da Paz, como 'organização extremista'
-
Ex-premiê do Nepal, acusado de reprimir protestos, é libertado
-
Alto comando do exército francês teme uma 'guerra aberta' contra a Rússia
-
Após retorno bem-sucedido, BTS inicia turnê mundial com passagem pela América Latina
-
'Arrepios': astronautas da Artemis ainda sentem efeitos da passagem pela Lua
-
Exército israelense diz que matou jornalista da Al Jazeera em Gaza por ser membro do Hamas
-
Líbano de luto após ataques israelenses que fragilizam trégua entre EUA e Irã
-
Quatro migrantes morrem tentando atravessar o Canal da Mancha
-
Trump faz duras críticas à Otan após reunião privada com secretário-geral da aliança
-
Houston, tivemos um problema... com o banheiro
-
Flamengo vence na visita ao Cusco (2-0) em sua estreia na Libertadores
-
Palmeiras estreia na Libertadores com empate (1-1) contra o Junior na Colômbia
-
Presidente da Venezuela promete aumentar salários em 1º de maio
-
Trégua entre EUA e Irã está por um fio enquanto guerra se intensifica no Líbano
-
Crise diplomática entre Equador e Colômbia por declarações de Petro sobre ex-vice-presidente Glas
-
Bombardeios de Israel deixam mais de 180 mortos e causam pânico no Líbano
-
Promotores solicitam registros de medicamentos receitados a Tiger Woods após acidente
-
Petróleo e gás desabam e bolsas fecham em alta por cessar-fogo no Irã
-
PSG vence Liverpool (2-0) em casa na ida das quartas da Champions
-
Atlético vence Barça (2-0) no Camp Nou e abre vantagem nas quartas da Champions
-
Braga e Betis empatam (1-1) na ida das quartas da Liga Europa
-
Al Jazeera condena morte de jornalista em bombardeio na Faixa de Gaza
-
Turquia prende quase 200 pessoas após ataque a consulado de Israel
-
'Rainha da cetamina' é condenada a 15 anos de prisão por morte de Matthew Perry
-
'Pontinho de luz': tripulação da Artemis testemunha impactos de meteoritos na Lua
-
Diniz inicia missão de reerguer Corinthians contra o Platense na Libertadores
-
Suposto assassino em série em praias de Nova York se declara culpado
-
Cão leva Polícia a fazer apreensão recorde de 48 toneladas de maconha no Rio
-
'Trabalho inacabado': decepção e medo entre dissidentes iranianos
-
Pânico e dezenas de mortes em intensos bombardeios israelenses no Líbano
-
Presidente da CAF visita Senegal após retirada do título da Copa Africana
-
Petróleo desaba e bolsas operam em forte alta por cessar-fogo no Irã
-
BBC reconhece erro por insulto racista na transmissão do BAFTA
-
Congresso argentino debate revisão de proteção a geleiras para impulsionar mineração
-
BM recomenda manter reformas na América Latina e prevê crescimento menor em 2026
-
'Rainha da Cetamina' será sentenciada pela morte de Matthew Perry
-
Estados Unidos e Irã mantêm uma trégua precária
-
Milhares de fotos de mulheres são divulgadas sem consentimento no Telegram, diz ONG
-
'Um ano de muita dor' após desabamento fatal de boate na República Dominicana
-
Israel mantém ataques ao Líbano apesar de trégua com Irã
-
Principais reações ao cessar-fogo entre EUA e Irã
-
Petróleo cai abaixo de US$ 100 e bolsas mundiais sobem após trégua em guerra
-
EUA e Irã declaram vitória após concordarem com trégua de duas semanas
-
Cruzeiro vence na visita ao Barcelona de Guayaquil (1-0); Flu empata fora com La Guaira
-
Acordo com Irã é 'vitória total e completa' dos EUA, diz Trump à AFP
-
Petróleo cai abaixo de US$ 100 e bolsas asiáticas sobem após trégua em guerra
-
Atleti encara Barça no Camp Nou com Griezmann lutando por títulos antes de sua despedida
-
Presidente da CIDH vê elementos de trabalho forçado em missões médicas de Cuba
-
"Faria tudo de novo", diz esquiadora Lindsey Vonn após acidente nos Jogos de Inverno
-
EUA e Irã acordam cessar-fogo de última hora após ultimato de Trump
Primeira grande votação da legislatura na Espanha evidencia fragilidade de premiê
O chefe do governo espanhol, o socialista Pedro Sánchez, sentiu na pele, nesta quarta-feira (10), a fragilidade da coalizão de interesses que o sustenta, ao conseguir aprovar por margem mínima duas das três propostas na primeira votação-chave da legislatura.
Na primeira sessão plenária do ano, os deputados deviam votar três decretos aprovados em dezembro pelo governo, aos quais era absolutamente necessário dar luz verde no prazo de um mês.
Os legisladores aprovaram a lei mais importante, sobre a prorrogação de algumas ajudas introduzidas para ajudar as famílias diante da escalada da inflação, com 172 votos a favor e 171 contra em segunda instância, pois na primeira houve empate (171 votos a favor e contra).
Também foi aprovada por 172 votos a favor e 171 contra outra proposta, vinculada a medidas de funcionamento da justiça e da função pública, exigidas por Bruxelas em troca do desbloqueio de 10 bilhões de euros (R$ 53,6 bilhões, na cotação atual) em recursos da União Europeia.
Mas o terceiro projeto de lei, sobre o auxílio-desemprego, foi rejeitado porque cinco deputados do partido de esquerda radical Podemos se negaram a votá-lo por considerá-lo prejudicial para uma determinada categoria de pessoas.
O fato de Sánchez não conseguir a aprovação dos três textos, apesar de árduas negociações, ilustra a extrema fragilidade da maioria heterogênea - da esquerda radical a partidos independentistas bascos e catalães - que, em meados de novembro, deu ao premiê um novo mandato de quatro anos.
"Tivemos que trabalhar duro" para conseguir os apoios, admitiu Sánchez a jornalistas. No entanto, ele afirmou que "dentro do governo da Espanha" se encontram "satisfeitos".
- "Assumam que não têm maioria" -
"Não pode haver nenhuma razão, nem política, nem ideológica, que justifique não apoiar nossa cidadania, nossas famílias, nossas empresas. Não há", disse, ao abrir o debate parlamentar, o ministro da Presidência, o socialista Félix Bolaños, pedindo o apoio do Congresso.
O governo de coalizão dos socialistas e da esquerda radical negociou até o último minuto para reunir os votos necessários, principalmente com o partido separatista catalão de Carles Puigdemont, Junts per Catalunya (JuntsXCat), que havia ameaçado em dias anteriores votar contra os três textos, o que provocaria sua reprovação.
Ao final, os sete deputados do JuntsXCat se abstiveram e na prática abriram o caminho para que as duas propostas fossem aprovadas.
Diante da ameaça de bloqueio, o Congresso chegou a buscar o apoio do primeiro partido da oposição, o conservador Partido Popular. "Não irei ao resgate de Pedro Sánchez", respondeu o líder do PP, Alberto Núñez Feijóo.
"Meu país não merece este disparate de desgoverno no qual todos estamos mergulhados", criticou posteriormente.
"Assumam que não têm maioria", disparou aos socialistas Miriam Nogueras, porta-voz no Congresso de JuntsXCat.
"Vocês não fizeram as coisas bem, e quando começaram a fazer as coisas bem, certamente já era tarde", acrescentou Nogueras, criticando os socialistas por não terem negociado com eles o conteúdo dos decretos.
Os deputados do JuntsXCat aceitaram apoiar a posse do novo governo em troca de que impulsionasse uma anistia para centenas de separatistas, inclusive Carles Puigdemont, que fugiu da justiça espanhola para Bruxelas desde a frustrada tentativa de secessão de 2017.
A.Seabra--PC